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Estórias na Caixa de Pandora

O cão não me comeu os trabalhos de casa, mas quase!

Confesso, não fui à aula de ginástica, sabendo que ia ser a tortura dos elásticos. 

E sim, não seria necessária uma grande desculpa para me baldar, mas a verdade, por mais parva que possa parecer, como a velha desculpa do cão ter comido os trabalhos de casa, é que faltei por factos superiores à minha (pouca) vontade.

A saber:

  1. Chefe perto das 17h passa-me um trabalho que tinha de estar pronto hoje de manhã. Portanto tinha de dar aos dedos. Já ia bem adiantada quando há uma falha de energia, adivinhem quem não gravou o ficheiro? Pois. Praticamente 75% do que já estava feito foi à vida e não se recuperou. Refazer. Colega até me esteve a ajudar, senão saía ainda mais tarde do que saí.
  2. Chego a casa tarde, mas ainda com tempinho para trocar de roupa e ir à aula, mas eis que o homem tinha chegado da consulta de oftalmologia e queria ir escolher os óculos à ótica do centro comercial mais próximo. Fui.
  3. Regresso a casa mais morta que viva, já a aula de ginástica devia ir a meio. Vou tratar do jantar. Salsichas à Brás, que é rápido, simples, e para lá de bom. O irónico é que quando chegou a parte de envolver os ovos batidos na batata palha e mexer energicamente, para envolver tudo muito bem, doía-me o braço. Toma lá, não fui aos elásticos, estive de colher de pau na mão.

 

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