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Estórias na Caixa de Pandora

Esquecem-se que ao apontarem um dedo, quatro estão virados para si!

Criticaram tanto a música (e a cantora) de Israel que venceu o Festival da Eurovisão, que estou para ver se agora enfiam o rabinho entre as pernas e comem com a bela bosta que é a música da Luciana Abreu, supostamente (meus Deus, por favor não!!!) o hino de apoio à seleção nacional para o Mundial. 

Ide ler a review do genial Guilherme Duarte

 

Quando um diz mata e o outro esfola

Enviei ao Gandhe o link de um robot de cozinha que vi no folheto do Lidl. 

 

Que achas de comprar isto? - perguntei.

Resposta pronta e imediata: Acho muito bem, é melhor que ralar à mão. Vou buscá-lo! 

E pronto, quando cheguei a casa ao fim do dia já lá tinha o brinquedo à espera. Agora é que vai ser ralar legumes e fazer chips de batata doce. 

 

Pandora vai à Bershka

E decide ir espreitar as culottes.

A grande vantagem, além de frescas e leves, é que pessoas baixinhas, como aqui o metro e meio de gente, não precisa fazer bainhas às calças. Claro que também não ficam onde era suposto ficarem, mas não faz mal. Eu até gosto mais que me fiquem pela canela e não pela barriga da perna.

Adiante. Aqui o metro e meio de gente achou que experimentar o S numa loja de roupa com tamanhos para adolescentes era boa ideia. As calças até são de elástico na cintura, e são modelo largo, e o tamanho mais pequeno é um XS, claro que o S me serve.

SÓ QUE NÃO!!!!

Desmoralizei e já não me apeteceu experimentar M, L e por aí acima até não haver mais alfabeto. Mas o raio das culottes são giras e o tecido é tão fresco e com um cair tão bom.

Bem, vou mentalizar-me que na BSK passei a vestir um L. Pelo menos... 

 

 

Os 37

Nos 37 fiz uma escapadinha com o Gandhe. 

Fizémo-nos à estrada, almoçámos na Tasca do Joel, em Peniche, chegámos a Sintra e deu tempo para calcorrear o centro da vila e ir até à Piriquita lanchar um travesseiro e uma queijada. 

O jantar de aniversário foi a dois, a meu pedido: Jamie's Italian. Absolutamente soberbo, desde o atendimento ao manjar dos deuses que saboreamos com divino prazer. Percorrer um troço de Lisboa a pé, descer ao Chiado, admirar o Castelo de São Jorge tingido a vermelho, tomar café na Brasileira.

Na manhã do dia seguinte deixar o carro nos arredores, voltar a andar de metro quase 20 anos depois, descer ao Cais do Sodré, percorrer a calçada junto ao Tejo contornando os turistas que por ali se estiravam ao sol. Almoçar uma bela sardinha assada, acompanhada de um fino, na esplanada d'O Portas. Seguir para o Estádio da Luz e acompanhar o homem a usufruir da prenda que lhe ofereci pelo natal: visita ao Estádio da Luz e ao Museu Cosme Damião. Eu, Sportinguista desde que nasci, ali enfiada uma tarde inteira a levar com a história e os feitos do SLB. O que o amor não faz...

Terminar o dia a jantar uns belos petiscos no Beija-me Burro, com abraços e muita conversa à mistura.

Chegar ao hotel exausta, pernas doridas, corpo cansado, mas a alma a transbordar de vitalidade.

Acordar cheia de energia, tomar o pequeno almoço, checkout e rumo à Quinta dos Loridos, Budha Eden Garden. Desejo de há algum tempo cumprido. Não desiludiu, mas também não me deixou totalmente encantada. Falta ali alguma coesão, organização, sequência... não sei bem explicar. Parece apenas um bonito e grande jardim com muitos recantos e alguns encantos, excelentes spots para fotos e só. 

Paragem em Leiria para almoçar e regresso a casa nas calmas... Home, sweet home, abraçar gatos e abrir a mala junto da máquina de lavar para uma transição direta da roupa. 

A vida regressou aos poucos à rotina conhecida. Compras, organizar refeições, fazer sopa, adiantar comidas, tratar da roupa, sofá, série, livro.

Insónia no domingo à noite.

Segunda de regresso ao trabalho. Até foi um dia produtivo. Podia ter sido um regresso à realidade mais feroz. 

Os 37 assim chegaram. Com um novo embalo e energias renovadas. Com uma maturidade de quem já aprendeu que a vida não se programa, não se planeia, vive-se dia a dia, aproveitando o que vem, agradecendo o que se tem, confiando em quem se é, ganhando, a cada passo, sabedoria para ser capaz de enfrentar os desafios de cada dia. 

 

Sunshine Blogger Award: Pandora tentou responder (parte III)

Psicogata achou que giro, giro era desafiar aqui a Pandora pela terceira vez... e como tal, vou já passar à resposta das questões deixadas por esta Língua Afiada. Wish me luck!! 

