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Estórias na Caixa de Pandora

Ah, o fim de semana prolongado!

Está quase a acabar e é tempo de aproveitar o restinho que sobra para descansar.

É que por estes lados o fim de semana foi em modo non stop.

Na sexta rumámos um grupo de amigos a Montemor para um jantar surpresa de aniversário. A aniversariante andava desconfiada, mas ainda assim, viu a casa inundada de familiares e amigos e foi bem divertido. Deitei-me a passar das 3h da manhã.

Sábado foi dia de limpezas e arrumações, aproveitei para dar uma boa geral ao quarto/escritório e pus o homem a destralhar coisas que guarda e acumula e me faz arrepios de nervos com tanta tralha e tralhinha que consegue juntar. À noite fomos ao cinema:

Eu já tinha visto a Branca de Neve e o Caçador, e tirando a enjoadinha da Kristen Stewart, gostei muito. Adorei este, o argumento foi muito bem encaixado no do filme anterior, sem se prender a ele. Jessica Chastain e Emily Blunt estão soberbas, Charlize Theron é magnífica, e apesar de não aparecer muito neste filme, a sua performance é arrebatadora, ou demoníaca, como preferirem. Uma rainha maquiavélica absolutamente fascinante. Gostei do argumento, dos momentos de humor, gostei da ligação com o filme anterior. Enfim, quando vou ao cinema é para me distrair e entreter e foi um ótimo filme. A banda sonora e a fotografia do filme são fascinantes. Um épico com toques de humor, fantasia, emoção e humanidade. 

Domingo foi dia de rumar um pouco mais a norte e almoçar com amigos com quem já não estava à meses. Boa comida, boa companhia, boa conversa, o primeiro gelado do ano, a primeira caminhada junto ao mar do ano, e vai a menina de decote que estava calor e fica bronzeada no colo. Estou com bronze à trolha, diga-se. 

Para terminar em beleza, hoje rumámos depois de almoço novamente ao cinema. Desta vez para um filme mais ao gosto dele, mas que também aprecio. 

Um elenco cativante, uma pena Ryan Reynolds não ter mais tempo de cena, que aquilo é de encher as vistinhas, adiante... Kevin Costner como há muito não o via num papel tão bom. O argumento muito bem conseguido para aquilo que se podia prever "mais do mesmo". Neste filme o que mais sobressai é, sem sombra de dúvida, a performance de um fantástico Kevin Costner. Que papelão ele desempenha.

 

Agora, se me permitem, vou ali descansar o esqueleto, que eu bem queria mais um dia de folga, mas não pode ser. Amanhã o despertador toca cedo e a rotina semanal recomeça em força.