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Estórias na Caixa de Pandora

Ressaca pós férias

O que é bom acaba depressa. Férias foram-se. Chego hoje ao lar, doce lar e amanhã já é dia de picar o ponto.
Para trás fica uma semana de muito descanso (já que a chuva não deu tréguas), outra de muita amizade, boa companhia, comida da boa e locais aos quais regresso sempre com imensa ternura e paixão. A fechar com chave de ouro, casamento do primo em Sintra. Hei-de seleccionar algumas fotos para partilhar, mas agora vou matar saudades dos felinos, até porque eles estão em modo "carência bruta" e não me largam.
Devia era haver férias para descansar das férias. 

Início das férias

Chuva. Aos trambolhões.

Sem carro. Sim, porque o dito era para ter sido entregue na última quinta, depois não era na quinta era na sexta, de sexta passou para segunda e de segunda para terça. Se hoje apanho o carro nas mãos penso que é mentira. Ca neura!!

O que mais fiz? Dormir. Entregar-me à preguicite no sofá.

Fui ontem à prova do meu vestido e está lindo. A costureira mudou um pouco os planos iniciais, mas ainda bem que o fez. O trabalho está, para mim (claro!), deslumbrante. E gosto tanto do talento dela que ando aqui a magicar arranjar tecido e mandar fazer um jumpsuit, já que nunca encontrei nenhum que assentasse neste metro e meio de gente, com as medidas de corpo que tenho. Por ora, o meu vestido lindo para o casório. Quinta já o tenho pronto. 

 

 

 

Até me emociono!

Ao contrário do que eu quis acreditar, o Verão não veio em Setembro, passou aí ligeirinho e já se foi. Tão rápido que mal dei por ele. É mal geral. Este ano somos muitos a lamentar a pouca praia, o pouco sol e calor, o pouco bronze e sabor a sal na pele. Paciência.
Vou mas é aproveitar este nirvana e descansar, repor energias, tratar de assuntos pendentes que só nas férias se consegue, descansar, namorar, descansar, namorar, visitar amigos, rumar ao meu amado Alentejo, rever amigos que guardo no coração, descansar (já disse?). 
Enfim férias...

Yay or nay?!



Sou old school ou old fashion em algumas coisas. O papel é uma delas. Adoro caderninhos, bloquinhos, agendas. Mas lá vem o dia em que repenso tanto papelinho atrás de mim. Há uns tempos aderi à agenda do Google. Simples de usar, sincroniza no smartphone e assim está sempre acessível (a menos que se acabe a bateria), com a vantagem de podermos agendar notificações dos itens agendados, quer por mail quer por sms: não há motivo para esquecer o que quer que seja que esteja marcado.

Só que nada substitiu um bloco de notas onde rapidamente se aponta qualquer coisa. E apesar da ideia ser deixar de usar agenda, principalmente para ser menos uma coisa a carregar na mala, a verdade é que acabo por enfiar dentro da mesma um bloquinho ou um caderninho, porque há coisas que o digital não substitui o papel. 

Já começo a ver as agendas para o próximo ano e fico de coração a palpitar por uma. Será que vou resistir e vou passar a usar apenas e só a agenda digital? 

Quem, por aí, usa só agenda digital, usa agenda de papel, usa ambas? Vantagens e desvantagens?

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