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Estórias na Caixa de Pandora

Não leio o Financial Times

E depois a Neurótika diz-me que estou atrasada uns anitos. A China é primeira potência mundial desde 2006. 

Ah fonix, está explicada a invasão de chineses nos últimos anos, com todos a prestar uma vénia e a darem-lhes benefícios para a abertura, porta sim, porta sim, se uma loja ou negócio da China. Começaram com as lojas de chinesices, depois tomaram conta dos grandes negócios. 

É melhor estar mais atenta, não vá Portugal ser declarado província chinesa e eu a leste do paraíso (chinês) de olhos em bico. 

Pandora, esse fim de semana?

Comi um corneto de morango quando queria comer um de limão.

Chateei-me com o Ghande e ando de trombas desde sexta.

Fui passear pelo cais de Gaia e zona ribeirinha do Porto. Sim, pela primeira vez. Antes tarde que nunca. 

Tenho a marca das sandálias nos pés, o que significa que apanhei um escaldão nos pés. 

Doem-me os gémeos, o que significa que andei para caraças a pé.

Tirei uma foto com um dos meus vestidos brancos e assustei-me: pareço grávida. Maldito corneto.

Hoje está de chuva.

E eu ia era outra vez de férias. Para uma ilha deserta. Onde só houvesse folhas de bananeira para comer.

 

 

Help!

Caros leitores/leitoras aqui da caixa, preciso das vossas dicas.

Sites fidedignos onde se possam ver séries/filmes online, e que sejam compatíveis com o windows XP (sim, o meu portátil tem 10 anos, é pré-histórico, mas ainda dá para o gasto). O que recomendam, conhecem, o que usam, partilhem aqui com a Pandora, por favor!!

Eternamente grata.

 

Futah

Encomendas em 2015, pagas em 2016. Com sorte tens a toalha para ir à praia em 2017.

Deveria ser a campanha de marketing, a julgar pelo meu caso. Ou eu tenho o azar de ser a (in)feliz contemplada destas cenas tristes, ou realmente tanta fama para tão pouca qualidade de serviço.

Assim como assim, também devem  pensar que eu, tadinha, sendo da Beira Litoral, não preciso da toalha para nada, que o tempo até está de chuva, e quando está sol faz vento, e coiso... 

 

Ando aqui a remoer se ligo ou não ligo, outra vez. É que a ligar, novamente, a simpatia é guardada no bolso e rodo a baiana, porque paciência tem limites, e a minha é grande, mas não é infinita. 

 

Haja diversidade

De manhã acordei e vim trabalhar crente que, não tinha dormido apenas uma noite, mas aí uns dois meses, já que não me pareceu estar a 27 de Agosto, mas a 27 de Outubro, em pleno Outono, quase Inverno.

Há hora de almoço faz um bafo que quase, mas dizer quase é quase exagero, me lembram as férias no Alentejo. Palpita-me que à noite está bom para ir à praia apanhar bronze.

 

Baixou em mim a dona de casa perfeita

Ontem a TPM deu-me para dar uma de dona de casa perfeita. Depois da ginástica e de jantar, foi lavar louça, preparar um snack para os lanches da semana, preparar uma receita nova na Yämmi para o jantar de hoje, já que vou chegar mais tarde a casa, arrumar cozinha, lavar chão. E fui ao banho perto da meia-noite. Cansada, mas com uma sensação de dever cumprido e alguma incredibilidade de como fiz tanta coisa em pouco tempo. 

Hoje posso ligar o modo dondoca e dedicar um tempinho ao tratamento de beleza. 

Um dia gata borralheira, no outro Cinderela. 

 

Ainda não falei do livro do momento. É hoje.

Sou pouco dada a febres literárias ou cinematográficas. Quando meio mundo fala de um livro ou filme, eu deixo-me estar sossegada. Foi assim com Dan Brown, quando toda a gente falava do Código Da Vinci. Tenho-o lá, oferecido, mas ainda não o li, até porque vi o filme e gostei muito. E diz quem leu o livro que o filme está bem adaptado. O mesmo não aconteceu com Anjos e Demónios, que li o livro em menos de nada, num fôlego entusiasta, e depois o filme foi um balde de água fria. 

Adiante. Toda a gente fala no livro sensação, A Rapariga no Comboio, de Paula Hawkins, e eu, ao contrário do meu normal, fiquei com a dita pulga atrás da orelha. Li A Verdade sobre o Caso Harry Quebert , e o livro prendeu tanto, surpreendeu tanto, que pensei que qualquer outro que viesse a ler ia saber a pouco. Na onda do suspense e thriller, aproveitei um cheque prenda, que me ofereceram no aniversário, e lá comprei o livro sensação.

a rapariga no comboio

Não desilude. Comecei a lê-lo devagar, não estava a prender muito, o tempo era pouco, o cansaço muito. Quando fui de férias levei-o, pouco crente que conseguisse ler, tão pouco acabar os 3/4 que ainda me faltavam ler. Pois que no dia em que fomos até à piscina e nos refastelámos na frescura de uma sombra, li tudo, de um fôlego, só parando na última página. A estrutura narrativa é o que de melhor destaco no livro. Narradores diferentes, personagens, que vão evoluindo e contando os factos, sempre do seu ponto de vista, tão subjetivo como é a sua posição no enredo. Assim o leitor vai construindo o enredo principal, como se fosse um puzzle, ao passo que vai conhecendo melhor as histórias das personagens intervenientes. O desfecho é um imprevisível previsível para os atentos, para os que percebem, o que não será difícil, as pistas deixadas nos relatos, os sinais, as evidências. É neste desfecho pouco surpreendente que residem as críticas mais negativas. Mas não retira, a meu ver, o interesse do livro. O enredo assenta na premissa: nem tudo o que parece, é. E temos a particularidade de uma narrativa a três vozes, todas elas femininas. Personagens complexas, com alguma densidade dramática. Ninguém é totalmente bom nem mau. São pessoas comuns, moldadas nas suas experiências de vida e traumas. E mais não digo...

 

Se eu fosse uma blogger pipoca...

Mas não sou, e por isso é que estou há três semanas à espera que a Futah se digne a dar-me o raio da referência MB para eu pagar a toalha xpto que quis oferecer ao meu namorado. Se eu fosse uma blogger pipoca tinha a merda da toalha de borla, mas como quero pagá-la, estou aqui à espera que se dignem a reponder-me a um e-mail e a um telefonema, que entretanto fiz, para ter acesso aos dados para pagar a bendita toalha.

Citando o telefonema feito uma semana após a encomenda e envio de e-mail: lamentam a demora pela resposta ao e-mail, mas têm pessoas a menos (período de férias, entendo), e grande volume de trabalho (parabéns).

Mas três semanas para facultar os dados para eu pagar a encomenda e poder receber o artigo, de preferência ainda este verão, já é abuso da minha paciência, não?!

E ainda estava a ponderar encomendar uma para mim também, eventualmente no próximo ano. Está bem está. Até para pagar está complicado. Nem quero imaginar como será o envio/entrega. 

 

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