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Estórias na Caixa de Pandora

Dia internacional da Mulher

Há quem concorde, há quem discorde deste dia. Há quem ache uma estupidez, há quem ache uma devida homenagem.

Eu, na minha insignificância, não vejo este dia como a oportunidade de ir jantar com amigas, ver um striptease manhoso, andar aos gritinhos, como se a minha única saída ou fuga da rotina familiar e profissional fosse essa noite de 8 de Março. Isso é subverter a simbologia deste dia.

E este dia serve para que nos lembremos de como as nossas antepassadas lutaram por direitos que hoje temos como adquiridos, lembremo-nos que, por esse mundo fora, a condição de se ser Mulher ainda é um fator de discriminação, de desigualdade, de condição inferior, quase equiparada a escrava. 

Este dia simboliza a constante luta pelos direitos das mulheres, que mais não são que os direitos do ser humano: a dignidade, o respeito, a segurança, a igualdade de escolhas e oportunidades, a liberdade. E, infelizmente, apesar de já se ter avançado social e culturalmente em várias partes do mundo, a verdade é que de forma global, nós mulheres sofremos de discriminação, de desigualdade, de julgamentos e pré-conceitos sociais que são chicotadas na nossa condição de mulher e ser humano.

Este dia existe não só para vestirmos de rosa, recebermos flores e mensagens nas redes sociais a parabenizarem-nos por sermos mulheres. Não existe só para irmos jantar com as amigas, numa noite dedicada às mulheres.

Este dia existe para lembrar a luta que todas nós temos pela frente. A luta pelos nossos direitos humanos. 

 

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