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Estórias na Caixa de Pandora

Mini férias

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Foi assim que entrei nos 35: mochila às costas, sapatilhas, roupa confortável, maquilhagem ficou em casa, assim como os horários, as rotinas e as preocupações. Em modo à descoberta de Portugal, mais concretamente zona de Lamego e arredores e aí vamos nós.

Alguns monumentos visitados, o castelo de Lamego, a cisterna, a Sé, as pastelarias com a típica bola (provei de salpicão, de fiambre e presunto e de bacalhau... todas maravilhosas, mas ainda ficaram sabores por provar, mais um belo motivo para regressar), o Teatro Ribeiro Conceição, subir e descer os 620 degraus do escadário do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, fomos de propósito a Mezio comer o famoso arroz com salpicão, vimos a ponte e torre de Ucanha, uma portagem dos tempos medievais (naquele tempo já era assim: queres passar, paga), o parque eólico, alguns miradouros, fizemos o trajeto pelas margens do Douro até ao Pinhão, subimos a S. João da Pesqueira, visitámos as Caves Raposeira, com direito a prova, e com tanto passeio pouco usufruímos da fabulosa Quinta do Terreiro, onde ficámos instalados. O acolhimento foi excecional, e o pequeno almoço, bem, digno de telenovela brasileira: mesa cheia de iguarias, com direito a tudo e mais alguma coisa. Sentimo-nos os reis lá do burgo. 

S. Pedro mandou-me chuva, algumas (poucas) abertas que permitiram as minhas tão adoradas explorações a pé, conseguimos visitar vários sítios, outros ficaram para uma próxima, com melhor tempo.

Regressei de pernas doridas e coração cheio. Sabe tão bem estas escapadinhas. Acho que lhe tomei o gosto e os próximos aniversários serão assim: modo turista ativado! 

Só por curiosidade, os 35 trouxeram-me mãos de manteiga. No domingo deixei cair o telemóvel e foi um ar que lhe deu. Na segunda e já em viagem, na nossa primeira paragem histórico cultural, saio toda lampeira do carro já de máquina fotográfica nas mãos e puff... esbardalhou-se no meio da rua, daquelas em granito. Lá se foi a ótica. Valeu-me o telemóvel novo tirar boas fotos e foi um tal de fotografar, mas com alertas de segurança ligados ao máximo, não fosse também deixá-lo cair. Não caiu. Eu também não, e olhem que andar em ruas de pedra, com uma inclinação pouco recomendável e com chuva, foi um verdadeiro desafio de equilíbrio. 

O regresso fez-se pela serra, passagem por Alvarenga e Arouca, sempre com chuva e mais chuva. Chegar a casa e encher os gatos de mimos, e eles a mim, tão saudosos que estavam. Ficaram muito bem entregues a uma profissional de saúde animal (enfermeira veterinária), que, na ausência de emprego, criou o próprio negócio de pet sitting. Maravilhosa. Tratou muito bem deles, dava-me sempre feedback a cada visita que fazia, excelente trabalho, bom preço. Adorei a experiência e quando for para fora, será aos serviços dela que recorro. 

O resto da semana foi em modo off, descansar, descansar e descansar. E nos intervalos do descanso, lavar roupa, limpar a casa, ir a um convívio com as colegas da aula de ginástica, ir à aula de Lady Stylling. O fim de semana está aí e é queimar os últimos cartuchos destas mini férias, que segunda feira o despertador volta a tocar qual ditador. 

 

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