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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

11
Dez18

Ainda estou viva

Até tenho umas peripécias giras para partilhar e tal, mas o tempo, esse grande malandro não chega para tudo. E o cansaço?! Nem vos conto. Vai daqui até à lua, ida e volta. 

Ora o papel de mãe natal na festa das crianças já foi e correu muito bem. 

Agora é a odisseia dos últimos preparativos para o jantar de natal de sexta (ESTA SEXTA) e que assim, só por mero acaso, foram decididos ONTEM!

pira-respira1.jpg

 

 

03
Dez18

Pandora a enfardar bolos reis

À conta de ser membro da comissão de festas do burgo onde trabalho, ando numa rica vidinha: prova de bolos reis para escolher o special one para o cabaz de natal deste ano.

Já foram quatro, de pastelarias diferentes. Dois dos quais no mesmo dia. 

Por momentos até me senti júri do Masterchef: degustar fatias de bolo, atenta aos detalhes mais subtis e aos sabores mais deliciosos. 

 

03
Dez18

Que comece a quadra natalícia...

Oficialmente. 

Na verdade já se "vomita natal". Afinal o comércio entra logo com tudo para o natal logo em novembro (os apressados é em outubro).

Não posso falar muito porque, como ainda recentemente partilhei, este ano por motivos de trabalho, comecei a falar e a tratar de preparativos de natal mal outubro tinha começado (faço parte da comissão que organiza a festa das crianças dos colaboradores da empresa e o jantar de natal).

Por outro lado, e porque já o ano passado resultou muito bem, a não muito extensa lista de pessoas que gosto de presentear foi sendo tratada com tempo e calma. Acima de tudo, fui aproveitando as oportunidades que foram surgindo quando encontrava algo que era "a cara daquela pessoa" e estava a bom preço (fiz verdadeiros achados quase a preço da chuva).

A minha tradição é montar a árvore de natal no dia 1 de dezembro. Este ano foi no dia 2. E confesso, quase por obrigação. Por pensar que tenho as coisas fechadas 11 meses em caixas na garagem e merecem ser "arejadas".

O espírito natalício por aqui anda o costume: uma merda.

A decoração pode ser que ajude a mudar um pouco a coisa, a criar o ambiente, por isso o esforço. Só que ontem, depois de terminada a tarefa, fechei a porta da sala e fui dormir a sesta para o quarto (noitadas até às 4h da manhã já não são para a minha idade). 

A cidade este ano esmerou-se. Tem uma série de eventos, decorações luminosas por todos os cantos e espaços mais icónicos. Há árvore de natal gigante, há roda, há carrocel francês, há pista de gelo, há pais natais em molicieiros... e sim, tenho vontade de enfiar o gorro e o cachecol e enfrentar uma noite fria para ir calcorrear as ruas, deixar-me deslumbrar pelas luzes de natal, aquecer-me com um chocolate quente. E quem sabe sentir isso do espírito natalício...

Que comece a contagem decrescente... Christmas is coming! 

29
Nov18

Gandhe e os livros

Por ter ficado tão desesperadamente ansiosa por causa da forma como terminou o terceiro volume da Saga Sebastian Bergman, Gandhe foi um fofo, um querido, um amor e foi à WOOK pesquisar e mandou vir um. 

Quando eu vi o livro soltei uma gargalhada, e a rir-me que nem uma perdida disse-lhe:

- Oh que querido, valeu o esforço, mas esse é o 5º volume. Falta-me o .

Confuso, responde-me ele: então mas eu pensava que isso era uma trilogia, fui ver à estante e já lá estavam três. Olha, procurei pela data o último. 

- Pois amor, mas o último é o 5º. Mas muito obrigada pelo esforço, o 5º volume já cá canta. Só que nem vou abrir para não saber se a outra morreu ou não. Tenho de esperar pelo 4º volume. 

Homens... eles até se esforçam. Mas sai (quase) sempre ao lado! 

 

 

 

 

28
Nov18

Casados à primeira vista

Só tenho uma pergunta. Só uma. Porque tudo o resto é tão ruim que nem vale a pena questionar o que quer que seja. 

Que raio está ali a fazer a Diana Chaves?

E não pergunto isto por ser a Diana Chaves. Podia ser outra qualquer apresentadora. 

No fundo, a questão é: mas este programa precisa de apresentadora??????

Pronto... já desperdicei três minutos a pensar em coisas parvas. 

27
Nov18

Terceiro volume despachado... e a desesperar pelo próximo!

Terceiro volume da saga Sebastian Bergman despachado em três tempos (ou semanas, como preferirem). Tendo em conta que houve dias que não li, quando lhe pegava era de ficar colada, agarrada, difícil de largar. À conta disso tive manhãs que me custaram a acordar, levantar e ir trabalhar com a cabeça "fresca" de uma noite bem dormida (entenda-se número de horas suficientes para não ter ar de zombie mal parido). 

