Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

27
Out15

Feel good

Toda a gente me diz que o cabelo curto me fica bem. 

Ou toda a gente é mentirosa, mas simpática, ou realmente fiz a opção correta em voltar ao cabelo curto. 

Pronto, eu calo-me com o cabelo. Mas a mudança de visual foi um tanto ou quanto radical e ainda estou na fase de habituação e entusiasmo. 

26
Out15

A minha agenda e as séries

Às segundas Quantico e Castle (mas o Castle vai mudar para sexta).

Às terças Gotham.

Às quartas Scorpion. E vai começar a nova temporada de Mentes Criminosas.

Às quintas Crossing Lines (e também há Empire, mas há que fazer opções).

Às sextas vai passar a ser o Castle. Até agora era o dia para viajar no tempo e ver as que não consegui ver no dia (basicamente todas). 

Pelo caminho perdi o fio à meada de Sob Suspeita, Empire, CSI, Arrow (bem, esta desisti na segunda temporada), How to get away with murderer, Chicago P.D., Chicago Fire andei a ver online durante o verão, menos mal. 

E é isto. Quem me manda a mim gostar de séries, hã?? Ora porra. 

 

26
Out15

Ho ho ho faltam não sei quantas semanas para o natal

Só queria mesmo dizer que este ano, à semelhança do anterior, não tenho uma extensa lista de pessoas a presentear, só as especiais, a quem quero e faço questão de oferecer um miminho natalício, por mais um ano que estão comigo, perto ou longe, e para mostrar como são especiais para mim.

Vai daí este ano tratei da coisa com algum tempo de antecedência, até porque recorri a pessoas que fazem artesanato com objetivo de angariar fundos para os animais que resgatam, tratam e procuram nova família. É só vantagens: escolho uma peça personalizada e feita de propósito para a pessoa pretendida, ao mesmo tempo que contribuo para uma causa que tanto me diz.

Com as encomendas feitas, estou aqui ansiosa por ver as coisas que escolhi. Mais, para ver a cara de quem as vai receber. Oh porra, ainda falta tanto! 

E já agora, este ano repete-se a iniciativa da Cindy: Pai Natal Secreto III. Estão abertas as inscrições. Ide lá, sim?! 

26
Out15

Parabéns à menina Cindy

 A nossa doce Cindy está hoje de parabéns. Quem não a conhece, que espreite esta magnífica entrevista, que asseguro que, quem conhece a Cindy, vê nas suas respostas nem mais nem menos do que ela é.

A Cindy chegou à minha vida pela blogosfera. Já nem me lembro de há quanto tempo a leio, mas sem dúvida desde que por cá ando. A Cindy já ultrapassou o virtual. Já tive o privilégio de a ver, rir com ela, estar horas na conversa, e sempre tão agradável, que o tempo voa. Foi a Cindy que o ano passado me fez a surpresa de conhecer pessoalmente a m-M, numa magnífico lanche na Leitaria. Volta e meia conversamos, e vamos lá a ver se repetimos o lanche natalício este ano. 

A Cindy é genuína, de uma franqueza e sinceridade que nos conquistam pela sua simplicidade e humildade. Mulher de garra, decidida, vai à luta, não fica à espera que as coisas lhe batam à porta. Mulher do Norte, mulher de amizades verdadeiras, mulher de família unida, mulher multifacetada.

Hoje está de parabéns e merece um dia extraordinário! Parabéns miúda!!!! Um feliz dia junto das tuas pessoas especiais. Não percas essa doçura no olhar, essa garra na forma de viver. 

 

 

26
Out15

Domingando

Domingo. Mudança de hora. Inverno. O domingo deixou de ser vontade de acordar cedo e ir tomar café à esplanada, dar uma caminhada pela cidade, almoçar com amigos, tarde de praia, gelado, pele ao sol.

Agora o domingo é ficar em casa, no quente, no conforto, fazer comidinhas que aquecem a alma, ir para o sofá ver séries, filmes, ler, beber um chá, comer uns croissants, voltar ao sofá, dormir a sesta. Manta e gatos, num todo que me aquece e conforta a alma. 

 

24
Out15

Chama-lhe Amor

Das tristezas não se pode contar nada ordenadamente, porque desordenadamente acontecem elas. (Bernardim Ribeiro).

