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Estórias na Caixa de Pandora

Estou lá

Treino de hoje: outra vez pernas e glúteos. 

Agachamentos com pesos, exercícios de pernas e glúteos com elásticos, saltar à corda... ainda não recuperada da aula de terça, eis que hoje volta a insistir no mesmo. 

De maneira que estou apta a ir a um casting do Walkind Dead, não só pelo andar esquisito, arrastado e doloroso com que estou, como um certo ar de morta viva que me veste o semblante. 

 

 

Quase Cinderela

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Cerca de dois meses sem dançar.

Dores musculares nas pernas por causa da aula do dia anterior.

Numa nova turma (nível avançado).

Toda eu ontem, no regresso às aulas de dança, era uma pilha de nervos. Meio caminho andado para estar demasiado tensa a fazer a aula e as coisas não fluírem. Depois, isto de mudar de turma, cair de paraquedas numa turma de nível avançado, já se sabe que há quem vá olhar de lado, principalmente aqueles narizes empinados, que se acham as melhores da pista de dança.

Estavam reunidos os ingredientes para que a minha primeira aula fosse uma espécie de desastre. Mas vá, não parti os saltos. Um bom augúrio para o ano letivo.

 

Génio da lâmpada precisa-se

Se calhar, com tantos anos de convívio com gatos, fiquei como eles: vem o tempo mais murcho, parece que vai chover, mas não chove, está fresco, nublado, nada de sol a espreitar, e só me apetece enroscar nas mantas e dormir.

Esta semana é o regresso em pleno às rotinas e horários em contra relógio. Afinal as aulas de dança não retomaram na segunda, porque mudei de turma e agora as aulas são às quartas. Terças e quintas aulas de cardio fitness. Ontem, depois de uma aula bem puxada a trabalhar pernas e glúteos, ainda fui para casa passar a ferro. Deitei-me tarde. Custou a acordar. Hoje, com uma dor nas pernas que me faz ter um andar esquisito, tenho aula de dança. Turma nova, nível mais avançado. Auch!

Fui almoçar a casa e os sacanas dos gatos enroscados nas caminhas deles, entre as mantas que voltei a pôr-lhes, findo o calor do verão. Nem se levantaram. Ali ficaram, enroscados no quente, na sua rica vida. Que inveja!

Há por aí algum génio da lâmpada que me troque de lugar com um deles? 

 

Regresso às aulas

Diz que hoje recomeçam as aulas de danças latinas... e eu com os sapatinhos parados há perto de dois meses, estou num misto de entusiasmo por retomar esta modalidade e cheia de receio de me esbardalhar na primeira rotação que faça. 

Este ano há novidades na escola: uma aula de Latin Fit, que estou ansiosa por ir experimentar; e um projeto de grupo coreográfico, com objetivo de preparar coreografias para apresentações em espetáculos, festas, eventos. A professora convidou-me a fazer parte do grupo... mas estou aqui a pensar se tenho mesmo jeito para isso e disponibilidade para ensaios e exibições.

Deixo aqui um vídeo que demonstra bem o que aqui a menina Pandora aprende nas aulas. Podia dar-me para pior... mas vá, é a minha costela cubano-latina (ou pimba) a falar mais alto! 

 

Também vou aderir à foto da semana

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Pronto, não vou à escolinha, mas isso agora não interessa nada. 

As mochilas estão na moda, vieram para ficar e eu, que há quase dois anos comprei uma com o objectivo de a usar em férias e passeios, adiro a esta moda. 

Uma pessoa vai ao supermercado: é carrinho, lista de compras e caneta na mão, mais tirar as coisas das prateleiras, depois é pôr tudo no tapete rolante da caixa, voltar a meter no carrinho, arrumar em sacos, levar para o carro, e o raio da mala ali, a estorvar nas mãos, a cair dos ombros, suma-se!

Uma pessoa vai à frutaria, é o cesto, tira saco, escolhe fruta, vai aos legumes, busca outro saco, escolhe legumes, tenta enfiá-los no saco, o saco rasga, vai buscar outro saco, legumes na mão, põe no cesto, vai pagar, leva para o carro, e o raio da mala ali, a estorvar nas mãos, a cair dos ombros, raios!

Uma pessoa vai ao centro comercial. Até compra aqui uma coisa, ali outra, anda a ver, vai experimentar, e o raio da mala ali, a estorvar nas mãos, a cair dos ombros, chiça!

Uma pessoa vai para o trabalho (e já com chuva a cair): é a garrafa de água, a lancheira, o cartão de picar ponto, o guarda chuva, o casaco, e o raio da mala ali, a estorvar nas mãos, a cair dos ombros, arrrghhhhhh!

E pronto. Com a experiência da mochila de férias, que é branquinha e mais casual, andava eu a namorar as mochilas das novas coleções. E suspirava por uma, e depois por outra, e lá ia andando, de mochila em mochila, em busca de uma prática, neutra, não tão formal, não tão casual, não muito cara. E finalmente encontrei esta fofura.

Finalmente, mãos livres!!!!!

 

Nota da autora: eu sei, este blog tem andado fútil, mas que fazer? Na falta de algo interessante para partilhar, venham as futilidades encher posts (ou chouriços, como se diz na minha terra).