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Estórias na Caixa de Pandora

Deu-se o click

Esta semana a minha doce menina-princesa enviou-me uma mensagem pelo facebook onde me dizia já ter o meu miminho natalício, mas que só o podia enviar no início do mês.

E eu fiquei com aquele ar de "o quê? como? Natal? quando?" e caiu-me a ficha. 

Zero de espírito natalício, zero de prendas ou, no mínimo, lista de pessoas e ideias para ofertas.

Em minha defesa, a lista de pessoas a mimar é pequena. É a que me faz sentido, não por poupança no orçamento, mas porque são as pessoas especiais durante os restantes dias do ano, nos meus momentos de alegria e tristeza, as que, independentemente da distância geográfica, estão comigo e eu com elas, no matter what. Então, e apesar de não ter nada decidido em definitivo, já tenho algumas ideias para algumas dessas pessoas. E confesso, a mais fácil de escolher foi a da Isabel. Ainda não está comprada. Mas já está decidida há muito tempo. Basta saber o que ela gosta, o que ela valoriza, o que para ela é especial. E como ela me escreveu no meu aniversário, mais do que dar prendas, o importante é criar momentos especiais às pessoas que nos são especiais. E, sem dúvida, este está a ser o mote das minhas escolhas para os miminhos natalícios. Pensar em cada pessoa e encontrar aquilo que lhe pode proporcionar um momento especial neste Natal. 

Assim, já andei a ter algumas ideias, já encontrei excelentes sugestões. Só falta mesmo eu respirar fundo 47 vezes e enfrentar a multidão nas compras: entrar nas lojas que já selecionei, ver in loco o que idealizei, sem deixar de estar aberta a outras sugestões que se apresentem perante os meus olhinhos e me encham o coração a pensar naquela pessoa. 

Acho que vou tentar a minha sorte este fim de semana (começando já hoje à noite), crendo que ainda não há assim uma multidão tão enfurecida em busca das prendas de Natal.

Wish me luck! 

 

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