Para falar do livro da Vera eu poderia começar por parafrasear as palavras de Bernardim Ribeiro e dizer que das memórias não se pode contar nada ordenadamente, porque desordenadamente acontecem elas. É um livro de memórias. Escrito num registo de diário, narrado por um narrador personagem, protagonista, que centra em si a narrativa de memórias escritas com lágrimas e angústia. Não é um livro que se leia como quem bebe, sôfrego, um sumo fresco para saciar a sede. Mas lê-se, eu pelo menos, como quem bebe, no silêncio da penumbra, um chá quente, fumegante, que aquece as mãos, e bebe-se com a calma de quem tem a eternidade do momento para o saborear, gole a gole.

A narrativa da Vera faz-me lembrar um autor que estudei e pelo qual me apaixonei: Vergílio Ferreira. Mestre desta narrativa de memórias, relatos de um eu que procura ansiosamente na escrita o sentido da vida, a ordem das ideias, já que os sentimentos não se ordenam, não se controlam, num caos interior de um eu narrador que busca desesperadamente a sua paz interior. A história não tem começo, meio e fim. O leitor vai juntando as peças da história como um puzzle, conforme o narrador vai partilhando as suas memórias, nos intermeios dos seus sentimentos. Uma vez mais, Vergílio Ferreira é mestre nesta técnica narrativa: contar uma história desordenada, ao sabor das memórias, das tristezas e alegrias, cabendo ao leitor avançar e recuar, fixar trechos e ordenar os factos. A Vera está muito próximo desta mestria. 

Li o livro da Vera sem pressas, voltei atrás várias vezes, avancei, ficava a pensar. Deixo alguns excertos que me prenderam a atenção. Que desperte a curiosidade de quem ainda não leu. 

 

Brindamos ao esquecimento?

(...)

E neste momento já nem sabemos quem somos e limitamo-nos a viver, um dia atrás do outro, julgando claramente que esta é a melhor forma, a única que conseguimos.

Podemos acordar todas as manhãs a seguir, sempre, um dia e outro e ver a vida, a fugir-nos entre os dedos Até que julgamos ter encontrado o sentido.

 

Porque é de noite e só me lembro, neste momento, vasculhando as caixas antigas da memória, forrada com tecidos coloridos, às bolinhas de arco-íris, tu, eu, nós, em círculos pela vida. E tu eras tanto. Tu eras tudo. Tu eras a plenitude da existência que eu tinha. Eu era a louca, e a dançar agora, nesta sala, com o copo de sangria quase no fim, a chuva a bater na janela, dou-me conta, repara que te perdi.

 

Fiquei triste. Muito triste. E mesmo sabendo que a minha tristeza não interessa, num mundo tão cruel onde a tristeza se espalha nas pessoas como nevoeiro de amargura, o certo é que a minha tristeza me dói a mim.

 

Doente ou azedo é aquele que nunca amou o impossível. Que nunca saiu de si mesmo, como tu, sim, sabes bem, como tu, amando outro ser mais que a si mesmo. Sem pedir nada senão essa possibilidade de amar.

 

chama-lhe amor

 Página oficial no facebook

 

 Que seja o primeiro de muitos. Porque uma escrita assim, uma capacidade narrativa destas, não deve ficar fechada nas sombras do anonimato, no fundo de uma gaveta.

 

24
Out15

A ida à cabeleireira

Cortei. Cortei muito. Ia quase decidida a cortar só pontas e continuar a deixar crescer, mas o meu cabelo já não é o que era. Está fino e fraco, e quanto mais comprido, mais queda tem, mais nós faz, mais enfraquecido fica. Cortei. E gosto tanto! O cabelo curto fica-me bem. Fico mais leve, mais jovem, combina com o meu lado rebelde e irreverente. A cabeleireira adorou fazer o corte, adorou o resultado. A ajudante dela elogiou o resultado final da grande mudança. E até as velhotas que lá estavam no salão disseram que ficava muito bem, mais bonita. Ora porra, que eu saí de lá com caracóis renovados e auto-estima em cima.

Só a título de ilustração, está algo deste género:

 

Sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Pela estória de:

Arquivo

    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D