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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

23
Jan17

Rescaldo do fim de semana

No fim de semana limpei e arrumei, lavei roupa, estendi roupa, passei uma boa parte a ferro.

No fim de semana fiz uma caminhada pela cidade, acabei numa esplanada a aproveitar o que restava do sol, bebi um chocolate quente.

No fim de semana peguei no Labirinto de Espíritos, fui da página 500 à 779 de um fôlego, completamente submersa na leitura, completamente embrenhada no ritmo alucinante que a narrativa tomou no desenrolar da trama, no desvendar de uma série de mistérios.

No fim de semana assei bacalhau, deixei truta temperada para hoje, deliniei como seriam os jantares da próxima semana.

No fim de semana, graças ao Showbox, vi um episódio da última temporada de Mentes Criminosas, três episódios de Scorpion e o filme que aguardava há meses e ansiava por fevereiro para o ir ver ao cinema: 

 O fim de semana já lá vai, mas que o aproveitei o melhor que pude, ah isso aproveitei.

 

20
Jan17

No arranque do fim de semana

As ideias começam a assentar, a ficha a cair, e a perspetiva do futuro, logo ali ao virar da esquina, a ganhar contornos mais definidos. Venham as mudanças e os novos desafios. 

Em jeito de terapia, andei a dar uma nova vista de olhos nos saldos online. Há que ocupar as vistinhas com outras coisas. Quase que comprei outro vestido e outra camisola de malha. Contive-me a tempo. Preciso mesmo mesmo mesmo? Ora bem, com o frio que tem estado, a verdade é que ainda nem usei todas as malhas que tenho. Mais uma para quê? E o vestido? Basicamente o mesmo pensamento. Depois lembrei-me que o que vou precisar muito em breve é de uns novos sapatos de dança. Ora, como costumo comprar online, o prazo de entrega é sempre 30 dias, mais coisa menos coisa. Vai daí, deixei-me de compras de roupa que na verdade não preciso, e decidi investir nos sapatinhos de dança, que os meus estão prontos para a reforma.

Havia dois modelos que eu estava indecisa. Calhou também ser época de saldos nos sapatos e estes dois modelos escapuliram-se. Menos mal, que eu também estava com algumas reticências neles. Nova pesquisa e eis que escolhi os meus próximos sapatos de Cinderela dançante.

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Agora é aguardar que cheguem e que fiquem maravilhosos nos meus mini pés.

Fim de semana à porta e eu quero "sopas e descanso". Há um lanche marcado com amigos, mas tirando isso, é refugiar-me no lar, doce lar, entre mantas e chás quentes, entre gatos e Gandhe, entre alguns afazeres domésticos e ronha no sofá, entre livro e séries... e vamos ver se há vontade para passar a ferro o monte de roupa que estendi há bocado e que, espero, entretanto seque. Com o frio que está ainda congela em vez de secar.

Bom fim de semana! Pode ser que ainda por aqui passe. Ou não. 

15
Jan17

Pandora, a gata borralheira!

Tenho andado pouco pelo blog. Vero! Muito trabalho. Pouco tempo disponível e pouca inspiração, temperada com a falta de assunto para escrever. 

Depois vem o fim de semana. E há casa para limpar e arrumar, roupa para lavar, estender, eventualmente passar. Supermercado e frutaria para ir fazer as compras, previamente registadas em lista, do que está a fazer falta. Cozinhar. Adiantando o que for possível para a semana. 

O frio, como sabem, não me convida a sair de casa. Há um sofá com uma mega chaise longue e uma manta de pelo que me tentam muito mais que pôr o nariz fora de portas, com risco de congelar e cair. Há um livro que quero acabar de ler. Séries para pôr em dia ou, escolher um filme para ver.

Ontem à noite dei uma de Cinderela e fui a uma festa latina. Estive com uma amiga, dancei com colegas da turma, diverti-me. E não congelei. Valeu a pena.

Mas hoje estou numa de gata borralheira. Duas máquinas de roupa estendida, assado no forno quase pronto, liguei o portátil para pôr umas anotações em dia, guardar umas quantas receitas no Evernote, um caderno de notas online que uso para as receitas que vou colecionando, e não só. Aproveitei para vir aqui marcar presença. Ou justificar a ausência. Ambas.

À tarde espera-me o sofá, com mega chaise longue, manta de pelo e gatos sedentos de ronha no quentinho. Quem sabe uma sesta pelo meio, entre o livro e um filme. Mais logo um lanche daqueles gulosos e bons, acompanhado de um chá bem quentinho. E é isto. 

Bom domingo! 

21
Nov16

Que comece mais uma semana

Fim de semana marcado por chuva, vento, frio, avisos de temporal.  Tudo a convidar a ficar dentro de portas, entre o sofá e as mantas.

Sexta à noite aproveitámos que fomos jantar ao centro comercial para já deixar algumas lembranças de Natal tratadas. No sábado de manhã foi fazer a voltinha da sobrevivência: talho, frutaria, supermercado. Casa. À tarde fiz aletria. Lanchámos chá quente e aletria morna. Sofá, livro depois um filme. Domingo teve panquecas de aveia ao pequeno almoço, um maravilhoso assado ao almoço, tarde de sofá e séries, Pan de Jamón para o lanche, e o resto da aletria, num lanche que dispensou jantar. Um filme para encerrar o domingo. Banho quente. Livro. 

