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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

15
Mai14

Bora lá meditar um bocadinho, ou como diz o outro, dai-me paciência, porque se me deres força...

Na semana passada andei num lufa lufa com serviço urgente. No meu dia de anos saí mais tarde para garantir timings. Perguntam vocês: Era serviço da minha responsabilidade? Nem por isso. Estive a ajudar a cara colega a garantir o serviço dela para depois poder fazer o meu. Esta semana tive de correr contra o relógio para garantir serviço meu a tempo e horas. Por um bocadinho assim pequenino pedi ajuda, porque não podia estar a fazer duas coisas ao mesmo tempo. Pedi ajuda à cara colega. Há duas horas atrás. Há pouco: olha, já fizeste tal para eu poder agora coiso?

Não.

 

15
Mai14

Eu e o meu rabo de Popota, que só me dá desgostos!!

Ontem, finalmente, decidi experimentar a fatiota de Charleston que uma doce menina me emprestou para a coreografia em que vou participar. Estava tão confiante que servia e ficava impec(ável) que foi um choque ver que o vestido não passava das ancas. Impossível. Insistir corria o risco de o rasgar. Muito praguejei contra este rabo gordo, grande, parece a lua cheia quando está pra lá de cheia.

Mas o milagre aconteceu. 

Não, o rabo não diminuiu. Encontrei um vestido. O vestido. Nas minhas pesquisas surgiu-me muitas vezes um vestido da H&M que era exatamente o que eu procurava. Mas obviamente era de uma colecção passada e não havia à venda. Ontem encontrei o dito no OLX. Por 7€. Novo. Ainda disponível. A-L-E-L-U-I-A!!!!! Come to mummy!! 

 

A fatiota da minha doce amiga não foi emprestada em vão. Vou usar os acessórios todos (ainda estou a pensar se dou uso à peruca e à liga também). E agora é respirar de alívio e ensaiar muito o charleston. 

 

Ah, e para garantir que não há surpresas com o rabo, o vestido é mesmo tamanho L. Provavelmente vai precisar de uns ajustes, mas como para a dança o vestido quer-se direito e larguinho, penso nos ajustes após a apresentação da coreografia ao público. Resta saber se vou ter coragem para usar um vestido de franjinhas sem ser em palco, numa coreografia de época. 

 

As aventuras em que me meto... 

 

14
Mai14

De mim para mim com ajuda da Porto Editora

Ah e tal não, não é um post publicitário, tão pouco me foi "encomendado".

Estou inscrita no Espaço Professor da Porto Editora e, pelo meu aniversário, foi-me disponibilizado um vale de desconto, com oferta de portes de envio, para uma compra. E eu aproveitei, pois claro.

 

Deve chegar ainda esta semana e já estou em pulgas e ânsias para o ter, abrir, cheirar e devorar. E depois lamentar-me durante tempos infindos à espera de nova obra da minha escritora preferida.
Oh vida, quem me manda ser gulosa?!
13
Mai14

There's no place like home

With a cup of tea...

 

Pensar que há algum tempo, não muito longínquo, eu não achava piada nenhuma a chás e agora é ver-me a coleccionar chás. E mais do que os que se compram nos supermercados, é ver-me entrar em lojas da especialidade e sair de lá com saquinhos e latinhas de verdadeiras poções de magia em forma de chá.

Adiante, que por aqui hoje não se está muito bem do estômago. (nada a ver com os chás, mas para quem tem andado a grelhados e saladas, não sei de onde vem este mal estar)

O aniversário já foi. 

Ironicamente, saí mais tarde do trabalho. Foi uma semana muito cansativa e o desfecho da semana foi exaustivo: nem o facto de fazer anos me livrou de um dia de muito trabalho e stress para cumprir os prazos. Que seja o prenúncio de muito trabalho no futuro.

Cheguei cansada a casa e tentei dar resposta a algumas mensagens, a alguns telefonemas, algumas surpresas... Finalmente banho. Fui buscar energias sei lá onde, escolhi um vestido, arranjei-me um bocadinho mais que o habitual e fui jantar com o Gandhe. Jantar de aniversário a dois. Num restaurante bem charmoso, com comida digna de um festim dos deuses. Ainda me deliciei com uma fatia divinal de um cheesecake de morango (o melhor que já comi). E foi assim. Sem festa ruidosa, sem bolo, sem velas. Lembrou-se quem tinha de se lembrar. Esqueceu-se quem tinha de se esquecer. Chegar aos 33 anos tem de ter algo de bom e é isto: borrifar-me para tudo o que não interessa e valorizar cada vez mais o aqui, o agora e o quem está. E a quem está, perto ou longe, mas presente, agradeço. O carinho, a amizade, a partilha. 

