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Estórias na Caixa de Pandora

Terapia feminina

O dia ontem foi negro. Uma pilha de nervos, em modo explosivo, touro enfurecido a largar fogo pelas ventas. 

Ao fim do dia, a necessidade de me deslocar à cidade levou-me ao centro comercial. Estacionei o smart-pandora-mobile, fui tratar do que tinha a tratar, e depois entrei na loja do demo, aquela com coisas giras a preços bem apetitosos, de seu nome Stradivarius. 

Confesso, quebrei o meu jejum de compras. Vieram umas calças push up pretas, que vão substituir umas que encostei por evidentes sinais de desgaste, e de bónus, porque eu mereço, uma mala camel, que já me tinha ficado debaixo de olho. Em minha defesa, mala camel para mim é um básico dos básicos, e a minha última foi para a reforma no mês passado. A dita tem o tamanho ideal para levar um tijolo dentro, o que será de extrema utilidade quando tiver a sogra pela frente. 

Aproveitei e fui à Pluricosmética comprar a tal máscara de cor que tinha visto na semana passada. Tive sorte e ainda apanhei a promoção. 

Nem tanto pelas compras em si, mas por ter arejado a cabeça, respirar um pouco, poder estar comigo em sossego, a remoer as entranhas, lá acalmei e fui para casa. À minha espera um Gandhe sem muito a dizer sobre a trapalhada da mãe. 

Hoje é dia de varrer os cacos e resolver a confusão. Formulários necessários assinados, bem preenchidos e entregues. Ainda assim, estou com aquela sensação de Scottex. É que devo ser papel higiénico para andar a limpar a trampa que a madame faz por onde passa. Mas ao menos que seja de qualidade, folha tripla, extra macia e perfumada. 

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