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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

06
Jan16

Pandora, respira!

Comprei (comprámos) carro novo, é um facto. Tivémos o mesmo carro durante 11 anos, foi comprado com 3 anos. Teve os seus problemas, alguns arranjos dispendiosos, mas no geral foram 11 anos bem usados e gozados com a viatura. A decisão do carro novo foi tomada para aproveitar não só o desconto de funcionário do Gandhe, como uma campanha promocional nos últimos meses de 2015, já que o modelo em questão vai ser atualizado. Nos próximos 5 ou 6 anos não teríamos oportunidade igual, de comprar o carro que comprámos, pelo valor que o conseguimos. Portanto, arriscámos e investimos. Não somos pessoas de trocar de carro constantemente, por isso que este dure tanto ou mais como o que tínhamos, e que vendemos, em bom estado, para dar entrada no novo. Não comprámos nenhuma bomba, um carrão xpto de encher os olhos como se tivéssemos ganho a lotaria do natal. Comprámos o que gostamos, dentro do que havia disponibilidade de escolha e financeira. 

Mas vir trabalhar de carro novo dá logo azo a comentários e piadas. Vou fazendo os meus sorrisos amarelos, brincando quando acho que é mera brincadeira, ignorando quando é boquinha parva.

Hoje temos jantar de equipa. O colega ranhoso cá do sítio, que tem um carrão bem superior, perguntou-me se logo lhe dava boleia para o jantar. E eu fiquei indecisa na resposta a dar-lhe:

a) comprei um carro, não um táxi;

b) quando eu tinha o meu bolinhas de 14 anos nunca me pediste boleia (e já tivemos almoços e jantares de equipa);

c) e se fosses à merda?!

Limitei-me a responder-lhe, com o tom mais irónico que consegui, que o meu novo carro é como os japoneses: os sapatos ficam à porta.

Para bom entendedor, meia palavra basta.

 

06
Jan16

Lá vai ter de ser

Há coisa de dois meses que comentei com o Gandhe que podíamos trocar o nosso forno da cozinha. Quando comprámos o apartamento, ele já lá estava, a marca é muito boa, mas o desgraçado estava com evidentes sinais de mau trato dos anteriores proprietários. Ainda assim, já o uso há sete anos, quase oito, e vai dando para o gasto. Gandhe não só concordou como ainda disse que se podia aproveitar e trocava-se também a placa de gás, já que também está gasta, com as grelhas dos bicos enferrujadas, e alguns sinais do pouco cuidado dos antigos proprietários, que eu tentei diminuir com limpeza e cuidados, mas não faço milagres.

Ora então que o ano começa e tenho uma pequena lista de coisas a fazer/comprar para a casa este ano, e o forno e a placa são logo os primeiros itens (para o verão vem a saga de pintar paredes e tectos de todas as divisões, mas cada coisa a seu tempo). 

Ontem, como ia ter aula de ginástica, cheguei a casa, temperei um roti de peru, e deixei o homem de olho no forno enquanto o roti assava e eu ia ginasticar. 

Quando chego, o roti estava no forno há mais de uma hora, a 220º e ainda não estava assado. Pois, já tinha dito que o forno não está a funcionar bem. Nisto o Gandhe vai para aumentar a temperatura, e fica com o botão na mão.

Planos para Sábado: ir ver um forno, de preferência, conjunto com placa de gás, novo. 

Eu sei que estava nos planos, mas não era preciso ser já. Só que pronto, antes que eu chegue ao dia 15 de Janeiro e já me tenha dado um lapso de memória para os planos de ano novo, o forno deu o jeitinho de acelarar o processo.

Agora vem a parte em que apelo às boas leitoras e companheiras de blogosfera: que tipo de fornos eléctricos recomendam (sejam fáceis de limpar, pelo amor do santo frango assado)? Marcas com boa relação qualidade/preço? 

 

05
Jan16

Arranque do ano, parte II

O Sapo destacou o meu post sobre os saldos. Obrigada, Sapo, por dares visão a quem simplesmente não vai aos saldos. 

Hoje mantive o foco (oh pra eu a usar linguagem fitness) e não me baldei às aulas de ginástica. Depois de um mês de baldas, em que só lá pus os pés no dia do convívio natalício, ou seja, para comer, eis que hoje, contra a preguiça, a chuva, a vontade de aninhar no sofá, lá fui eu, equipada, à aula. Palminhas para mim. Mas não me obrigem a fazer a vénia, que os abdominais não mo permitem. 

Toda a gente elogia o cabelo curtinho. Gabam-me a coragem da mudança radical de visual. Dizem que fico mais nova, com cara de miúda. É bom saber que me dão 15 anos. Qualquer dia pedem-me o cartão de cidadão para me deixarem beber uma caipirinha.

Agora vou ali dedicar-me aos alongamentos na horizontal, munida do meu pijama quentinho. Se me sentir com forças para isso, ainda faço levantamento de livro e sprint de páginas.

 

 

05
Jan16

Pandora, como estamos de saldos?

Não estamos. Em dezembro o dinheiro que gastei em compras foi unicamente para as prendas que ainda faltavam. Não recorri a cartão de crédito, pelo que em janeiro não há cá pagamentos de cartão de crédito. Não vou a centros comerciais há semanas, provavelmente a última vez que lá meti os pés foi naquela manhã de sábado, quando acordei cedo para ir terminar as compras de natal.

Ah e online, não viste nada? Pouco. Confesso que andei no site da minha loja preferida, mas apesar de ter achado graça a umas quantas coisas, nenhuma me faz falta, portanto, tenciono gastar zero cêntimos em saldos. 

Exceção feita a um gorro fofinho de lã, que não tenho nenhum e até dava jeito. Mas pequena e esquisita como sou em acessórios para tapar as orelhas, não há nada que me encha as medidas e os olhinhos. Tivesse eu jeito para tricot e já tinha uma coleção de gorros. Assim, ainda mais agora com o cabelo curto, resta-me rapar frio nas orelhas e suspirar por um gorro fofinho que só existe no meu imaginário.

 

04
Jan16

O arranque de 2016

Ainda 2015 não tinha acabado e já andava eu nas mudanças para o novo ano. Verdade seja dita, não são mudanças por mudar o ano, mas coincidiram. Assim, cortei novamente o cabelo, tive uma passagem de ano diferente de todas as que já tive, vendemos o nosso carro mais adorado, foram 11 anos juntos, estava na hora de lhe dizer adeus. Hoje tirei o dia de férias e escrevo este post no comboio a caminho do Porto. Vamos buscar o carro novo. A prenda de natal que o Gandhe me ofereceu tinha defeito, decidi trocar por outro modelo, que para minha sorte estava esgotado em loja, pelo que agora é esperar que reponham stock. Nos primeiros três dias do ano fiquei no ninho à conta da ameaça de uma gripe, vi filmes, séries, estive na ronha com os gatos no sofá, reorganizei receitas, limpei a casa com direito a algum destralhamento e a uma lista de coisas a fazer/comprar para a casa este ano. Agora vou olhar pela janela do comboio, enquanto a chuva cai lá fora, e sussurrar a mim mesma que seja o que for que 2016 traga eu vou aproveitar.

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