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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

23
Abr15

Sobre os livros

 

Adoro livros. Amo livros. Não sei viver sem livros, ou ter uma casa sem livros. 

A minha estante na sala, pensada amiúde para os meus muitos livros, foi das coisas que mais prazer me deu planificar na decoração da casa. Na minha mesinha de cabeceira há sempre um, dois, neste momento, três livros. 

A verdade é que já li muito mais. Já li livros em dois, três dias. E livros de 600 páginas. Os mais pequenos, entre 100 a 200, duravam-me um, dois dias no máximo.

Das coisas que mais lamento na vida de adulta trabalhadora, dona de casa, etc é ter menos tempo para ler. Mas vou lendo, não tanto como gostaria, sendo vencida tantas vezes pelo cansaço, pelo facilitismo de me distrair com uma série em vez de adiantar umas quantas páginas. 

Hoje, no dia do livro, há que dar uma atenção especial a estes meus amigos que me acompanham desde a infância, que tanto me ensinaram, me deram a conhecer e a descobrir, dos mundos onde entrei e das personagens que amei e odiei, dos sentimentos que fui descobrindo, das emoções despertadas. Deram-me tanto. Sempre recebo tanto quando leio um livro. E a cada livro lido, sinto-me um pouco mais completa, mais enriquecida, mais vivida. 

 

23
Abr15

O que vale é que amanhã estou de férias!

 Deitei-me às 3h da manhã. Dormi 4 horas (e meia, pronto). 

E porquê?

Porque ontem fomos em romaria até Coimbra para um mega jantar surpresa de uma amiga que fazia 30 anos e pensava não festejar. Ah ah ah, isso queria ela. O que ela chorou ao ver todos os amigos e alguns familiares ali. A felicidade dela compensa qualquer coisa. Mesmo o meu estado zombie de hoje.

 

 

21
Abr15

Despedida de solteira épica

Não fui a muitas despedidas de solteira. Mas as que fui, as que vi, as que ouvi falar, desculpem-me a modéstia, mas nada se compara à que ajudei a organizar e vivi no último sábado.

Eramos um grupo pequeno. Apenas as que a noiva convidou e fazia questão de partilhar este dia. E por confiar em nós, entregou nas nossas mãos a organização do evento. Ela nada soube até ao momento de viver o que tínhamos preparado, e foram surpresas atrás de surpresas, numa despedida que começou às 14h e acabou madrugada dentro.

Preocupámo-nos em preparar coisas que fossem do agrado da noiva, onde ela se sentisse bem e gostasse de fazer. 

Foi um sucesso. Ela adorou tudo, do princípio ao fim. Foi hiper divertido, foi inesquecível, e ainda nos vale um sorriso rasgado e vontade de repetir a dose.

A tarde começou com a noiva, munida de um saco de viagem cheio de tralha que lhe demos numa lista para ela levar, algumas ela ia precisar, outras não, mas para não desconfiar de nada, demos uma lista jeitosa, a equipar-se com uma t-shirt com a inscrição "keep calma que eu sou a noiva", e a ter de seguir pistas, estilo peddy paper, onde tinha de descobrir os locais e a pessoa que estaria nesse local, havendo ligação da pessoa com o local e noiva. Por exemplo a pastelaria onde ela comia torradas com a prima, o sítio onde tem passado a passagem de ano com a amiga, etc. Quando ela pensava que tinha o grupo reunido, entregámos-lhe uma última pista e fugimos. Fomos esperá-la, equipadas a rigor com t-shirts personalizadas com a legenda: keep calm que eu sou a prima/irmã/amiga da noiva, ao último ponto de encontro antes de seguir para a segunda surpresa da tarde. Ela ficou estarrecida quando nos viu equipadas a rigor. Aí vendámos a noiva e fizémos um pequeno percurso até ao estúdio de pole dance. Só lhe tirámos a venda já ela estava na sala dos varões, com espelhos por todos os lados. A reação foi de euforia! Brilhante! 

Equipámo-nos, sessão fotográfica com adereços vários, a noiva com véu, com top sexy, com saltos altos, com bigodes e óculos e lábios em cartolina, várias posições, em grupo, a par. E o workshop em si, com uma pequena coreografia com nada mais, nada menos que esta música. Agora é lindo, sempre que ouvimos a música só nos lembramos da coreografia no varão 

Para quem pensa que pole dance é brincar e fazer poses sexys está redondamente enganado. Puxa muito pelo físico, pela flexibilidade. Como modalidade fitness é qualquer coisa de wow. Sem palavras, a sério. Não fosse o preço das aulas puxado para o meu orçamento, e era menina para me inscrever. Adorei, adorei, adorei, e qualquer dia junto um grupinho de meninas e bora lá para mais um workshop. Sim, recomendo vivamente: EXPERIMENTEM. É uma experiência única. 

Findo o workshop enviámos a noiva a casa para um banho, vestir-se para o jantar. Ponto de encontro em casa da avó. Ela achava que íamos para um restaurante, mas nós preparamos tudo para o jantar ser em casa da avó, onde estaríamos mais à vontade para umas quantas brincadeiras que ainda tínhamos na manga. Ela não contava, e mais uma vez, adorou. Com direito a bolo temático de despedida de solteira, com direito a vídeo do noivo a responder a perguntas, com direito a prémios e castigos, algumas prendas pelo meio, e assim estivemos nós, divertidas, a passar um bom bocado. E claro, a relembrar os ensinamentos da pole dance agarradas às vassouras. Priceless!!

Finalmente saímos para a noite. Todas com as t-shirts vestidas, e aí fomos nós para a zona de bares. Fomos dançar, divertirmo-nos e já com saudades de um dia espetacular que chegava ao fim.

O grupo deu-se tão bem, que já andamos a magicar jantares de gajas de vez em quando! 

Foi um dia fenomenal. Missão cumprida de surpreender a noiva com coisas que ela adorou. E o sorriso dela, os olhos que brilhavam, a euforia estampada no rosto foi suficiente para esquecer o cansaço e a trabalheira dos últimos dias.

Venha o casamento, que também promete ser inesquecível. 

 

Nos entretantos, ando aqui com os músculos todos doridos, tal foi o esforço físico na pole dance. Mas faria tudo outra vez. Hoje. Já perceberam que adorei a experiência?!  

 

20
Abr15

Em recuperação

Quando eu tiver menos dores, venho cá contar-vos como foi a despedida de solteira mais doida de sempre (foi épica, foi épica) e a experiência no pole dance (apesar das dores musculares, ia já hoje repetir a dose... hoje não, que mal me mexo, mas vá, daqui a dias, quando não parecer uma pata entrevada a andar).

Assustei-me. Estou desafiada para tantos desafios no blog que nem sei por onde começar. E eu sem tempo e sem cabeça. As minhas desculpas. Tentarei não esquecer e responder aos desafios.

Até breve! 

 

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