Sábado rumei a um almoço de mulheres. Estive com amizades já cimentadas, conheci o rosto de quem leio há tanto tempo que mais parece que conheço há toda uma vida. Ao início estava tímida, ainda mais quando as meninas acharam por bem presentear-me com miminhos. Ai que eu não sei ser (nem gosto) o centro das atenções e engasgo-me toda e fico sem jeito. Levei os doces típicos da minha cidade para sobremesa. Passeou-se, entrou-se em lojas (claro, mulheres), conversou-se muito e o tempo voou. 

Domingo foi para adiantar serviço doméstico, mas ainda deu tempo para um passeio com o Gandhe. Segunda, feriado municipal, foi manhã ocupada com explicações, tarde de sorna no sofá, com direito a sesta revigorante. 

Hoje regressei à rotina. Estou a um mês de uma semana de férias, que vão ser para estar disponível para explicações antes do exame nacional, mas anseio, ainda assim, ter um tempinho digno de férias. Em contagem decrescente.

Esta semana é de agenda para lá de cheia. Explicações, consultas, aulas de dança (que nem sei se irei, ainda nem resolvi esta questão, e duvido que o faça esta semana). A semana é de 4 dias, porém bem apetrechada. 

 

 

07
Mai14

Se eu não o fizer por mim, ninguém o fará

Podia ser o slogan de um leite ou iogurte ou outra coisa qualquer, mas não. É a minha postura para contrariar o bad mood que por aqui tem andado. E porra, eu mereço.

Ontem terminei um texto aqui na caixa com estas palavras: Auto-estima na lama confiança esfrangalhada, segurança a níveis negativos.

Foi o desabafo. Saiu. E a seguir foi levantar, sacudir poeira e seguir caminho, em frente. 

E em vésperas de aniversário antecipei uma prenda de mim para mim. Eu mereço.

Finalmente chegou o dia em que aqui a menina investiu numa consulta de imagem. O processo começou, e por ora, mais não digo. Prometo partilhar toda a experiência, mas apenas vou nos primeiros passos, pouco há a contar agora. Portanto, me aguardem.

 

Ontem foi dia da minha drenagem linfática manual. Depois, à noite, peguei no Gandhe, que esta semana está em casa, e fomos com os meus colegas das danças até uma noite latina. Dancei, brinquei, espantei as inseguranças, medos e mal estares. Diverti-me e revigorei-me.

E recebi proposta da escola de dança para mudar de turma e professor, já que manifestei a minha vontade de congelar matrícula por tempo indeterminado, uma vez que não me identifico em nada com a nova linha de aulas que a turma onde estava vai ter daqui para a frente. Para a semana vou experimentar essa outra turma e logo se vê.

 

De maneira que é isto. Só fica na lama a lamentar-se quem quer. Não é fácil levantar, dar a cara e o corpo ao manifesto quando se está em frangalhos. Mas caramba, para mim não é solução lamentar-me sobre os meus próprios cacos. 

 

 

06
Mai14

Imaginem

A graciosidade de um bando de patos, a coordenação motora de um grupo de pinguins a correr, a leveza de uma manada de elefantes em fúria, a sensualidade de um hipopótamo, tudo num só ser. 

Imaginam? Conseguem visualizar?

Pois. Esse ser fui eu ontem na aula de dança. O professor arranca a aula a todo o gás com uma coreografia de salsa que me arrepiou pelos que eu não sabia existir. Bloqueei. Congelei. Não consegui fazer nada. Nem sair dali para fora, apesar de me estar a sentir tão mal com aquilo. 

Saí da aula com as lágrimas nos olhos, a sentir-me mal comigo própria por uma série de motivos. E ainda estou aqui a tentar digerir tudo isto. 

Não me apetece falar sobre isto, até porque também ainda está muito confuso. Sei que também não tenho andado no meu melhor estado de espírito, mas daí a deixar-me ir totalmente abaixo com uma aula, caramba, estou pior do que pensava. Auto-estima na lama confiança esfrangalhada, segurança a níveis negativos.

 

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