Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Estórias na Caixa de Pandora

Já faltou mais para ir pastar

Ontem jantar vegetariano (e consequentemente almoço de hoje também).

Antes de dormir, chá de gengibre, limão, alho e uma colher de mel. Garganta melhorou. Ouvidos também. E fiquei menos entupida do nariz, talvez tivesse sido o aroma do alho.

Se abuso nisto da comida vegetariana temo que o homem assalte as latas de comida dos gatos. 

 

Ai ai ai... como recusar um convite destes?

blog animais.JPG

 

Eu, Pandora Maria Rococó, pouco habituada a receber mails e convites, acuso-me como uma distraída quanto ao mail do blog. Lembro-me de lá ir uma vez por semana, às vezes mais tempo. Eis que tinha um mail de uma leitora à minha espera, o qual respondi com atraso, mas com todo o carinho e atenção que ela merecia, e tinha um convite para participar como co-autora do blog Amigos dos Animais.  

Aceitei o convite, mas não sei se estarei à altura para publicações frequentes. Vou tentar, ainda mais porque o tema do blog me diz muito, muito mesmo. 

Obrigada pelo convite. 

Mais um livro acabado

A-Filha-do-Papa

A Filha do Papa, de Luís Miguel Rocha, já estava na minha whishlist de livros há algum tempo. Nas minhas férias por terras alentejanas, encontrei-o em promoção de 50% e, já que tinha acabado o livro que levei para férias, achei que era de aproveitar. Eu bem que juro não comprar livros enquanto tiver tantos em lista de espera na estante, mas depois acontece-me disto e como resistir?

Um thriller de prender o leitor. A cada capítulo uma revelação, vários twists no enredo, ninguém é o que parece. Polémico, já que o autor tem a ousadia de colocar em xeque o Vaticano, a Igreja Católica, os seus segredos, as suas intrigas, os seus esforços, sem olhar a meios, para preservar uma imagem pública que pouco tem de real, e ainda a luta pelo poder e pelos interesses de quem se move dentro do Vaticano. 

O final surpreende. Mas todo o desenrolar da trama até ao desfecho é um constante de surpresas para o leitor. Haverão algumas coisas que o leitor pode começar a suspeitar, a fazer as suas próprias ligações, mas são tão subtis as pistas deixadas, que acabamos sempre surpreendidos com as revelações. 

Aconselho a leitura para quem gosta de thrillers, e para quem tem um certo prazer em ler sobre os "podres" escondidos da Igreja, uma Igreja regida por homens tão cheios de defeitos, tão gananciosos, sedentos de poder, como qualquer leigo. Quem for muito devoto, não leia. Vai ficar escandalizado. 

 

 

Pandora, que tal o fim-de-semana?

Recebi a notícia inesperada da gravidez de uma amiga. E a forma como me deram a notícia foi original e eu ao início nem estava a perceber. O mais curioso é que já tinha desconfiado. Feliz por estar a caminho um(a) sobrinho(a) emprestado, que ainda por cima está previsto nascer no meu dia de anos. 

Primeira gripe a caminho. Dores de cabeça, uma tarde de domingo enfiada debaixo de mantas no sofá, dormir horas depois de tomar um Brufen, dores de garganta, ouvidos, nariz entupido. E viva o frio e o outono e as gripes (NOT). 

Tagarelei com a minha amiga alentejana. Bolas que lá estão 34º. Eu devia era migrar para o Alentejo. 

 

Universitários ou sociopatas?!

Caloira no hospital após praxe com álcool na praia. 

Isto para mim não é praxe. Não é integração. Não é merda nenhuma a não ser comportamentos sociopatas que devem ser punidos como potenciais homicidas, e isto antes de se tornarem serial killers. E não me digam que eu estou a exagerar. Só um filho da mãe de um sociopata, desprovido de valores morais e sentimentos, para manipular os outros e levá-los a arriscar as vidas. 

Ah e tal os caloiros podem dizer não. Podem, mas com "veteranos" destes dizer não e enfrentar a dita praxe de integração pode trazer consequências assustadoras. Quem tem cu, tem medo, diz o povo e diz bem. Os caloiros estão numa fase em que se sentem fragilizados: a mudança para a universidade, muitos implica sair de casa, da sua cidade, estarem sozinhos, sem amigos, sem conhecerem nada nem ninguém. Vendem-lhes a praxe como integração e fonte de amizades. Pois, eis a manipulação dos projetos a doutores que não passam de uns merdas para com os que se encontram fragilizados.

Enterrar pessoas vivas, embebedá-las até perderem os sentidos, atentar contra a integridade física e moral dos outros é CRIME. Não é praxe. 

 

Pág. 1/7