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Estórias na Caixa de Pandora

Gerir expectativas

 

 

O problema não são os outros. Sou eu. E a expetativa que crio em relação a eles. Esta mania de me entregar e dar(-me) tanto que depois quando eu preciso de ajuda, de apoio, de cinco minutos do seu tempo, está tudo concentrado nas suas vidas, extremamente ocupados sem espaço e vontade para a minha pessoa.

É fodido, mas é a vida. Aceito. Tenho de aprender, de uma vez por todas, a não criar expetativas em relação aos outros e muito menos esperar que um dia retribuam, nem que seja uma ínfima parte, o que já lhes dei. Tenho de aprender a ser ainda mais egoísta com o meu tempo e a minha energia, a saber que só posso contar comigo e comigo mesma, e que mesmo eu própria posso não estar à altura das expetativas.

E quando tiver definitivamente aprendido essa lição, não terei de lidar com as desilusões amargas que me assaltam nos meus momentos de fragilidade.

 

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