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Estórias na Caixa de Pandora

Lá vai ter de ser

Há coisa de dois meses que comentei com o Gandhe que podíamos trocar o nosso forno da cozinha. Quando comprámos o apartamento, ele já lá estava, a marca é muito boa, mas o desgraçado estava com evidentes sinais de mau trato dos anteriores proprietários. Ainda assim, já o uso há sete anos, quase oito, e vai dando para o gasto. Gandhe não só concordou como ainda disse que se podia aproveitar e trocava-se também a placa de gás, já que também está gasta, com as grelhas dos bicos enferrujadas, e alguns sinais do pouco cuidado dos antigos proprietários, que eu tentei diminuir com limpeza e cuidados, mas não faço milagres.

Ora então que o ano começa e tenho uma pequena lista de coisas a fazer/comprar para a casa este ano, e o forno e a placa são logo os primeiros itens (para o verão vem a saga de pintar paredes e tectos de todas as divisões, mas cada coisa a seu tempo). 

Ontem, como ia ter aula de ginástica, cheguei a casa, temperei um roti de peru, e deixei o homem de olho no forno enquanto o roti assava e eu ia ginasticar. 

Quando chego, o roti estava no forno há mais de uma hora, a 220º e ainda não estava assado. Pois, já tinha dito que o forno não está a funcionar bem. Nisto o Gandhe vai para aumentar a temperatura, e fica com o botão na mão.

Planos para Sábado: ir ver um forno, de preferência, conjunto com placa de gás, novo. 

Eu sei que estava nos planos, mas não era preciso ser já. Só que pronto, antes que eu chegue ao dia 15 de Janeiro e já me tenha dado um lapso de memória para os planos de ano novo, o forno deu o jeitinho de acelarar o processo.

Agora vem a parte em que apelo às boas leitoras e companheiras de blogosfera: que tipo de fornos eléctricos recomendam (sejam fáceis de limpar, pelo amor do santo frango assado)? Marcas com boa relação qualidade/preço? 

 

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