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Estórias na Caixa de Pandora

Mango, Mango, assim você me mata!!




Aproveitar os 50% de desconto para comprar o sobretudo de inverno por uns simpáticos 34,99€.

Não resisti ao vestido para lá de fofo. 9,99€, como resistir, como???!!!!

E 3 t-shirts a preços simpáticos, para compensar 3 que estraguei na máquina de lavar, e duas blusas que descobri não me servirem e dei-as.


Prontes, é isto! 

Charleston: work in progress




Em contagem decrescente: falta menos de um mês. Intensificam-se ensaios da coreografia, ultimam-se detalhes de um look de época, digno do cinema mudo dos anos 20. O vestido está na costureira a dar uns ajustes, os acessórios estão quase, quase, quase escolhidos e preparados. Podia ter posto ali as luvas, mas ainda me faltam as pérolas. 

E vai ser tão, mas tão, mas tão giro! Ansiosa!!

A minha veia de pelintra é patologia, e das crónicas!

Aspirador avariou. Vou devolvê-lo (o bicho foi comprado há meses) e encontro uma colega de trabalho. Em tom de bricadeira, pergunto-lhe:

- Olha lá, tu que és dona de casa, que marcas de aspiradores recomendas, que eu preciso de um com urgência.

Resposta:

- Não sei, tenho aspiração central.

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Sábado andei no Ikea. Estivesse eu sem uma cabra de uma enxaqueca (e de uma carrada de stress) e teria aproveitado melhor o passeio e a companhia. Adiante, as horas passam quando ando pelo Ikea, e as ideias fervilham. Ando apaixonada pelas cozinhas, pelos sistemas de arrumação, tivesse uns €€€€ disponíveis e era menina para fazer um "Querido, mudei a cozinha, by Ikea". E comento com a minha amiga: tenho de começar a jogar no euromilhões. E logo de seguida penso: a sério, se eu ganhasse o euromilhões era uma cozinha do Ikea que comprava?!

{#emotions_dlg.barf}

 

Não tenho cura! Pelintra forever!

 

 

O universo e as suas ironias

Na semana passada.

Entretinha-me a passar os olhos pelo mural do facebook (via telemóvel) e ia degustando umas batatas fritas de pacote. O que me aparecia constantemente no mural? Como ter umas pernas perfeitas. Como acabar com a celulite. Como emagrecer em cinco dias. Como ficar com uma barriga de sonho. As batatas começaram a entalar-me.

 

Lambuzava eu um gelado (aquele do Lidl que é em tudo semelhante, senão mesmo melhor, ao Magnum amêndoas). Olhava para a tv e quem aparece? Sara Sampaio e o seu rabo perfeito num biquini da Calzedónia. O gelado embrulhou-se-me na língua.

 

Ora porra!

 

O bom das férias

Ler um livro em menos de 3 dias. Lá me lembro há quanto tempo fiz algo do género.

O livro em questão contribuiu. Não sendo demasiado grande em páginas, é demasiado grande em sabedoria de vida, em humanidade. Suga-nos a atenção. Acelera-nos o coração. E mesmo sabendo o seu desfecho, queremos ler e absorver tudo, ansiando pelo milagre que sabemos não ter acontecido.

Não tenho palavras. Só digo que é um dos livros que recomendarei. Assim em jeito de: leitura obrigatória para a vida. 

 

E para despedida destas semi-pseudo-férias (rufos)

Um almoço com a sogra!

A preparação para o dito começou no Sábado quando, accionando o meu humor negro, envio uma sms à amigalhaça e pergunto:

- Amanhã é o almoço de aniversário da sogra. Estou aqui a pensar que verniz levo, apesar de saber qual a tua sugestão. (contextualizando, esta amiga ofereceu-me o verniz da Cliché de seu nome Mata-Sogras).

A resposta dela surpreendeu: o Mata-Sogras é demasiado evidente. Leva-as pintadas de preto, em jeito de luto.

E eis que se fez luz e respondo-lhe: acho que vou levar o morangoska, pois só com álcool no bucho é que serei capaz de mostrar os dentes.

E assim foi. Cliché Morangoska nas unhas, roupa preta (pronto, um top de alcinhas preto com umas calças bem fresquinhas em preto e branco).

Senhores, se o dito verniz contivesse mesmo álcool, nem 10 morangoskas me safavam. As duas vezes que, estúpida, ainda abri a boca para simular uma conversa amistosa, a senhora fez aquele ar de quem parecia estar a ouvir uma qualquer melga a zunir. Oh pó caralhinho. Fechei a matraca e só a abria para comer.