 

1 – Cortavas o dedo mindinho por 100 milhões de euros? Esta pergunta faz-me lembrar aquela piada, onde durante um assalto, à questão "o dinheiro ou a vida?" respondem: "a vida que o dinheiro faz-me falta!". Por 100 milhões de euros, e com anestesia, cortava o mindinho, mas só se...

2 – Se pudesses eliminar uma pessoa da face da terra quem seria e porquê? Agora fiquei indecisa entre Trump ou o Kim Jong-un. O mundo e a humanidade não precisam de ditadores com cérebros ligados ao intestino grosso. 

3 – Qual a pior mentira que já disseste a alguém? Não me lembro de mentir. Não consigo. E quando tentei não durou dois segundos e meio. 

4 – Tens algum arrependimento na vida? Sim. Mas nada que me tire o sono.

5 – Se soubesses que tinhas dois meses de vida o que farias? Comia iogurtes Longa Vida todos os dias.  Agora a sério: acredito que passado o choque inicial e as lágrimas, aproveitaria para viver intensamente o tempo que me restava, procurava as pessoas que me são importantes e não deixaria nenhum abraço por dar, nenhum gosto de ti por dizer. 

6 – Como gastavas os 100 milhões de euros sem o mindinho? (continuação da resposta 1) ... fosse possível usar o dinheiro para repôr o mindinho no sítio. Depois ia conhecer o mundo com o meu mindinho e ia fotografá-lo pelos cantos todos do planeta, até criava uma conta de Instagram: Mindinho pelo mundo! 

7 – Se o mundo estivesse para acabar e tivesses de escolher entre salvar a raça humana e a pessoa que mais amas no mundo quem salvarias? Salvaria a minha pessoa, porque sem ela salvar a humanidade não faria sentido.

8 – Já alguma vez sentiste que ias morrer? Quando? Sim. Quando era uma adolescente em desespero que por momentos acreditou que a morte seria a sua libertação. Faltou a coragem de ir até ao fim. E ainda bem. 

9 – Tens algum sonho por realizar? Qual? Vários. 

10 – Tens alguma “mania” pela qual és conhecido (a)? Qual? Mania da organização. Sou muito arrumadinha. 

11 – Se pudesses mudar uma coisa no mundo, o que mudarias? Se eu tivesse esse super poder, tornaria o mundo mais justo e equilibrado. Que as pessoas efetivamente tivessem os mesmos direitos e oportunidades, que a riqueza estivesse distribuída de forma equitativa por todos. Uma utopia, eu sei.

 

 

Venha o próximo!

Recentemente li o quarto e, por ora, último livro da coleção Richard Castle. Faltava-me ler o terceiro, pelo que aproveitei a campanha do dia da mulher na Wook e encomendei o que me faltava. Foi a leitura de abril.

Para quem seguiu a série facilmente identifica as personagens dos livros do Castle com as personagens que (na série) lhe serviram de inspiração. Para quem seguiu a série facilmente percebe que a inspiração de Castle não era só baseadas no grupo de detetives que acompanhava e com quem estreitou relações, mas também nos muitos casos e histórias que sucederam. Nikki Heat, tal como Kate Becket, vivem com o assassinato da mãe ainda por resolver e sem que dele desistam, como se a sua vida dependesse da resolução do caso das suas vidas. 

Ora, este terceiro livro de Castle tem por base de inspiração aquilo que também vimos na série: a corrupção dentro da polícia e até onde alguns estão dispostos a ir para manter os segredos e os crimes cometidos no passado na penumbra. Para quem viu a série, que se lembre do capitão Montgomery e dos seus erros do passado, pelos quais acabou por pagar com a própria vida. Aqui está a principal inspiração deste terceiro livro de Richard Castle. E mais não posso dizer. 

Do primeiro livro para os seguintes nota-se uma evolução do escritor. Os enredos ficam mais complexos e os desfechos mais inesperados. Neste terceiro livro o final surpreendeu-me, num twist que não estava nada à espera. 

É sempre bom regressar ao universo Castle e mal posso esperar pelo quinto livro. 

 

Bumba, sou tua fã!

Eu adoro os vídeos da Bumba na Fofinha. É cada paródia que ela faz de me fazer ir às lágrimas de riso. Este recente vídeo é mais uma das suas paródias cheias de humor e com muita piada. Só que para mim vai um pouco para além disso.

Identifico-me tanto com o que aqui é descrito... inclusive o grupo de conversa no WhatsApp. Também estou num grupo de colegas de trabalho, todas mães, uma quase a ser mãe. É ver Pandora a ler as entradas de conversação com verdadeiro assombro. E juro que há dias, quando o tema de conversa era sobre as cadeiras da papa, me apeteceu partilhar foto das gamelas dos meus gatos. Contive-me, não fosse ferir susceptibilidades da maternidade alheia.