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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

16
Dez16

As prendas de Pandora

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Eu tinha pensado deixar as prendas que fosse recebendo para abrir dia 24 à noite, ou 25. Pois. Tinha pensado. Ficou só no plano do pensamento.

Não que já tenha recebido muitas, foram três. A primeira chegou por correio e eu segurei-me. Aliás, a doce m-M até estava preocupada porque eu não lhe dizia nada.  

A segunda veio com o abraço e o jantar de natal antecipado com uma amiga. Obviamente abrimos as prendas, afinal, era o nosso jantar de natal, certo? E ela surpreendeu-me com este livro, que já andava na minha wishlist na WOOK, e aquele marcador de livros em forma de folha, que é lindo. E para o pack ser completo, uma caneca com corujinhas, coisa mais fofinha, não tirei foto, prá próxima. O livro já foi meio devorado, já fiz uma tabela com um resumo do plano de toma de chás para auxiliar na perda de peso ou redução de inchaço / perda de líquidos (eu sou a retenção de líquidos em forma de gente), e um resumo de chás e seus benefícios. Vai para a porta do meu frigorífico. A maior parte dos chás eu já os tenho em casa. Agora sei exatamente como tomar e o que tomar consoante o que pretendo. Calha bem, porque todo o meu aparelho digestivo, principalmente a parte intestinal, é problemático e dá-me muitas dores de "cabeça".

Curiosamente na semana passada, na consulta da nutricionista, avisei-a que consulta só para janeiro, que ia começar o périplo de jantares de natal. Aconselhou-me a tomar chá de funcho para ajudar na parte do inchaço abdominal e flatulência. E a verdade é que os "abusos" alimentares já começaram, e eu ando impecável. Sem aquele incomodativo inchaço abdominal, como se andasse com uma barriga de grávida de três meses. Claro que tenho de ajudar com o sistema nervoso. Nada de crises de ansiedade e nervos à flor da pele, o que se torna difícil com a persona sogra a surgir das sombras, mas vá, sou mais forte que isso. Respira e não pira, Pandora.

Retomando as prendas. A terceira veio do amigo secreto das colegas da aula de cardio fitness. Também já fomos jantar todas, francesinha, pois claro, depois queimamos as calorias. Uma vez mais abrimos todas as prendas, nada de aguardar.

E nisto, olho para o envelope da m-M e que se dane, aí vai disto. Aberto! 

 

Ontem ia-me dando um ataque do coração quando o Gandhe decide ir à garagem e levar a chave do Smart. A prenda para ele anda na mala do carro há vários dias. É o karma. Eu tinha pensado guardar as prendas e abri-las no natal. Quem me manda andar a abrir antes? Foi por um triz que ele não descobriu a dele, que essa sim, só dia 24. Ou 25. Depende da noite em casa da santa sogrinha. Pena que o livro dos chás não tenha lá nenhum específico para aligeirar a azia provocada pelas sogras.

 

16
Dez16

Pandora, pernas de gelatina

A minha professora de cardio fitness ontem deu-nos uma tareia nas pernas. Exercícios de glúteos e pernas que me puseram a tremer feita gelatina. 

Agora o timing é maravilhoso: hoje jantar de natal do trabalho, com bailarico; amanhã jantar com amigos das danças, com noite social dançante; domingo festa de natal da escola de dança, com pista aberta, claro.

Quer-me parecer que dançar, só se for com os olhos.

 

13
Dez16

Pandora e o karma

Hoje foi a troca de prendas ao estilo amigo secreto com as meninas da ginástica. 

A mim calhou-me uma senhora que raramente vai às aulas, pelo que foi um desafio perceber o que lhe podia oferecer com um plaffond até 5€. Procurei inúmeras hipóteses, até que na ida ao Fórum Coimbra no feriado, encontrei uns brincos muito mimosos, em tons de pérola, rosa nude e um fio dourado, que me pareceram ser ao estilo dela e estavam dentro do budget.

Agora adivinhem o que Pandora Maria recebeu????

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Ah, o belo par de meias natalícias, bem peludas por dentro.

São mega fofas, são. Mas eh pá, meias no Natal? Venha antes a canequinha do pai natal. Isto nem é pantufa, tão pouco dá para calçar o que quer que seja por cima delas. Digam-me, isto dá para quê mesmo?? Nem lareira tenho para as pendurar...

Mas são fofinhas, eu sei! 

 

13
Dez16

Amor no Natal é

Na semana em que o meu Sporting perde com o Benfica dele, entrar numa Casa do Benfica para lhe comprar uma surpresa extra para a prenda de natal. Estou a preparar-me para tal passo. Mas já liguei a pedir informações. De nada valeu, porque tenho de lá ir em certos horários porque só alguém da direção é que me pode esclarecer e vender o que pretendo.

 

Pensavam que eu ia falar da sogra?! Se souberem de um pack da Odisseias com viagem de ida para Namek, avisem. 

 

 

13
Dez16

Onde posso encontrar latas?

Latas para guardar chá. 

Aos poucos fui passando dos chás do supermercado para os orgânicos e biológicos. Agora vou passando dos chás de saquetas para os de folha seca.

Andei a pesquisar qual a melhor forma de conservar e guardar o chá, e cheguei às latas. Nada de vidros, nem plásticos, nem madeiras. Latas. 

