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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

22
Ago16

Pandora em isolamento

Estou sem comunicações. Como é que, nos dias de hoje, se vive sem net, sem telemóvel, sem televisão??!!! Pois...

Ora, vou tentar controlar a vontade de só dizer palavrões e chamar nomes feios ao pessoal da NOS. 

Basicamente o que aconteceu foi: a fidelização do nosso pacote NOS terminava dia 13 deste mês. Renegociámos contrato, vimos outras propostas na concorrência, e analisadas as várias opções, decidimos mudar de operadora. Para o efeito, assinámos rescisão da NOS, com cancelamento de serviços agendado para o dia 13 de setembro. Atentem nesta data: 13 de setembro.

Pois que os filhos da puta decidiram cortar os serviços ontem, dia 21 de agosto. Três semanas antes do acordado. E nós, sem qualquer comunicação, que remédio senão rumar, numa tarde de domingo solarenga, para uma loja NOS, onde não resolvem merda nenhuma. Primeiro nem sequer sabiam explicar o porquê do cancelamento dos serviços com tanto tempo de antecedência, e guess what? Impossível anular. Para voltarmos a ter serviço teríamos de fazer novo contrato (ide para a rameira que vos pariu) e só ficaria ativo depois de 48h (estão a gozar com as pessoas, certo?). Munidos dos contratos, formulário de cancelamento, com datas e tudo bem explícito, nada mais a fazer que puxar do belo livro de reclamações, mandá-los encherem-se de moscas, e ir à loja da operadora concorrente, com quem já tínhamos assinado contrato, a solicitar antecipação da ativação de serviços. Vão instalar hoje, mas os cartões de telemóvel vão demorar um pouco mais por causa das portabilidades. 

Um domingo fabuloso, não?!

Pois... por acaso até foi, porque no meio disto tudo, acabei o livro de Isabel Allende que me andava a consumir horas preciosas para dormir. Ainda estou em ressaca literária, porque, independentemente de eu ser fã de Isabel Allende, este livro, O Jogo de Ripper, é genial. Surpreendente. Apaixonante. Sei lá, ainda estou a digerir aquele desfecho porque, mesmo eu tendo desconfiado desde cedo de quem seria o vilão, fiquei completamente boquiaberta com o desenrolar dos acontecimentos e o desfecho, com a exposição do assassino e seus motivos. Allende não é escritora de policiais, nem pretendeu que este livro fosse um policial, mas caramba, já li policiais sem metade da qualidade narrativa, das peripécias, do suspense, da trama bem intrincada, sem qualquer preocupação pela psicologia forense. Ainda estou alucinada com o livro. Allende no seu melhor, sempre a surpreender. 

19
Ago16

Futilidades

Há dias reparei que as minhas calças de linho nude (não são brancas, mas também não são bege) estão a dar as últimas, que é como quem diz, a ficar puídas nas costuras atrás. Pensei logo em ver se arranjava substitutas no resto de saldos, onde, por norma, se encontram os melhores achados.

Acontece que as únicas calças que vi que podiam substituir as minhas atuais não me encheram as medidas, não era bem aquilo. Em compensação, saltaram-me aos olhinhos umas blusas meia estação que pensei logo aproveitar para comprar, já que o tempo tem andado meio ranhoso e não tarda é a roupa que começo a vestir (sem imaginar que hoje estaria de chuva e vi-me obrigada a vestir calças, blusa de meia manga e sapatilhas... há semanas que não sei o que é andar com os pés tapados!). 

Não há calças novas, mas há blusinhas... 

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E há chuvinha. Ca neura!!!! 

 

 

18
Ago16

Ainda é verão?

O fim das férias traz um certo sabor a fim de verão. Bem que quero contrariar esta sensação e pensar que há fins de tarde e fins de semana a aproveitar, que ainda haverá calor, churrascos, bebidas frescas, convívios com amigos... Mas depois acordo com o tempo nublado, a morrinhar, percebo que antes das 21h já está lusco-fusco e a noite já pede um casaco. 

 

17
Ago16

Dizia que era para (re)começar com calma

Ontem foi o regresso ao trabalho e o dia até foi mais calmo do que eu supusera.

Ontem também foi o dia de (re)iniciarem as aulas de cardio fitness, depois de uma pausa de três semanas. Aparecemos poucas alunas, todas com cara de quem acabou de ver as férias a irem pelo ralo. A vontade de não estar ali era genérica. Eu própria quase que tive de dar um pontapé no meu rabo gordo para me levantar da cadeira, onde eu relaxava no terraço.

A professora a ver-nos tão deprimidas anunciou uma aula leve, para recomeçar com calma.

MENTIROSA!!!! 

