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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

20
Out14

Professores de português para quê?!

Ora pois que eu, licenciada em ensino de Português, com muitas cadeiras de linguística, história da língua, anos de latim e gramática pura e dura não tenho emprego na área, porque já se sabe a porcaria que anda no sistema de ensino e na colocação de professores, mas também não me costumo armar aos cágados a vir dar lições de ortografia e gramática. Mas volta e meia deparo-me com gente a escrever verdadeiros tratados linguísticos, gramaticais e ortográficos, com uma douta sabedoria (de quem consultou o prontuário online e fez copy paste). 

Está explicado porque os professores de português estão no desemprego.

Assim como assim, já que também tive uma cadeira de psicologia, vou começar a mandar bitaites nessa área. Ou como até dissequei os vários tipos de comunicação, e os vários tipos de texto, nomeadamente o jornalístico, também me vou armar em jornalista. E como até sei ler bulas de medicamentos, olha, vou começar a prescrever receitas. 

E cada macaco no seu galho, hum? Boa?!

 

 

17
Out14

Dúvidas

Para quem anda aqui pela Caixa de Estórias desde início sabe que eu já tive outro nome blogosférico, outro blog, que me custou horrores fechar, como quem tranca um sotão cheio de memórias e pequenos pedaços de vida e alma. Ora, com esse mesmo nome eu mantive um blog temático, em parceria, sobre a minha paixão pela cozinha e a partilha do que vou cozinhando.

Com a compra da Yämmi pensei criar aqui um menu para essas receitas, mas faz todo o sentido que o faça na minha "cozinha" original. E eu cá não sou das que tem tempo para alimentar vários blogues e páginas de facebook e instagram e o caneco.com!, para andar a duplicar post's. Ora a ideia que me surgiu foi: criar o menu das receitas mas que direccionasse para a cozinha do meu outro eu, revelando quem eu era, ou continuo a ser na faceta cozinheira. Ou mudo a cozinha de casa, como já fiz com o outro blog? Ou... raios ma partam, parece que não tenho mais nada para fazer!

Carago. É o segundo post num dia em que vou dizer isto: INTERNEM-ME!!!!

 

17
Out14

As boazonas

Não me incomodam as boazonas. Até porque há boazonas que eu não acho assim tão boazonas. São gostos.

O que me incomoda, assim a fazer azia na bílis, são as boazonas de nariz empinado, com a puta da mania que são boas (não só de corpo) e tudo sabem. É que, por norma, estas boazonas não primam pela simpatia e olham para tudo e todos lá do alto do seu pedestal. 

Para mal dos meus pecados tenho de levar com uma dessas no local de trabalho e com outra nas aulas de dança.

Eu mereço!!

 

 

17
Out14

Pérolas que recebo via mail

Ler devagar (em português) para perceber.

 

Um inglês, a viver em Portugal, ia fazendo um esforço para dizer umas coisas em português.

Foi ao supermercado e fez a seguinte lista:

- Pay she

- MacCaron

- My on easy

- All face

- Car need boy (may you kill oh!)

- Spar get

-Her villas

- Key jo (parm soon)

- Cow view floor

- Pee men too

- Better hab

- Lee moon

- Bear in gel

Ao chegar a casa, bateu com a mão na testa e disse:

- Food ace! Is key see me do too mach! Put a keep are you!

 

 

17
Out14

Caso para internamento

Para quem já foi leitora compulsiva, de ler um livro daqueles com 300 e mais páginas em dois ou três dias, digamos que nos últimos meses ando uma nódoa. Justifico com a falta de tempo, mas quando o hábito de ler antes de dormir (pelo menos) está enraizado, as leituras vão avançando. Só que quando me deito é já com uma perna e meia no reino do Pestana, pelo que pegar no livro e tentar ler é tarefa hercúlea que não me apraz. 

Agora, o que também não ajuda é o pouco entusiasmo que os livros escolhidos despertaram em mim. Ando a remoer o Maligna, de Joanne Harris. Adoro a escritora. Já li vários dela, e leitura assim gulosa, sôfrega. Este ando a ruminar, a ruminar, a ruminar. Leio um mísero capítulo de 3 páginas e decido dormir ou pousá-lo antes que me dê para furar um olho. 

Comecei há meses a ler um de Dan Brown e nem sei bem se já cheguei à centésima página. Bloqueei no livro e deixei-o. 

Mas depois sou assim: teimosa que nem uma mula, e apesar de andar a ruminar a leitura do livro, não desisto dele e parto para outro. Não, fico ali, qual masoquista literária, a marrar com os olhos naquelas páginas de tortura, crente que o diabólico livro não me leva a melhor.

Ok, internem-me!

 

 

16
Out14

Estórias (des)encantadas

Era uma vez.
Impossível não sorrir. Este é o começo, o intemporal e eterno começo, das histórias. Aquele começo que nos transporta para o imaginário infantil de reinos encantados, heróis e dragões, princesas e bruxas, duendes e piratas.
Era uma vez.
A mim lembra-me a cantilena que o meu avô entoava: era uma vez um gato maltês, mijou-te na bota não sabe o que te fez. Sim, um prodígio de avô que se adivinhava na cantilena entoada à neta pequena. Era isso e o imitar umas galinhas que ele tinha, chamadas de galinhas da Índia, que tinham um cacarejar histérico e estridente. Cacarejava ele um “quem cagou aqui?”, como se fosse legenda à chinfraria que o raio das galinhas faziam.
Desviei-me, não foi?
Era uma vez. Uma história que queria contar e se perdeu no labirinto das palavras.

 

 

Texto escrito para o meu grupo de escrita criativa. Quiçá venho aqui partilhar o que vou escrevinhando por lá!

 

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