E agora, onde posso encontrar latas giras para começar a guardar os vários chás de folha seca que já tenho?

 

 

12
Dez16

Sapatos de Rebuçado

Sapatos_de_rebuçado_2016

Na semana passada acabei o segundo livro da saga Chocolate, de Joanne Harris. Gosto da autora, gosto da escrita, da envolvência que cria entre a realidade e a magia, misturando os elementos de forma tão natural, que as suas histórias não chegam ao fantasioso, mas saltitam entre um quotidiano comum, corriqueiro, banal, e uma pontinha de misticismo que lhe dá algum tempero. Gostei muito do livro Chocolate, e como há uns tempos revi o filme, fiquei mesmo com vontade de ler a continuação da saga, saber como estaria Vianne e Anouk. 

E ei-las, quatro anos depois, nos arredores de Paris, numa existência discreta e tão normal quanto possível. É o que Vianne deseja, para poder proteger as filhas: uma existência normal e comum. Por isso abdica das suas artes de feiticeira e toma uma existência sossegada e reservada. Anouk cresceu e é uma pré adolescente que começa a questionar as atitudes da mãe, principalmente com a sua mudança drástica, e agora há a pequena Rosette, uma criança especial e diferente.

Mas todos os planos de Vianne são interrompidos com a chegada de uma enigmática mulher. Tudo nela é simpatia, otimismo, alegria, boas energias, mas o que ela esconde é aterrador. Usa em magia em proveito próprio, não olhando a meios para atingir os seus fins. Uma inimiga implacável que tece um plano diabólico para destruir Vianne, e para o conseguir, conquista-a, como se fossem almas gémeas, irmãs de outra vida, ganhando-lhe a confiança, envolvendo-a numa teia sem que ela se aperceba dos riscos que está a correr. E Vianne, ainda que com muitos medos e receios, muito renitente em voltar a ser o que foi, em voltar a usar a sua magia, vai caindo nas armadilhas até ao momento em que percebe que antes de lutar com a sua inimiga para sobreviver, tem de vencer os seus próprios medos. 

A história é diferente da que conhecemos em Chocolate. Há esta personagem maquiavélica, sem coração, personagem sombria, dá um suspense arrepiante ao enredo, e simultaneamente faz com que Vianne pareça uma tonta ingénua, a quem dá vontade de dar duas estaladas para ver se ela acorda para a vida, tira a cabeça da areia e assume quem é de verdade. Pois a sua fragilidade vem do facto de não assumir o que é verdadeiramente: uma feiticeira. Das boas. Do bem.

No decorrer da história vemos a evolução de Anouk, do seu próprio poder, de como, adolescente que é, se afasta da mãe e se torna facilmente manipulável. Vemos o desfile de uma série de personagens que vamos conhecendo ao longo das páginas: os seus medos, as suas dores, os seus fantasmas, as suas inseguranças. Tão reais que podia ser qualquer um de nós, qualquer pessoa que conhecemos. 

O desfecho é um cliché: a vitória do amor sobre todo o mal, por mais forte que ele possa ser. Mas ainda que seja cliché, não deixa de estar perfeitamente enquadrado e ser o desfecho perfeito, que nos enche de ternura e esperança. 

Agora o que eu gostava mesmo mesmo mesmo era de poder ir a uma chocolataria como a de Vianne Rocher. As delícias que imagino enquanto leio, quase que lhes sinto o aroma e o toque aveludado e doce. 

 

12
Dez16

O drama

Comprei a prenda para o Gandhe online. Indiquei a morada do local de trabalho para entrega. Chegou hoje. Encomendei na semana passada. 

Ora, agora ando com o caixote dentro da mala do carro, porque quando tiver um bocadinho em casa sozinha, preciso preparar o embrulho (que vai ter macacada)... e só depois é que poderá ir para junto da árvore de natal. Ou não. Que a curiosidade não é só dos gatos de quatro patas. Mas onde raio vou esconder um caixote grande, sem que ele dê com ele???? Andar com ele aos tombos na mala do carro não tá com nada.

Oh dramas natalícios.

 

Não, o verdadeiro drama é ter recebido o convite da sogra do demo. Como a avó vai estar presente, e ainda por cima apanhámos um valente susto com ela recentemente, quem sou eu para abrir guerra e pô-lo numa situação delicada de não passar o natal com a pouca família que tem? Sei que mesmo sabendo que vai ser uma palhaçada, faz questão de aproveitar a oportunidade da reunião familiar. E eu, bem, diz que por amor se engolem sapos. Eu tenho de engolir a sogra do demo. Vou ali começar a tomar xanax para chegar chegar ao Natal bem drunfada.

 

12
Dez16

Mudança

Tinha marcado coloração na cabeleireira há duas semanas. A ideia era apenas pintar, na cor habitual. Não cortei, ainda, porque o corte que fiz em outubro ainda está ótimo. Quanto à cor, a cabeleireira desafiou-me a pintar num vermelho mais vivo. E eu alinhei. Porque não? Vamos lá mudar o visual. 

Portanto neste momento sou uma espécie de Jessica Rabbit: cabelo e anca como ela tenho, falta-me tudo o resto. 

Passei de um tom mais escuro, caju, assim para um vermelhão. E estou a adorar! Este ano dispenso usar gorro de pai natal. 

 

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