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Estórias na Caixa de Pandora

Fui aos saldos da Zara e sobrevivi

Nas minhas deambulações pelos saldos online, um casaco na Zara chamou-me a atenção. Um casaco curto, de pelo, numa cor neutra, bom preço e que não me fazia lembrar nenhum marreta ou desenho animado peludo (como o famoso casaco de pelo amarelo da Lefties que quando o vi só me veio à mente o Poupas da Rua Sésamo, ou outros que fui vendo e me ia lembrando do Elmo, do Monstro das Bolachas, da ovelha Choné... preciso de psicoterapia, não?!).

Ontem era dia de regressar à nutricionista. Convenhamos que tinha noção que a coisa não ia correr bem. Foram as festas, estive de férias, nas quais vegetei na horizontal no sofá, petisquei tudo o que me apeteceu e... bom, não ia à espera de milagres. Ainda assim não contava com o desastre que aconteceu.

Terminada a consulta, regresso ao carro que estava no centro comercial. Passei pela Zara e lembrei-me do casaco. Sem esperança, entrei, calcorreei a loja em busca do pelinho. E eis que vislumbro o casaco, mas no modelo comprido. Já a esmorecer vou ver se junto desse tinha o que eu queria. E não é que tinha? Um. Umzinho bem lá atrás dos outros todos compridos. Um S. Ora bolas, isto não me vai servir. No entanto, e numa de dar luta, lá fui eu aos provadores experimentar o casaco. E servia. E ficava tão bem. E não me senti a ovelha Choné nem nada parecido.

Enfrentei a fila e trouxe esta fofura comigo.

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Daqui 

E nos entretantos, passou-me a vontade de ir comer junk food para o McDonald´s, em jeito de afogar as mágoas que a balança deixou em mim. 

Pior a emenda que o soneto

Ontem aproveitei que tinha consulta às 18h30 e saí mais cedo. Para quem anda a sair às 20h ou perto disso, ontem saltei fora eram 17h30. E deu-me tempo para andar a bater perna o shopping antes da consulta. Quer dizer, fui a duas lojas. 

Numa de tentar sair da zona de conforto, fui experimentar peças tendência. Calças paperbag, uns calções de cintura subida, um laçarote... Ora pois que é moda e tendência as coleções estão cheias de peças do género, mas não, não é para toda a gente, não fica bem a toda a gente e eu sinceramente acho que estas cinturas altas com folharecos e laçarotes não beneficiam a silhueta feminina. Ou pelo menos a silhueta com curvas, como a minha.

Vai daí, e antes que me sentisse uma gorda infeliz, rumei à minha loja preferida e encontrei a minha zona de conforto, peças básicas, atemporais, que respeitam e valorizam a silhueta curvilínea feminina. Ora pois que agora resta-me suspirar e esperar pelos saldos... ou pelo subsídio de natal. 

 Tudo Mango, pois claro! 

Se o Pai Natal Secreto quiser tirar ideias, sinta-se à vontade 

 

Nota: agora que aprendi a inserir imagens como galeria, é um fartote!! É clicar nas setas laterais, sim?! 

Menos é mais

 Cansada de andar com uma carteira/porta-moedas tamanho XL para caberem os cartões e documentos e toda a treta que uma pessoa carrega. Cansada de ter de tirar quase tudo da mochila para conseguir tirar a carteira/porta-moedas XL e depois voltar a guardar, exatamente naquele ângulo, senão não cabe mais nada.

Há uns tempos fiz uma boa seleção ao que costumava trazer na bolsinha necessaire, e a verdade é que reduzi consideravelmente o volume de coisas, pelo que agora uma pequena bolsinha (ainda por cima em forma de cabeça de gato, miminho de Natal de uma amiga) chega e sobra para o que é indispensável. 

Agora chegou a vez da carteira/porta-moedas XL. Os cartões são muitos, verdade. Se preciso de todos eles? Uns mais que outros, mas nunca se sabe quando são precisos. Como substituir então a carteira/porta-moedas XL? Primeiro pensei em comprar um porta-cartões, daqueles com bolsinhas plásticas. Daria para os cartões menos usados, e teria uma carteira/porta-moedas tamanho S para os indispensáveis cartões (CC, carta de condução, cartão de seguro de saúde, cartão MB). Mas eu sou bicho que gosta pouco de ter as coisas espalhadas por aqui e por ali, e essa solução implicaria trocar uma carteira/porta-moedas XL por duas pequenas. 

Há meses que não entrava na Parfois. Esta semana, num momento que me permiti desanuviar a cabeça de uma semana complicada, dei de caras com esta carteira/porta-moedas que juntava o melhor dos dois mundos: bolsinhas plásticas porta cartões, divisórias próprias para os cartões mais usados, porta-moedas. Tamanho pocket. Gira. Prática. Gorduchinha, é certo, mas pequena e tão prática para manter tudo à mão em tamanho reduzido.

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E pronto, veio comigo e a minha mochila parece que ganhou muito mais espaço. 

Por falar em mochila, quando começam os saldos? Fiquei pelo beicinho com duas da Parfois: uma branca, perfeita para o verão, e uma num amarelo clarinho tão fofa. 

