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Estórias na Caixa de Pandora

Ah, 2017 começas a matar

Hoje foi-me proposto pela direção do departamento mudar de equipa de trabalho e de posto de trabalho. Necessitam urgentemente reforçar a equipa com alguém com as minhas competências linguísticas. Se o trabalho é mais desafiante do que o atual? Sim. Se vai mais ao encontro das minhas aptidões e competências? Sim. Mas, implica mudar de equipa de trabalho e de chefia direta, e aqui é que a porca torce o rabo. Estou tão bem integrada na minha atual equipa, que me está a custar digerir esta mudança. E a equipa para onde vou, bem, digamos que há lá uns elementos que mais vale a distância e a pouca confiança, porque é o que quero de pessoas falsas e interesseiras. E quanto à chefia, do que conheço e da fama que tem, creio que vou desembarcar num pequeno inferno.

Pronto. É isto. Nova oportunidade profissional dentro da empresa. A direção a apostar forte em mim. A minha atual equipa, chefe incluído, em choque por sair, eu em estado de nervos com o que me espera. só que vem aí um desafio muito interessante para mim, e vou agarrá-lo e dominá-lo, porque é assim que funciono: entrego-me e dedico-me. Há-de correr bem. Esperam-se tempos próximos mais atribulados, com muita coisa para aprender e dominar. 

As mudanças assustam-me. Mas também é desse medo do desconhecido que descubro uma força em mim que me faz dobrar o Cabo das Tormentas. 

Só preciso que agora passe este choque inesperado, para começar a pôr ideias em ordem, arregaçar mangas e enfrentar o touro de frente. 

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