Fizemos um circuito de diferentes exercícios com elásticos: braços, peitorais, pernas e glúteos e, cereja no topo do bolo, pranchas laterais. 

 

Escusado será dizer que hoje estou que não posso dos braços, ombros, pernas... 

 

16
Ago16

Leitura das férias

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Quando comecei este livro de Joanne Harris, achei que o lia em menos de duas semanas e para férias já levaria um dos de Isabel Allende que aguardavam vez na estante da vergonha.

Claro que não o consegui ler antes das férias, até porque o cansaço era imenso e as coisas para fazer e tratar também. Resultado: foi comigo para férias, e ainda bem que assim foi.

Gosto muito da autora, já li vários dela e apenas houve dois (Maligna e A Marca das Runas) que me deixaram a espumar de desespero para os acabar, e quase que morria ali o amor pela autora. 

Um Gato, Um Chapéu e Um Pedaço de Cordel é um livro de contos. Dezasseis deliciosas histórias que se lêem nos agradáveis dias de férias, sob a sombra de um guarda-sol, ou numa esplanada, sem pressas. Joanne Harris tem uma escrita harmoniosa, onde consegue juntar, com mestria, elementos místicos com banalidades quotidianas, sentimentos e emoções, sonhos e ilusões, e tudo num equilíbrio que nos dá vontade de conhecer aquelas personagens, sorrir com elas, chorar com elas, dar-lhes a mão e partilhar do seu pequeno mundo e dos seus sonhos, respirar um pouco daquela magia e energia.

Nestes contos encontramos algumas personagens do universo literário de Joanne Harris, e é um belo reencontro. Confesso que fiquei com muita vontade de ler mais histórias com as velhinhas Faith e Hope, porque elas são excecionalmente divertidas, com um toque de ironia e muita sabedoria e humanidade. Se há personagens de Joanne Harris que eu adoraria conhecer, era esta dupla.

Agora estou agarrada a mais um livro de Isabel Allende, e estou mesmo agarrada. Que saudades de Allende! 

12
Ago16

Fui ao Algarve brincar aos pobrezinhos!

Já regressei de terras algarvias há três dias, mas isto de chegar de férias tem que se lhe diga. É desfazer as malas, lavar roupa, arrumar coisas, é mimar os gatos, é arejar a casa, é ir abastecer o frigorífico ao supermercado... enfim, é bom voltar a casa, e isso implica regressar a rotinas.

Vale-me que regresso ao trabalho só na próxima semana, e por isso, o tempo vive-se ainda a ritmo desacelerado, aproveitando para fazer as coisas que se gosta, descansar, manter a boa vibe de quem regressa de férias. E estaria ainda num estado muito zen, não fosse a calamidade dos incêndios, que me deixa de lágrimas nos olhos e garganta apertada. Para não variar, o distrito de Aveiro é um dos mais fustigados, e hoje de manhã acordei com intenso cheiro a fumo e com o terraço coberto de cinzas. E sim, estou a kms dos incêndios ativos e mesmo assim chegam aqui vestígios trazidos pelo vento forte. Se ao menos desse tréguas para ajudar o trabalho incansável dos bombeiros. 

Então este ano Pandora e Gandhe, pela primeira vez, rumam ao Algarve para férias. Digamos que o Algarve turístico que toda a gente fala não nos seduz. Nunca seduziu. Há muitos anos atrás estive lá de férias e não gostei. Anos depois fui lá uns dias em trabalho, e mantive a opinião: não aprecio. De maneira que nunca esteve nos nossos planos. Porquê este ano? Bem, Gandhe, quando há uns meses mudou de turno, foi trabalhar com um colega que tem uma pequena casa em Cabanas de Tavira e que costuma arrendar a colegas. Ele perguntou aos colegas que lá costumam ir de férias como era a zona e as praias, e teve relatos muito entusiasmados de como era zona calma, longe do rebuliço turístico das zonas mais badaladas, que as praias eram espetaculares, blá blá blá. E lá me convenceu a ir. Conseguimos a primeira semana de agosto,  lá fomos nós, não sem antes parar no nosso amado Alentejo para uma visita aos nossos amigos.

Nos entretantos, tinha comentado com uma amiga que ia para a zona de Tavira, e ela disse que eu ia para a zona mais bonita e calma do Algarve, que tinha a certeza que eu ia adorar. Confiei na opinião dela, mas nestas coisas, eu sou como S. Tomé: ver para crer. Primeira semana de agosto no Algarve? Hum... ia de pé atrás, confesso.

Coincidência ou não, nas vésperas da nossa ida, deparo-me com um artigo de opinião na Visão sobre o bom Algarve.