Para recapitular os volumes anteriores, deixo os links.

Primeiro volume: Segredos Obscuros

Segundo volume: O Discípulo

Tentando dar um termo de comparação: estão a ver a série Mentes Criminosas, em que uma equipa do FBI, especializada em traçar perfis e analisar comportamentos e intelectos de criminosos para os apanhar, percorre o país a ajudar a resolver casos complexos de serial killers? Pronto, a Riskmord é uma equipa semelhante, com especialistas em diferentes áreas, que se complementam e atuam de forma coordenada na resolução de misteriosos crimes. E depois há Sebastian Bergman que é um psicólogo forense, especialista em mentes criminosas, e vai colaborando com a equipa, não reunindo a simpatia de todos.

O terceiro volume, O Homem Ausente, é um pouco diferente dos seus antecessores. Vemos um maior desenvolvimento da vida pessoal dos protagonistas, mudanças, segredos, revelações. Ficamos a conhecer mais deles, da sua vida privada, familiar.

E depois, há uma misteriosa vala comum, descoberta acidentalmente, com seis esqueletos, quatro adultos, duas crianças, não identificadas. Há demasiadas pontas soltas, demasiadas questões e mistérios e desta vez não será fácil a brilhante equipa avançar muito nas suas investigações. Nós leitores, vamos assistindo a várias histórias paralelas. Uma esposa/mãe que nunca desistiu de procurar o seu desaparecido marido, um jornalista que se interessa pelo caso, um acidente que se descobre não ter sido acidente mas assassinato, e cuja identidade da pessoa é um grande mistério. Andamos todos ali às voltas, com muitas perguntas e quase nenhumas respostas.

Nós, leitores, vamos tentando estabelecer ligação entre as várias histórias que, aparentemente, nada têm em comum nem parece existir qualquer elo de ligação. Procuramos um denominador comum. Algo que seja a ponta do fio que vá começar a deslindar todo o caso. E sim, acontece. Mas... a própria equipa Riskmord sente-se frustrada, no fim, por perceber que, desvendados os mistérios, a verdade não pode vir ao de cima. Houve muito esforço por parte de pessoas extremamente poderosas para silenciar crimes que não deveriam ter sido cometidos, e por causa disso outros crimes aconteceram para acabar com pontas soltas e manter tudo no segredo dos deuses.

A Säpo, aquela agência governamental sueca que aparece muito nos livros de Stieg Larsson, surge neste enredo e, coincidência ou não (não sei que fama terá tal organização governamental secreta), com idênticas referências de conspirações, abusos de poder e ocultação de crimes.

E mais não digo porque não quero estragar a leitura de quem estiver curioso com esta saga. 

Adeptos de policiais e thrillers, simpatizantes de profilers, fãs dos policiais nórdicos, a sério, leiam esta saga porque é mesmo muito boa. 

Agora, e para terminar esta espécie de resenha, o que me deixou piursa foi este volume acabar daquela forma como muitas vezes acabam as temporadas das séries: um momento crucial, daqueles em que ficamos na dúvida se aquela personagem morreu ou não e... continua na próxima temporada. Pronto, foi isto. 

Quarto volume para aquisição em breve, muito em breve. Muuuuuuuaaaaaaahhhhh

 

27
Nov18

Fui possuída pelo espírito de natal!

26 de novembro. Registe-se. 26 de novembro. Comprei as duas últimas prendas (que faltavam porque só este fim de semana soube que seriam "necessárias"). 

À noite olhei para o monte de sacos e saquinhos, com os respetivos post-its com os nomes e... comecei a despachar os embrulhos. Umas embrulhei (só faltam mesmo umas caixas de brinquedos), outras estive a escolher o saquinho natalício (não tenho jeito para embrulhos, tá?! O saquinho é sempre uma boa opção e é reutilizável se não o rasgarem). Outras são para ir por correio, só falta escrever o postal de natal e tratar do envio (mas ainda é cedo, não é?!).

Mas desceu em mim o espírito natalício?! Se calhar é porque este ano saiu-me na rifa ser a Mãe Natal da festa das crianças na empresa. Eu queria ser o Grinch, mas não. Acharam que eu tinha pinta para Mãe Natal. HO HO HO não sabem no que me meteram. 

 

22
Nov18

All black!

Black friday. Black week. Black weekend. Black o caracinhas, não há rabinho que aguente já com tanta publicidade e da ruim. 

Apregoam descontos e promoções como se fosse a coisa mais sensacional de todo o sempre, verdadeiras pechinchas, preços da chuva (que curiosamente ainda é gratuita).

E depois recebo resmas de newsletters a anunciar uns imperdíveis 10%, 20%, na puta da loucura 30%... mas em artigos selecionados (não, brincas). E como se não bastassem estas fantásticas e imperdíveis ofertas, portes de envio gratuitos a partir dos 60€.

 

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