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Estórias na Caixa de Pandora

Agora sim!

O início do novo ano não foi meigo, nem doce, nem alegre, nem motivador, e nada inspirador. E foi uma fase negra no geral, até em leituras.

 

Em fevereiro, pelo dia dos namorados, Gandhe oferece-me este livro, o quarto da série Castle. Eu ainda não tinha o terceiro, mas delirei com a oferta e assim que enterrei num canto da estante O Chapéu do Sr. Briggs, atirei-me ao Castle. Uma aposta segura, até porque segui a série toda e foi com pena que vi uma das minhas séries favoritas terminar. 

À semelhança dos anteriores livros, e para quem seguiu a série, facilmente reconhece os personagens, facilmente visualiza as cenas, adivinha as expressões e antecipa algumas situações. 

Para quem é fã da série, ler estes livros é um agradável regresso ao universo Castle e a equipa de detetives liderada pela implacável Kate Becket (aka Nikki Heat).

Gostei muito deste livro. Percebi nitidamente, logo no início, que há uma continuidade com o anterior (o terceiro), que eu ainda não li, mas nada que atrapalhe ou prejudique a leitura. Quase como nos episódios, são pormenores ou detalhes das vidas das personagens e das relações que vão evoluindo, havendo uma ou outra referência a algo que aconteceu no passado, sem que isso represente ou cause algum constrangimento.

O quarto livro foca-se no caso que marcou a vida da detetive Nikki Heat: o assassinato da mãe. Um estranho homicídio e uma série de coincidências conduzem Nikki Heat a investigar o passado da mãe para encontrar pistas sobre o seu assassino, já que tudo indica que ele terá voltado à cena com mais um crime que, cedo se percebe, estar relacionado com a morte da mãe, há 10 anos atrás.

Há reviravoltas, surpresas, desenvolvimentos e descobertas, peças que se vão juntando e levam a um desfecho um tanto ou quanto surpreendente. 

Nikki Heat consegue reconstruir um passado desconhecido e misterioso da mãe, consegue chegar ao seu assassino, mas percebe que há mais por detrás de todo este caso... e assim termina este quarto livro, numa espécie de "to be continued" que nos deixa em ânsias pelo próximo epísódio. 

Com este Coração de Gelo voltei a sentir-me mais entusiasmada com a leitura, a sentir prazer em ler.

Venha o próximo, que estava na minha wishlist mas tive a sorte de uma colega mo emprestar. Pelo feedback dela, é daqueles que nos prende até à última página. Vamos ver se com as mini férias de Páscoa o despacho num fôlego. 

 

Ca pontaria

Férias marcadas. Estão para aprovação.

Para já os planos mais imediatos são para maio.

Como faço anos a meio da semana, tirei os restantes dias e a ideia é rumar à capital, até porque ofereci ao Gandhe um voucher da Odisseias no natal que inclui visita ao Estádio da Luz, ao museu do SLB e ainda um cachecol. Claro que eu quero é despachar o homem para o estádio enquanto vou calcorrear aquela basílica de seu nome Colombo.

É o chamado matar dois coelhos de uma cajadada: ele usufrui da sua prenda de natal, eu vou festejar os anos longe de casa. Aproveito para abraçar uma amiga especial e dar uma de blogger féxion que vai passear-se pelas ruas da capital. 

Tudo muito lindo até àquele momento em que reparo que tinha mesmo de decidir ir a Lisboa na altura do Festival da Eurovisão!

Ca puta da pontaria!! 

Ou altero planos (e férias), ou vou mas é começar já a ver se arranjo alojamento sem preço ultra inflacionado. 

 

Apaixonei-me mais um pouco

Sábado tinha marcado cabeleireira de manhã, para pintar o cabelo. Como à tarde tínhamos umas quantas coisas para tratar, enquanto eu fui tratar da beleza, Gandhe muniu-se da lista de compras e foi despachar fruta e legumes à frutaria e umas quantas coisas que eram precisas do supermercado. Poupei-o de escolher os pensos higiénicos que estavam anotados na lista 

Já passava das 12h30 quando fiquei despachada da cabeleireira e ele estava cá fora à minha espera. Com as compras. Fomos para casa e enquanto arrumávamos as compras, ele contou-me que no talão do supermercado (que eu guardo para controlo de despesas) tinha lá uns artigos que ele tinha pago mas que não eram nossos. Não percebi nada do que ele estava a dizer, e então explicou-se:

- Estava uma senhora à minha frente com meia dúzia de coisas, assim coisas essenciais, sabes? Ela estava atrapalhada a contar moedas e não tinha que chegasse e estava ali a ver o que podia deixar. Olha, disse à filha da tua colega, que estava na caixa, para ela passar aquilo que faltava que eu pagava à senhora. Foram 2€ e pouco. Não foi nada de mais.

Eu olhava para ele e sorria, comovida. Dei-lhe um beijo e disse-lhe que fez muito bem, não era nada que eu não tivesse feito. ORGULHO!!! 

 

Nota mental

Não me alegrar por, no dia seguinte a uma aula de cardio fitness, não ter dores musculares.

Não me alegrar porque as dores vão começar mais ou menos 24h depois.

E até atingir as 48h seguintes, ganha-se um andar totalmente novo (daqueles em que se prefere usar as rampas destinadas a cadeiras de rodas em vez de ir pelas escadas).

 

 

 

 

Chata, eu sei!

Gente, vamos lá tentar esclarecer uma coisa, sim?!

Cabelo LONGO

 

Cabelo MÉDIO

 

Cabelo CURTO

 

Ora bem, trocando por miúdos:

  1. O cabelinho tapa-vos uma boa parte das costinhas? É longo. Repitam comigo: longooooo.
  2. O cabelinho tapa-vos pescoço e fica ali a tocar ou mesmo a passar ligeiramente do ombro para baixo? É médio. Vá, devagarinho comigo: méeeeeediiiiiiiooooo!
  3. O cabelinho deixa-vos o pescocinho ao léu, eventualmente as orelhinhas também? Curto. Repetindo: cuuuuuurtoooooo.

Agora por amor da santa e da minha paciência, deixem-se de se armarem em corajosas porque cortaram dois palmos às melenas e chamam cabelo CURTO a isto:

Foda-se, se isto é curto, eu tenho cabelo rapado, não?! 

 

Pronto, era só isto. 

 

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