 

Há um Algarve Bom, o das pontas, que merece ser salvo dos ativos tóxicos do Algarve Mau dassunset pool parties, sardinhas on carvon e do chicken piri-piri

 

Sorri para mim mesma, achando que o universo conspirava para que eu fosse fazer as pazes com o Algarve. 

 

O Algarve do polvo de mil maneiras de Santa Luzia, das vistas de Cacela, das areias da Terra Estreita. Da Tavira cheia de graça, da medieval Castro Marim e da Vila Real de Santo António cada vez mais bonita, a anos-luz da vizinha Ayamonte, outrora a irmã cobiçada onde se ia lavar as vistas e comprar caramelos e chouriços. O Algarve do restaurante Noélia e Jerónimo, onde se come a divinal raia alhada, as pataniscas com açorda de conquilhas ou o polvo trapalhão com batata-doce. Onde os mercadinhos vendem peixe pescado durante a noite, figos de casca negra acabados de colher, uvas com sabor de antigamente, tomates coração de boi doces e de acidez perfeita, azeite a granel e laranjas não harmonizadas tão doces que surpreendem a cada dentada. Onde há gelados de alfarroba, arroz de lingueirão com peixe frito e morgado de figo.

 

Este parágrafo resumia de forma deliciosa a zona para eu estava prestes a ir. Senti mais confiança que ia gostar, sem saber que vinha embora a querer regressar.

Resumindo muito resumido: a casa do colega do Gandhe é uma fofura, uma pequenina casa T1, num bairro de pequenas casas junto ao Parque de Campismo de Cabanas de Tavira. Quando lá chegámos foi instalarmo-nos na casa, conhecer as redondezas e rumar ao supermercado fazer compras para a semana. A nossa ideia era levar sandes e fruta para a praia, até porque já sabíamos que íamos para praias que ficavam numa ilha, e como a casa tem um pequeno jardim e um páteo ótimo para churrascos, os nossos jantares eram grelhados no carvão, carne ou peixe, que íamos comprar fresco ao mercado de manhã, com umas belas (e frescas) saladas, regadas a Lambrusco rosé (adoro). 

Fomos à praia da ilha de Tavira, apanhámos o ferry, e ficámos surpreendidos porque a ilha tem bastantes infraestruturas: campismo, casas, restaurantes, bares. Ainda assim foi lá que pagámos o café mais caro: 1,20€.

Eu já tinha nos planos ir conhecer a praia de Cacela e essa foi a nossa segunda praia. Maravilhosa! A vila de Cacela a Velha é uma típica e tradicional vila algarvia, a paisagem sobre a Ria Formosa é de tirar o fôlego e nos deixar completamente embevecidos a olhar para o horizonte. E a praia é maravilhosa. Na ida apanhámos maré baixa, pelo que fomos a pé, na vinda tivemos de apanhar o barco, senão só a nado.

Ao terceiro dia fomos para a praia da ilha de Cabanas de Tavira e foi a praia que fizemos os restantes dias. Apanhar o barco e rumar à ilha. Tem um pequeno restaurante e dois bares, a praia é grande, ainda que concorrida, mas há lugar para toda a gente sem nos sentirmos sardinha em lata. 

O mar é verde água, enquanto aqui no norte temos o mar de um azul profundo. A água, bem, entrar é muito fácil, o complicado é sair, porque está-se lá tão bem. Com o calor que apanhámos era na água que se estava bem, pronto.

Demos as nossas voltinhas, fomos a esplanadas tomar café, ou beber umas canecas de cerveja com tremoços, à noite bebi caipirinhas por 5€, exatamente o preço que pago em Aveiro, e isso surpreendeu-nos, porque esperávamos preços mais inflacionados.

Na penúltima noite descobrimos bem perto de onde estávamos instalados um bar 5 estrelas. The Old Barrel, um bar irlandês com um atendimento excecional (e eu que já dizia que o mau das férias era o péssimo atendimento dos algarvios, que devem muito à simpatia), um ambiente acolhedor, uma carta de bebidas de babar e a preços que me deixaram boquiaberta. Juro, nem em Aveiro. Os gins mais caros da carta custavam 6,80€, e mesmo sendo a água tónica paga à parte, ficava o gin abaixo dos 10€. Gandhe, como apreciador de gin que é, estava deslumbrado, até porque em Aveiro, os gins mais baratos andam na casa dos 9€/10€. Já eu deliciei-me com cocktails por 6€, sendo que numa das noites aproveitei o cocktail que estava como promoção da noite a 5,25€. 

Chamámo-nos nomes feios por ter descoberto aquele bar a duas noites do fim das férias, mas ainda foi a tempo, e se o tivémos descoberto mais cedo, de certeza que não teríamos ido a outros sítios e estado noutras esplanadas, a ouvir música ao vivo e a desfrutar do cheiro a maresia vindo da ria.