 Nota-se muito que estou completamente rendida às mochilas? Team mochila!! 

 

 

 

Digo eu, que não percebo nada de moda!

Isto é tendência? A sério?!

A bem dizer, já vi ao vivo e a cores uns quantos exemplares assim, com a rede de pesca por cima do umbigo, bem visível acima da cintura das calças. A bem dizer quase que tive um torcicolo quando me cruzei com uma destas fashionistas a primeira vez. 

Uma meia de rede a ver-se entre a sapatilha e as calças, acho engraçado. A ver-se pelos rasgões das calças, sim, até tem o seu estilo grunge. Agora a rede a trepar ali barriga acima, eh pá, é só ridículo.

 

E depois as mulheres é que são maluquinhas

Ontem, aproveitando a ida a consulta na nutricionista, e já que estava no centro comercial, rumei à Springfield para ir experimentar umas calças chino de algodão que tinha visto no site. Fui aos provadores com um tamanho 36 e um tamanho 38. O 36 não passou dos joelhos. O 38 consegui vestir, mas mexer-me ia ser tarefa digna de Hércules. Desisti. Passei à H&M para também ir ver umas calças chino de algodão que também tinha visto no site. Lá fui eu com um 36 e um 38 para os provadores. Comecei pelo 38. Cabiam quase duas lá dentro. Ok, vesti o 36. Também largo. Rejubilei por momentos, porque na H&M sou magra. Não trouxe os chinos porque eram de cintura subida e eu não gosto nada de me ver com calças que me tapam o umbigo e quase servem de amparo às margaridas. 

Moral da história: na Springfield eu sou plus size. Na H&M sou magra. Não me arrisco a ir à Bershka sob pena de me sentir uma baleia com obesidade mórbida. 

 

Um do li tá, não sei de qual gosto mais!

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As clássicas

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As douradas

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As prateadas

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As fashion com glitter prata

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Douradas, again

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Metalizadas

 

O meu coração divide-se entre as Superstar e as Stan Smith. E depois divide-se entre as diferentes versões, sendo que nitidamente estou com uma tendência para os dourados ou os prateados.

O meu coração divide-se. A carteira nem por isso. Vale-lhe não encontrar o meu nº e ficar-me só pela contemplação de um amor platónico.

 

Desanuviar a bolha

A moda anda estranha e não é de agora. Raramente me identifico com as tendências e lá vou continuando no meu estilo muito básico, low profile, apostando nas cores que gosto e com as quais me sinto bem. Mas se a atual moda dos bordados e folhos faz-me fugir a sete pés, já a das sapatilhas é moda para me pôr a babar. Ando a suspirar pelas Adidas Superstar em branco e dourado. Ainda assim, estou renitente em dar quase 70€ por umas sapatilhas, que ainda por cima é missão impossível encontrar tamanho que me sirva. Que faço eu para ver se me passa esta paixão platónica? Vou ver o que anda por aí nas novas coleções das marcas de fast fashion.

E eis que adiciono à wishlist fofuras como estas:

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Tão, mas tão primavera. Com um toque oriental, a fazer lembrar os tecidos de seda das gueixas. Aiiii que suspiro. Na lista para ir espreitar ao vivo e a cores, até porque a única coisa que me levanta aqui algum celeuma é aquela aplicação das florzinhas. Onde? Stradivarius. Pela simpática quantia de 19,95€. Deixem um 35 para mim, se faz favor.

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Já desde o ano passado que ando com ideias numas sapatilhas metalizadas. Estas sapatilhas, com umas estrelas perfuradas na lateral, são assim de me arrancar suspiros também. Imagino uma relação de amor profundo. E a ter em conta que tenho um modelo semelhante (sem estrelas) em branco, e as ditas já foram bastante usadas e já foram à máquina de lavar, continuando impecáveis, é facto que me leva a confiar na relação qualidade/preço. Novamente Stradivarius, 25,95€ (e deixem os 35 em paz).

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Ainda nos metalizados, há estes slip-on. Casuais mas sem o aspeto tão desportivo como as anteriores, levam-me a ficar indecisa entre um e outro modelo (que isto de ter um calçado em prateado, basta-me um par, sim). Ainda assim este modelo slip on deixa-me em dúvidas, porque não é modelo que aprecie particularmente, e também porque já tive uns pretos que passados uns meses de uso, começaram a descolar na zona onde dobram, dando ar de sapatos rotos. Não gostei nada da brincadeira. Stradivarius, 19,95€.

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Semelhantes ao modelo anterior, apenas me parecem com menos brilho, o que é um ponto a favor, e são ligeiramente mais baratos, outro ponto a favor. Ainda assim, acho o modelo da Stradivarius mais casual chic, e este mais casual pantufa. MO, 17,99€.

 

Se algum destes modelos é um substituto das Adidas Superstar white/golden? De maneira nenhuma. Mas que eu já ficava toda contentinha com um modelito destes, ai isso ficava. Pelo menos há no meu tamanho, e o preço condiz mais com a minha carteira de pelintra. Pelo preço das Adidas comprava dois pares destas e ainda ia comer uma tripa de chocolate. E sobrava troco.