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Estórias na Caixa de Pandora

Pandora, a gordurosa!

Enquanto aguardava pela minha vez na consulta com a nutricionista, dava uma voltinha pela loja de produtos naturais. Trouxe uns rebuçados de propólis, sem açúcar, ótimos para o meu estado gripal, já que tem propriedades antibióticas e antiinflamatórias, entre outras (consultar Wikipédia), e depois dei de caras com umas latinhas de um creme à base de óleo de argão e manteiga de karité. Curiosa, perguntei à menina da loja quais eram as indicações de tal creme. 

Ah é muito bom para as peles secas, cieiro, pele gretada, então agora com o frio e as constipações... Nisto aponto para o meu nariz, com a pele seca, gretada, a estalar, qual pele crocante de leitão assado. E ela aproveita e dá o remate final: olhe, para isso é excelente, tem aí o tester.

Abro a latinha tester e vai de enfiar o dedo lá dentro e começar a besuntar o nariz. E diz ela: é só preciso um bocadinho, isso é muito.

Tarde demais. Já Pandora estava em modo bolo de bacalhau encharcado em óleo. Tenho para mim que se abrissem um ovo no meu nariz, ele estrelava. 

Adiante, lá fui massajando, espalhando, e acabei por ir à casa de banho tirar o excesso. Mas uma coisa é certa: assim que é absorvido pela pele, maravilha das maravilhas. Pela primeira vez nestes dias não senti a pele do nariz a repuxar, a arder, a estalar. Não. Estava suave e delicada, como o rabinho de um bebé.

Apesar da minha gafe de ir com muita sede à latinha, acabei a trazer uma para casa. E já sei: é só um bocadinho!

A pequena maravilha:

 

 

 

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