Houve um dia que decidimos que íamos jantar fora, e fomos ao conceituado e muito conhecido, pelo arroz de lingueirão, Restaurante Pedro. Eram 19h e estávamos na esplanada a perguntar se ainda se arranjava mesa para dois, e conseguimos. Pedimos polvo para entrada, o famoso arroz de lingueirão, especialidade da casa e prato típico da zona, uma garrafa de Muralhas verde branco, cafés e sobremesa... a extravagância ficou em 48€ e uns cêntimos. Mais uma vez, ficámos surpreendidos porque esperávamos preços mais inflacionados. Quanto ao arroz, uma delícia!!! Não sei se é o melhor do Algarve, foi a primeira vez que comi, não tenho termo de comparação, mas que estava delicioso e me soube pela vida, isso sim.

Na nossa última noite optámos por ir a um take away que fica no fundo da avenida de Cabanas, e uma vez mais ficámos surpreendidos pelos preços: 1 frango de churrasco com arroz e batata frita, 8€, por exemplo. 

Esta parte dos preços surpreendeu-nos mesmo. Ainda que seja uma zona mais calma do Algarve turístico, não deixa de ter e de viver do turismo, e em plena época alta, mês de agosto, seria de esperar, à semelhança de outros sítios, que inflacionassem os preços. Por isso ficámos deveras surpreendidos e pela positiva. Adorei os nossos grelhados no páteo da casa, ao entardecer, enquanto se bebia uma mini e se aproveitava o fim de tarde depois da praia. Então o peixe que comprávamos fresco pela manhã no mercado era divinal assim, grelhado no carvão com umas pedras de sal. Ainda assim, foi bom saber que também podemos ir buscar comida ou ir jantar fora sem que isso seja um escandaloso rombo no orçamento das férias. E por isso eu ia brincando a dizer que fui ao Algarve brincar aos pobrezinhos.

Adorei. Há anos que não fazia assim uns dias de praia, com direito a vários banhos de mar por dia. Descansei, li, relaxei, conheci locais lindos, e passei ao lado de outros que ficaram na lista para futuras visitas num regresso. 

Se foi tudo perfeito? Não. Para começar fui atacada por melgas e eu, alérgica que sou, lá tive de ir à farmácia comprar uma pomada para pôr nas borbulhonas que tinha nas pernas e braços. Depois, tanta coisa para comer as tão famosas bolas de berlim do Algarve, e só me calharam bolas de berlim sem creme... percebemos depois que para as ilhas os vendedores de bolas de berlim não podem levar com creme. Bola de berlim sem creme? A sério???? Coisa mais sem gracinha nenhuma. E por último, ficou mesmo a impressão do algarvio antipático. O atendimento ao público é a despachar, sem simpatia ou cortesia. Podiam ser melhores.

Agora, para terminar o relato que já vai mais que longo, era partilhar umas fotos, não era? Confesso que não tirei às centenas, mas tirei umas quantas.

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No ferry para a Ilha de Tavira

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 Praia da Ilha de Tavira

 

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 Cacela e Praia da Cacela: sem dúvida o sítio onde tirei mais fotos. 

Deslumbrante!

 

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 Praia da ilha de Cabanas 

 

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O delicioso arroz de lingueirão!

 

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 As nossas bebidas no The Old Barrel.

 

Ai que suspiro!!! Pensar que há uma semana atrás estava lá, no bem bom. Aquela água quente e transparente...

O regresso a casa ainda significa idas à praia da Barra, mas para quem vem de águas quentes, cá, só de molhar os pés, congela a espinha, chiça ! Em compensação, já comi a bola de berlim COM creme. E os churrascos no carvão continuam no terraço cá de casa, infelizmente com cheiro a incêndios a pairar no ar e a ensombrar-nos o semblante.

Afinal, ainda se vivem dias de férias e são para aproveitar até ao último minuto.

 

07
Ago16

Na reta final

O que é bom acaba depressa, já se sabe, e quando se trata de férias, elas voam à velocidade da luz. 

Só regresso ao trabalho dia 16, mas o regresso a casa é já dentro de 24h e se estou cheia de saudades dos bichanos, com saudades de casa, da minha cidade e ainda conto com uns dias para lazer e ir à praia da minha cidade, a verdade é que já está a bater a melancolia pelo fim destes dias longe, afastada de tudo o que faz parte dos meus dias, das minhas rotinas e afazeres. 

Vim fazer as pazes com o Algarve e tenciono regressar. Porque é bom regressar onde nos sentimos bem. Mas isso ficará para outro post.

Agora vou aproveitar as últimas horas antes da viagem de regresso. 

 

 

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