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Estórias na Caixa de Pandora

Os anéis de Pandora

Pronto, sou menina de brincos e anéis. Gosto. Adoro. Brincos tenho muitos, anéis já fui de ter mais, até porque comprava bijuteria. Só que nem sempre encontrava tamanho para os meus dedos, raros eram os que não me deixavam os dedos verdes ou azulados, os que iam manchando e ficando feios. Então, se em brincos, não olho tanto à qualidade, aos anéis passei a preferir comprar prata ou aço. Ter menos, mas melhores.

Há dias falei aqui num anel que me tinha encantado. Pois que quando fui levantar a aliança, já arranjada, estava em cima da hora para ir ao cinema, e foi fácil desviar o olhar do anel que teima em me seduzir, como canto de sereia.

Quando ando assim meia a cismar com uma coisa, que implica ser uma compra supérflua, começo por ver, dentro do género, o que tenho, pensar se realmente "preciso" assim tanto de mais um. Aproveitei e tirei uma foto, que venho aqui partilhar, à falta de assunto melhor.

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Não são muitos. Sou menina modesta. Mas a verdade é que, apesar de ter a tara dos anéis, não os uso em todos os dedos. Na mão direita a aliança, na mão esquerda um anel. Só. 

Gosto de rendilhados e filigrana. As borboletas daquele anel em espiral têm as asinhas em filigrana, assim como as flores do que está ao lado. O do canto superior esquerdo é um anel de prata a replicar os antigos anéis de noivado, o do lado direito é um anel rendilhado que comprei há uns anitos na Magnólia.

Na fila de baixo, o das pedrinhas não é prata, é aço. E ao lado, com um efeito diferente, o meu primeiro anel de prata, comprado por mim, já há muitos anos. 

De ouro não tenho grande coisa, porque não gosto de usar ouro. Tenho um anel de ouro também com rendilhados, mas está guardado, não costumo usar. O anel de curso, está guardado numa caixa.

 

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