E a senhora reclamou de tudo. Do tempo de espera. Porra, o restaurante estava cheio (ainda bem que me lembrei de reservar mesa), e o bom do dito é terem como especialidade peixes cozinhados na hora. Ela queria o quê? Bacalhau à la Bimby?! Ser a única cliente para ser prontamente atendida?! Depois a comida veio: ai as batatas estão muito quentes, o bacalhau insossinho. Depois para sobremesa escolheu gelado. Engraçou com o copinho do gelado, limpou-o com o guardanapo e enfiou-o na mala. Que chiqueza!! Café. Um pacote e meio de açúcar num café (uma bica, um expresso, estão a ver?) e aicohorrori tão azedo. Pumba mais açúcar (na verdade ela tomou açúcar com um cheirinho de café). E lamentava-se não poder beber vinho, e que a água faz rãs na barriga (oi?!). 

Depois o Gandhe, não contente, ainda leva a senhora a passear pelo porto marítimo, pelas avenidas da praia... eu fervia. Não só do calor. Acho que vislumbrei o que é o Inferno. Senti-me Dante na sua descida.

No meio disto tudo a avó, mãe da sogra, deu dez a zero à filha. Adorou tudo, simpática, faladora (tanto quanto possível). Não tivesse eu um quase voto de silêncio e até tinha falado mais com a senhora, mas a sogra cortava sempre o que poderia ser o início de conversa, que eu remeti-me ao meu papel de Carmelita. Voto de silêncio, mas pelo menos não fiz voto de fome. Porra, era o que faltava, o almoço fomos nós que pagámos. Se fosse ela, provavelmente eu teria perdido o apetite logo na primeira azeitona que meti à boca. Ou mais provável ter-me engasgado e sufocado.

Foi um ótimo desfecho de semi-pseudo-férias. Sem sombras de dúvidas.

 

Eu atirei pedra na cruz. E cuspi no santo. Só pode, para ter este karma. 

 

Estou aqui a pensar no que não me devo esquecer amanhã, dia de regresso ao trabalho. Cartão de acesso, check. Eco garrafa com água, check. Lanche, check. Mudar hora do despertador, check. Fósforos. E para facilitar a tarefa, uns mls de gasolina. Nem quero imaginar o estado da minha secretária amanhã. 

 

Interrompem-se as férias para dar notícias

Por aqui já se descansou.

Também já se trabalhou e reorganizou-se horas de explicações.

Já se fez umas coisas em casa.

Já se foi a uma festa e dançou-se até às 3h da manhã.

Já se bebeu uma caipiblack de morango em jeito de brinde ao Verão que teima em não chegar.

Já se comeu um delicioso Gelado de Portugal.

Já se fez um maravilhoso passeio de Moliceiro e passou-se o dia na Ilha dos Puxadoiros, numa aventura à descoberta da Ria de Aveiro.

Já se foi à Feira do Livro estragar-se:

 

E agora, com vossa licença, ainda tenho o resto do feriado e o resto da semana em regime semiférias para aproveitar!

 

Último dia antes das férias

Apetece-me chorar tamanho é o cansaço. Dói-me tanto o corpo. Cada cm de pele me dói. Ao início achei que tivesse partido o dedo, pois onde tocava doía. Mas não. Nem preciso tocar para doer. Dói-me tanto o corpo e não andei a fazer a meia maratona nem coisa que o valha. As olheiras, bem, não me admiraria se alguém me confundisse com um panda. Os olhos pesam-me. Tanto que se relaxo e paro dois minutos, adormeço. Sim, dou por mim a tombar a cabeça diante do prato da comida, por exemplo.

Eu sabia que ia ser assim. As últimas semans foram tremendas, em modo non stop, com pouco descanso e sempre em stress. O cansaço acumula até este ponto de dor física. Só que também há este cansaço emocional, mental, psicológico. Não tenho paciência ou vontade para fazer coisas que tanto gosto. Não leio, não cozinho, não consigo organizar umas quantas coisas na agenda, o que depois serve para me fazer entrar em stress, por ter de andar em contra-relógio, em cima do joelho, a pensar e a decidir coisas do dia a dia que não foram devidamente planeadas e antecipadas.

Estou exausta. Tanto que dói.

Para a semana estou de férias. Mas são férias do meu trabalho, não das explicações. Essas vão ser a doer. Sessões de 3 e 4h seguidas. Fora o trabalho em casa de preparar coisas. Tinha pensado em fazer outras coisas que normalmente não tenho tempo de fazer em casa. Não vou conseguir. Se conseguir ir cortar o cabelo (que não vê tesoura há meio ano e está que mais parece um caniche desgrenhado), já me dou por muito contente. Se conseguir relaxar um par de horas que seja, mas aquele relaxar a sério, em que desligamos do mundo, já me vou dar por felicíssima. Se conseguir descansar o corpo para esta dor desaparecer, ficarei grata aos santinhos todos. 

Hoje estou a fazer um esforço titânico para deixar a minha mesa o mais limpa possível de papéis. Quando voltar vou tentar não ter um colapso. OU então venho munida do fósforo e da lata de gasolina, just in case!

 

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