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Estórias na Caixa de Pandora

Uma foto de Pandora

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 Ah ah ah, da nuca de Pandora.

Pela foto não se percebe o novo vermelho que tem o cabelo. O corte está o que eu queria. Pontas da frente compridas, atrás curto e bem escadeado. Hoje vim da cabeleireira com ele repinicado atrás e esticado nas pontas compridas da frente. Dentro de poucos dias terei os caracóis de volta. 

E parece-me que tenho motivos para me fidelizar à cabeleireira que me fica à porta de casa. Estou crente que encontrei a special one para me tratar dos caracóis. 

Agora vou ao descanso que isto de levantar cedo em dia de folga é só para doidos. Beleza, a quanto obrigas! 

Logo a noite vai ser longa e espero que a festa seja de arromba. Pelo menos vamos fazer uma passagem de ano diferente das que temos tido. E a coisa promete. 

 

O cinza de Pandora

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 Tirar fotos às unhas é uma chatice. Mas pronto, foram as possíveis, dentro da minha pouca paciência hoje, para registar mais um fantástico trabalho da minha Andreia linda, que me fez render ao mundo das unhas de gel. E eu chego lá com a ideia de unhas cinzentas, mas como é altura de festas e tal, bling bling, uns brilhantes prata. Dou-lhe liberdade criativa, que ela tem talento e já me conhece os gostos. 

 

 

Ano novo, corte de cabelo novo

Eu sei, eu sei, ainda não há muito tempo cortei, mas é assim, já estou aqui com o bichinho de lhe voltar a mexer, e aproveitando a festa de passagem de ano, que este ano escolhemos uma coisa diferente, assim mais tchanan, e vai que juntando o útil ao agradável, decido que está na hora de pintar, cortar, e já vou de cabelo arranjando para a big party. 

Ora, dado o dia que é, as cabeleireiras estão com as agendas lotadas. Eis que decido finalmente experimentar a que fica mesmo ao pé de casa, ali a dois passos, que vou a pé e tudo. Ela não trabalha por marcação, é por ordem de chegada. Amanhã planto-me lá cedo, na hora de abertura. O corte, depois de andar a ver imagens para me inspirar, apaixonei-me por este: 

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Agora é torcer para que a "nova" cabeleireira tenha mãos de fada para os meus caracóis e me faça assim um corte uau. Se o fizer, é desta que me fidelizo a uma cabeleireira. Juro! 

 

Leituras em 2015

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Até me sinto envergonhada. Mas paciência, cada um faz o que consegue e a mais não é obrigada.

Tenho visto post's de quem faz agora um apanhado dos livros lidos no ano 2015. Algumas pessoas ultrapassaram a barreira dos 50's. Outras andam nos 20's. 

Eu li 8. Queria ter conseguido mais. Não consegui. Gostaria de ter o ritmo frenético de leitura que tive noutros tempos, mas a vida e as ocupações mudaram, portanto longe vai o tempo em que 300 páginas de livro dava para dois ou três dias, dependia do quanto agarrada ficava ao livro.

Em 2015 li 8 livros. E tive aulas de dança, e comecei com aulas de fitness, e ensaiei uma coreografia para um espetáculo, e mudei de escola de dança, e fiz workshops e um curso de lady styling, e cozinhei, e vi séries, e saí para dançar com amigos, e passeei um pouco, e conversei muito, e brinquei e tirei belas sestas com os gatos, e jantei fora, conheci novos sítios, provei novos sabores... Portanto, orgulhosamente, li 8 livros.

 

Gostam pouco, gostam!

Não entendo. Juro que não entendo.

Reclamam dos centros comerciais cheios, confusos, as lojas desarrumadas, o estacionamento apinhado, a fila de trânsito, mas ah e tal é natal e é preciso ir comprar as prendas.

Dias depois volta o mesmo cenário, nos saldos.

Quando precisei de ir ao centro comercial acabar as compras de natal, acordei cedo a um sábado, às 10h da manhã estava a estacionar o carro, às 10h40 a vir embora com as compras todas feitas, e fui a várias lojas. Saldos, há muito que se quero ou preciso de alguma coisa, vejo online.

Não gosto de centros comerciais apinhados, não gosto de lojas desviradas, pior que a Feira de Espinho em pleno agosto, não gosto do mulherio histérico a correr atrás da roupa como se lhe faltasse o ar para respirar e aquele casaco, que provavelmente não vai ser usado mais do que uma vez, na passagem de ano, fosse a salvação de morte certa. Se não gosto, sou coerente: não vou. Se tenho mesmo de ir, vou logo pela manhã, hora a que as lojas abrem e ainda está tudo no sítio e as funcionárias com frescura e paciência para atenderem. 

 

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