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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

29
Jul15

Magic Mike XXL

 

 

Ontem foi um dia cheio de imprevistos e stresses. Mas o cinema com as meninas manteve-se e foi extremamente divertido.

Mais divertido e cómico do que pensava, um argumento simples, mas bem sucedido, o filme não desilude. Deu para largar umas boas gargalhadas e para ficar a babar com a performance final dos jeitosos.

Jada Pinkett Smith esteve soberba e fez-me lembrar a sua personagem Fish Money em Gotham, mas mais soft. Channing Tatum no seu melhor. Joe Manganiello num papel bem divertido, que tanto nos faz soltar umas boas gargalhadas, e uns grandes suspiros também. 

O filme ideal para se ver com amigas, numa ida ao cinema para descontrair e divertir.

 

27
Jul15

Amanhã é girls night out

Ou melhor, gajas vão ao cinema. Indecisas entre Minions e Magic Mike XXL, lá nos decidimos, sem grandes hesitações, pelo Magic Mike. 

Um bom filme para ver com amigas. E como não houve bola de berlim na praia, amanhã marcham pipocas, sem culpas. 

Aliás, ando tão bem comportada. No sábado almoçamos com amigos numa esplanada. Pedi chocos grelhados. Para a praia levamos marmita, mas em vez de sandes, optamos por wraps integrais com sementes, recheados com muita salada e salmão fumado. Fruta e água. Pra ser fit a sério, em vez de estar esparramada na toalha o dia todo, era ver-me a correr e a fazer cenas esquisitas pela areia fora. Assim estou dorida das costas pelo excesso de descanso. Ora bolas.

Portanto amanhã venham a mim as pipocas do cinema, que têm sempre um gostinho especial. E prevejo que a ver o Channing Tatum a dançar, me saibam ainda melhor. As pipocas, claro.

 

15
Jun15

Do fim de semana

Hibernei.

Vou fazer o quê? O tempo ajudou a que montasse acampamento no sofá e num estado de letargia. Cozinhei receitas novas, li, vi episódios da segunda temporada de uma série, na qual vidrei, dormi, brinquei com a gataria do burgo.

Sábado à noite fomos ao cinema. Foi a única saída e interrupção da minha hibernação voluntária. O filme escolhido: Spy. Hilariante, foi uma boa escolha para descontrair e rir muito. Elenco 5 estrelas e argumento ótimo. O que me ri com o Jason Statham num papel cómico, totalmente inesperado para quem conhece os filmes que ele já fez. 

Ando assim, em modo isolamento. Sem paciência para convívios sociais, conversas de xaxa, cafézinhos da treta. 

Devo estar a passar por alguma crise de mau feitio. 

 

18
Mar15

As cinquenta sombras de Grey: o filme!

E eis que, finalmente, fui ver o filme do momento que tanto tem dado que falar. Não li, nem pretendo, ler os livros. Portanto, vou apenas e só falar do filme.

Não ia com expectativas altas, aliás ia muito numa de acabar por dar umas boas gargalhadas a gozar com o filme, tendo em conta que fui com amigos que iam com o mesmo estado de espírito que eu: nenhum de nós leu os livros e todos ouvimos e lemos muita coisa sobre o tema.

A Fátima resume bem a essência do filme. Mas discordo do "bom filme". Banda sonora impecável, cenários bons, boa fotografia, mas o argumento e a representação deixam muito a desejar.

A sensação com que fiquei é que a intenção da autora da história era misturar uma série de elementos, e se tivesse corrido bem tínhamos, efetivamente, uma grande história, mas não correu. Passo a explicar: vi uma pseudo história de amor, o cliché da jovem inexperiente, tímida e ingénua que se apaixona por uma bonito e rico rapaz (como a Fátima disse, a Cinderela dos tempos modernos). Romance que é romance tem de ter as suas complicações e temos um rapazola com ares de empresário de sucesso, de personalidade forte e dominadora, mas que na verdade é um traumatizado cheio de complexos por resolver. A personagem feminina cresce ao longo do filme: começa como uma jovem tímida, de postura totalmente submissa, sonsinha mesmo, com aquele ar de quem queria um buraco no chão para se esconder, mas é ela que vai crescendo e dominando. Funciona quando se percebe que o suposto dominador é, na verdade, um puto assustado e submisso, que criou toda uma carapaça para se proteger dos seus medos: o magoa para não ser magoado. Só que pouco adianta este crescer da Anastasia, quando o Grey fica ali, panhonha, armado em lobo mau, com cara de cordeiro assustado.

A parte do BDSM é, digamos, o picantezinho nesta história. E picantezinho mesmo, porque quem se impressionou com aquilo dá vontade de perguntar se conhecem mais do que a posição de missionário. Tanto show a mostrar aquela sala artilhada de brinquedos, e vai-se a ver, não se viu nada de especial que não se pudesse fazer num quarto normal. Fraquinho. Uma das amigas que estava connosco às páginas tantas pôs-se a jogar no telemóvel... eu comia pipocas com enfado.

Aborrece o filme ser 99% apenas com as duas personagens. Pouca interação há com outras personagens, a trama fica reduzida apenas aos dois e isso exige que os diálogos sejam bem explorados, completos e complexos, já que deles depende toda a história. Falha enorme. Há momentos que se tornam ridículos tal é a carga dramática que lhe querem impor, sem sucesso. Fica forçado, demasiado forçado, sendo gritante a falta de química do suposto par romântico que devia soltar faíscas de tão arrebatada paixão. Fraquinho.

Pronto, é isto. 

 

09
Mar15

O karma é tramado

Ando aqui fartinha de fazer paródias às sombras de Grey e agora fui convidada pelo meu grupo de comadres salseiras a ir ver o filme em grupo. Sendo nós um grupo de doidas, e eles não são melhores que nós, onde a paródia faz parte dos nossos encontros, já estou a ver que não podia ir ver o filme em melhor companhia. Creio que vai ser melhor que ir ao circo. 

12
Ago14

O CAPTAIN! MY CAPTAIN!

Estou profundamente triste. O meu actor preferido, de sempre, para sempre, deixou este mundo. Deixou o cinema muito mais pobre, deixou o mundo mais vazio. Deixou-me a mim, que nem sou muito deste tipo de tristezas e manifestações públicas de pesar pelas figuras públicas, com este sentimento enorme de perda, de vazio. 

Um actor demasiado grande, demasiado humano, demasiado genial. Fazia-nos rir e chorar com tamanha humanidade e naturalidade.

Fica a sua obra, que o imortaliza. 

 

Até sempre!

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