Paniquei ontem. Sim, paniquei, deu-me os cinco minutos, dei o tilt, fritei do miolo. Tive um espasmo de hipocondríaca.
Agora é respirar, esperar (im)pacientemente pelo dia da consulta de especialidade que, finalmente, marquei. Provavelmente esperar mais um pouco por exames e análises, e o que seja necessário, e enfrentar o que tiver de ser.
Até lá, nada de esforços, nada de exercício físico, nada de dança... e como sou bem mandada, hoje vou à aula de dança. Aguento até onde aguentar. Faço aula de sapatilhas em vez de salto alto.
Ontem a Genny, a minha doce Genny, amiga da blogosfera de há anos, ainda antes de ser Pandora, quando eu tinha outro nome, outro blog. Genny, que nos conhecemos num almoço convívio com outros bloggers, e depois nos encontrámos quando trabalhei em Coimbra. Genny, doce Genny, de quem não perco o rumo, mesmo que haja períodos de silêncio, há ali um carinho que nos une e que é tão bom e faz isto da blogosfera valer tão a pena.
Então a Genny surpreendeu-me com umas sugestões para novo header do blog. Embeveceu-me o carinho e dedicação. Do que ela se havia de lembrar. Mas o que me deixou completamente derretida foi a seguinte imagem:
E até posso não mexer no header do blog, mas esta ruiva rodeada de gatos já está como imagem de perfil, oh se está!!!
Devia era receber aquela quantia todos os meses, e não seria nenhuma fortuna para o que faço e a responsabilidade que tenho nos ombros. Adiante...
Recebi o subsídio de férias e podia estar aqui a rejubilar a fazer planos para as férias, ou para umas comprinhas, para qualquer coisa que me desse verdadeiro prazer.
Mas não. Nada disso.
Recebi o subsídio de férias e posso finalmente mandar o meu Smart para arranjar. Além de uma revisão com mudança de óleo e tal, precisa de um kit de embraiagem novo. Depois deste susto ficámos avisados que mais cedo ou mais tarde (sendo que o "mais cedo" seria o mais provável) iria voltar a acontecer e sem arranjo possível que desenrascasse mais uns tempos.
De maneira que o subsídio de férias já tem destino. Para a semana o pequenino vai dormir dois dias à oficina e espero que o orçamento previsto não sofra derrapagens.
E pode ser, pode ser, que sobre uns trocos para um gelado. Ou dois.
Pois que há uns dias dei assim uma limpeza de primavera no blog. Basicamente alterei o template e pouco mais que isso, porque gostei dele assim, clean, minimalista, less is more.
Espero que gostem, que vos seja agradável a visita.
Ainda Sonho Contigo foi a minha mais recente leitura. Já não sei bem o que me chamou a atenção neste livro. Andava eu a ver as vistas na WOOK e dei comigo a ler a sinopse daquele que, à partida e pelo título, parecia ser um daqueles romances lamechas que não me cativam de todo.
Lida a sinopse, ficou a curiosidade. Livro adicionado a whislist. Por altura da promoção do dia da mulher, foi um dos contemplados. E maio foi o mês para o ler.
Numa palavra: ternura. Parece difícil dizer que uma história que se centra nos planos de suicídio de uma pessoa possa despertar este sentimento de imensa ternura, mas é verdade.
Maggie, a protagonista, é uma mulher na casa dos 60 anos para quem a vida não faz qualquer sentido. Decide pôr termo à sua vida, mas sem dramatismos. Com uma tremenda clareza de espírito, elabora listas com prós e contras, toma a decisão e prepara tudo ao minímo detalhe para a sua "partida". Só que a vida acontece e mostra-lhe que ainda há tanto a fazer, tanto para viver. Que não está tão sozinha como julga e que o passado ao qual ela tem vivido amarguradamente amarrada é apenas um passado que não a impede de ser feliz no futuro, que ainda há tempo para concretizar sonhos, viver, amar, ser feliz. Naquele amanhecer em que se dá a sua epifania, em que percebe que afinal não está nada pronta para deixar de viver, a vida acontece e Maggie finalmente permite-se ser feliz e deixar que as coisas boas lhe aconteçam.
Em paralelo há outras histórias. Histórias tão comuns e banais que podiam ser as histórias de qualquer um de nós. Histórias de vida, de sonhos, de tristezas, de luta, de segredos que se guardam por vergonha ou por medo.
Curiosamente o mote para esta história é o desistir da vida. E a beleza deste livro é toda a mensagem de esperança, ternura e humanidade.
Os vales e as campanhas da WOOK são sempre uma tentação do demónio... na semana passada duas encomendas, cinco livros, mais de 30€ poupados, sem falar no valor que converteu em saldo no cartão cliente para futuras compras. WOOK se pode pedir mais?!
Criticaram tanto a música (e a cantora) de Israel que venceu o Festival da Eurovisão, que estou para ver se agora enfiam o rabinho entre as pernas e comem com a bela bosta que é a música da Luciana Abreu, supostamente (meus Deus, por favor não!!!) o hino de apoio à seleção nacional para o Mundial.