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Estórias na Caixa de Pandora

E mais um sábado embrenhada na natureza

Na empresa, onde estou a trabalhar, é tradição, em mês de aniversário, organizarem um sábado, num local próximo, com muitas atividades, comida e diversão, para todos os colaboradores. Este ano fomos fazer um peddy paper no Parque Ambiental do Buçaquinho, em Esmoriz, seguido de porco no espeto, aula de zumba e bailarico. Foi um dia bem divertido, animado, de bom convívio!

Quanto ao local, deixo algumas fotos para abrir o apetite a uma visita. Eu irei voltar, porque é fabuloso. 

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Evitei publicar fotos da zona dos piqueniques, porque evidentemente havia muita gente, não só do nosso grupo, mas de pessoas que aproveitaram o sábado de sol para um dia em família naquele espaço. Privacidade e respeito pelos outros, que não se sabiam fotografados. 

 

Mais uma leitura concluída, e que leitura!

Uma colega de trabalho emprestou-me este livro. Demorei dois meses a lê-lo, mas sendo que o dito tem 684 páginas, faz de conta que me mantenho no objetivo de um livro por mês. 

Demorei a lê-lo por motivos de falta de tempo, ou tempo limitado. Mas o livro prende, e se prende. 

Sei que foi um fenómeno de popularidade o ano passado, mas passou-me ao lado. Já pesquisei sobre ele e li várias opiniões. Se é perfeito? Não. A crítica mais apontada recai nos diálogos infantis e um tanto ou quanto surreais entre as duas personagens que viveram uma história de amor: uma adolescente de 15 anos e um escritor na casa dos 30. 

Houve alturas que pensei nisso. Era o que mais me ia irritando no livro eram aqueles diálogos de Nola, a adolescente. Mas, calma e leiam. A sério. Porque a acção vai mudando e quando pensamos que encontramos a solução que tudo explica, descobrimos que estamos enganados. 

Transcrevo um excerto de uma crítica que vem publicada na contracapa do livro. Resume tudo muito bem:

Se começar a ler este grande romance, está perdido: terá de continuar até ao fim. Sentir-se-á manipulado, desorientado, assombrado, irritado e apaixonado por uma história com muitas surpresas e pistas falsas. in Le Journal du Dimanche.

E mais não digo! Leiam. Recomendo mesmo a leitura de A verdade sobre o caso Harry Quebert.

 

 

Treino de braços (ou quando achava que não podia haver pior que o de pernas)

Ontem a aula de ginástica foi com elásticos. Pensava eu que íamos continuar na linha da aula anterior, dedicada ao treino de pernas. Mentira. Foi braços. E o que eu suei, sofri e esforcei. De todas as aulas que já fiz, a mais difícil, a que mais me custou fisicamente.

Pensava que a minha parte fraca era pernas. Pois sim. Braços. Não tenho força de braços. Houve um exercício que só com ajuda da professora e mesmo assim... 

 Abdominais, voltem, estão perdoados! 

Zuuuuuuumbaaaaaaaa

A M.J. com este seu post, despertou em mim a vontade de mandar uns bitaites sobre a modalidade da moda: zumba.

Acredito que a modalidade seja divertida, mistura dança e ginástica cardio, bla blá blá, não me apetece dar uma de wikipédia. Ora bem, há uns anos atrás, ainda longe de se ouvir falar de zumba, eu fiz parte de uma pequena turma, num ginásio de vila pequena, cuja modalidade era aerolatinas. Aquilo tinha uma parte inicial de aquecimento com cardio e depois aprendíamos coreografias com mistura de passos de dança, principalmente latinos. Foi aí o meu início na salsa, no mambo, no cha cha cha, no samba. E gostei. Tanto que acabei por, mais tarde, ir mesmo para danças latinas.

Agora que ando em danças, olho para a zumba e não lhe acho piada nenhuma. Desculpem-me as fãs. Não vão sair dali a dançar salsa ou cha cha cha. Sim, podem aprender o passo base, mas peguem num par e dancem. Pois... não é a mesma coisa que andar aos saltos de um lado para o outro a levantar pernas e braços.

E agora que ando em aulas de ginástica, reforço dizer que a zumba não tem piada nenhuma. Nas minhas aulas de ginástica tenho 3 partes distintas da aula: cardio, localizada e alongamentos. E a instrutora faz aulas diferentes, ora trabalha mais pernas, ora trabalha mais abdominais, ora trabalha ambos. Em quase dois meses de aulas, não apanhei duas aulas iguais.

Ora a zumba a mim parece-me que é daquelas coisas que nem é carne nem peixe. Mas pronto, serve para mexer o corpinho, divertir, conviver. Cada um faz o que gosta, a mim dificilmente me apanham na zumba. 

 

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