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Estórias na Caixa de Pandora

Dúvidas que me assolam o espírito por alguns segundos

Saí do trabalho por volta das 18h30. Passei no supermercado que fica a caminho de casa para levar umas coisas para o jantar. Cheguei a casa, arrumei as compras, arrumei umas coisas, limpei vidros da cozinha e do quarto e comecei a preparar o jantar. Jantei. Arrumar cozinha e tal, tratar dos bichanos... ora, quando olho para o relógio vejo que são 22h30. 

Agora expliquem-me lá fanáticas do exercício físico: QUANDO É QUE EU POSSO IR CORRER E FAZER ABDOMINAIS E ESSAS CENAS TODAS QUE VOCÊS FAZEM, HUM?!

 

Pronto, era isto.

 

 

Deve ser o luto pelo Verão

Há anos e anos atrás, era eu uma adolescente com pretensões a ser rebelde, e a minha cor era o preto. Biquíni incluído. Depois deixei-me do preto.

Aos poucos ele vai entrando novamente no roupeiro, mas em q.b.: umas calças, um vestido, um ou outro top. 

Este ano foi o biquíni. Primeiro comprei a tanga preta, para combinar com as partes de cima coloridas. Mas o verão anda tão farrusco que ontem não resisti e comprei a parte de cima em preto. Pronto. E só por causa das coisas, o S. Pedro manda, hoje, um dia de sol pra lá de espectacular. Faz bem. Chega o fim de semana e logo vemos o que sai na rifa.

 

Estreei-me na praia este ano

É. Pois foi. Tinha metido na cabeça que domingo ia para a praia. Acordei e o tempo cinzentão, encoberto, ares de nevoeiro.

Ah, mas avózinha dizia sempre, e nunca falhava: manhã nevoeiro, tarde soalheiro. 

Arranquei o homem da cama, preparamos a marmita com sandes de pão integral com sementes, fiambre de peru, queijo magro e pepino, iogurtes e fruta, água. Saco das toalhas, protector solar. Livro. Rumo à praia. E a esperança de ver uma nesga no céu por onde um raio de sol pudesse espreitar. 

Besunto-me de protector solar. 30. Homem não quis. Como sempre.

Não estava frio, mas aquele dia cinzentão, encoberto, desencoraja qualquer um a estar na praia. Mas eu estive. Qual mula teimosa. 

O tal raio de sol? Pois, não vi. O que veio foi frio. Pele de galinha é coisa que, por muito teimosa que seja, não suporto por muito tempo. Cabisbaixa, arruma tralhas e volta para casa. Que merda de dia de praia. O homem parece um camarão, ou bife mal passado nas costas. Eu avisei.

E nem a bola de berlim me soube bem.

 

Diz que vem calor e água mais quente para Setembro. Eu tenho férias em Setembro. Vou esperar. Assim como assim, há-de haver o verão de S. Martinho e o S. Pedro que se dane (com F).

 

 

Novidades do lar, doce lar

Quando juntámos os trapinhos e os cacos, houve coisas que comprámos novo para o lar, doce lar, mas houve coisas que trouxemos das casas das mães (que a bem dizer eram nossas). Foi o que aconteceu com televisões. Eu tinha a minha no quarto, ele tinha a dele no quarto e para a nossa casa comprámos uma para a sala. Resultado: a que ele trouxe ficou na cozinha, a que eu trouxe no quarto. 

E desde então aguardo pacientemente a oportunidade para tirar a tv do quarto e finalmente, seis anos e uns meses depois, eis que se deu o milagre. A tv da cozinha deu o pifo e ele bem que começou a dizer para irmos ver uma nova... ah e tal, mas enquanto não vamos, vai a do quarto para a cozinha. E antes que ele começasse a choramingar por tv no quarto, tratei logo de dar novo uso ao canto até então ocupado pela tv.

 

E está tão melhor assim. Só por causa das coisas já abanquei lá com o meu livro e dei-lhe um bom avanço.
Tenho para mim que o saudável hábito da leitura vai entrar novamente na rotina diária. E, literalmente, com novo embalo.

Deste verão 2014

Ainda não fui à praia.

Férias só para Setembro. (se não cortar os pulsos antes)

Praia só aos fins de semana, sendo que: ou chove, ou está frio, ou finalmente, milagre, está sol e calor e eu estou ocupada.

Ora foram-se

Estou a ressacar por uns raios de sol a banhar a minha cútis. Não sou branquela, mas a continuar assim, não falta muito para me transformar em copo de leite. Translúcido!

 

Ainda mal usei vestidos, comi poucos gelados, ainda não fiz um churrasco no meu terraço, zero de bolas de berlim (pois se ainda não assentei o meu real traseiro na areia, nada de bolas de berlim na praia). Tudo aquilo que é típico do verão, estão a ver?! Pois, eu também queria ver, mas não vejo.

De maneiras que é isto: amuei com S. Pedro, e a derradeira esperança está num Outono com sabor a Verão, que é quando tenho férias. 

 

Just in case, vou acender umas velinhas ao S. Pedro!

 

 

Inspira-me: se só pudesse levar 3 livros para uma ilha deserta

Eu podia fazer batota, mas não vou fazer. Podia escolher trilogias como se contassem apenas como um livro, mas não. Vou escolher uma trilogia que habita na estante da minha sala à espera de ser lida. É uma edição limitada, em capa dura, e cada volume tem uma média de 900 páginas.

As Mil e Uma Noites.

 

 

 

Tinha muito com que me entreter. 

 

 

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