O problema destes fins de semana de ronha, caseiros, passados entre os aromas da cozinha, a quentura das mantas, livro e séries, é que na segunda custa tanto, mas tanto, mas taaaaaaaantoooooooooo sair de casa e pensar: mais uma semana inteira pela frente!

Que comece a correria! 

 

07
Nov16

Sobre o fim de semana

Pois que ele devia ser multado por excesso de velocidade. Tenho para mim que o fim de semana é um modelo de carro conduzido pelo Vin Diesel num qualquer filme da saga Velocidade Furiosa.

Mas, este fim de semana tem dois acontecimentos dignos de registar.

Conheci uma menina deste bairro dos blogs Sapo. E gostei muito. Muito simpática, sorriso doce, uma mulher de garra, apesar de tantas dificuldades que tem tido, e lhe continuam a surgir. A vida não é nada fácil, mas há que ser persistente, manter a esperança e acreditar que tudo vai correr bem. E é por isto que vale a pena ter um blog: conhecer assim pessoas inspiradoras, que de outra forma os nossos caminhos jamais se cruzariam. Aquilo que seria um simples café, acabou a ser um passeio pelos arredores de Aveiro, para ela conhecer um pouco, e acabou em jantar numa das pizzarias emblemáticas da cidade. Também conheci o filhote dela, miúdo esperto, cheio de energia. Muito divertido. E parece-me que estava a adorar o fim de semana diferente com a mãe. Tenho a certeza que são estes momentos que ele guardará na memória. 

E depois de um sábado tão bom, eis que no domingo acordo com todos os sintomas de uma gripe. As dores de corpo e cabeça já por aqui andavam desde quinta. Associei ao trabalho que andei a fazer no arquivo. Afinal já deviam ser sinais de prenúncio. E aqui estou, toda entupida, ranhosa, nariz a escorrer, mal estar geral. Ontem emborquei antigripe e estive no ninho, murchinha e sem apetite para nada,  a beber chá de limão com mel como se a minha sobrevivência dependesse dele. E hoje os kleenex são os meus aliados. Ainda por cima com o AC do gabinete, o meu nariz abriu as comportas e vai de escorrer. Tá bonito. 

E pronto, eis a primeira gripe da temporada outono/inverno 2016/2017.

 

15
Out16

Desejo profundo do fim de semana!

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Isto não é acessório para qualquer um, não! E antes de ter direito a tão especial acessório, há que levar uns valentes apertões da terapeuta, daqueles que bem me apeteceu ter um pau nos dentes para morder antes que me saltassem os olhos com as dores.

Bem sei que o Halloween está quase aí, mas isto de me aperaltar de múmia antes do tempo é quase como aquela gente que a 2 de janeiro já está a fazer contagem decrescente para o Natal.

Mas, já que estou em modo múmia no fim de semana, aproveitei e fui fazer uma renovação de visual.

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É que múmias há muitas, mas aqui a Pandora é em modo fashion. Novo corte e cor de cabelo. Ahhhhh saudades do vermelho intenso e do cabelo curto. 

Bom fim de semana, que eu tenho de ir repousar, que só quando nos falta a mão direita é que vemos a sua extrema importância para coisas tão básicas como: comer, lavar os dentes, tomar banho, desapertar as calças, vestir e despir os skiny jeans, entre outras. 

12
Set16

Na transição para o Outono

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Já anoitece mais cedo, já se sente o fresco pela manhã e pelo entardecer. Já há dias que o sol aparece tímido. Já arrumei os vestidos de verão, mas não as sandálias ou as calças mais frescas. Ontem almocei na esplanada e palmilhei parte da minha cidade como se fosse turista, a sentir na pele os raios de sol ainda quentes, mas não tão quentes.  Este fim de semana houve churrasco com os amigos, com caipirinhas para brindar à amizade e despedir do verão. Houve conversa e ideias para próximos jantares convívios, porque lá porque se vai o verão, não se vai a vontade de partilhar bons momentos à volta da mesa. Já não me dedicava a doçarias há imenso tempo, fiz mousse de chocolate e uma nova receita de tarte de coco. Estavam boas! Mas o melhor foi o feijão preto que fiz com bacon e linguiça. 

Este fim de semana foi também para mudar as unhas, e dos tons vibrantes e coloridos que usei nos últimos meses, escolhi agora um suave, como quem está (quase) pronta para acolher o outono. 

 

 

02
Set16

Planos para o fim de semana

Rumar a um paraíso escondido, com vouchers oferecidos, e desfrutar de paz, sossego, boa comida, boa piscina, spa e lá lá lá... só que não!

Gandhe amanhã trabalha. Eu vou aproveitar para concluir a tarefa de destralhar roupeiro e gavetas. Ao fim da manhã tenho de levar um dos gatos à clínica, felizmente consegui consulta, porque ele anda com um problema nos dentes e já me anda a preocupar.

Domingo há almoço com uma amiga para pôr conversa e abraços em dia.

E nos entretantos, há roupa para lavar, estender, passar, comida a fazer, na loucura queria ver se limpava os vidros que não limpei nas férias. 

Uma vida muito interessante, portanto!

 

22
Ago16

Pandora em isolamento

Estou sem comunicações. Como é que, nos dias de hoje, se vive sem net, sem telemóvel, sem televisão??!!! Pois...

Ora, vou tentar controlar a vontade de só dizer palavrões e chamar nomes feios ao pessoal da NOS. 

Basicamente o que aconteceu foi: a fidelização do nosso pacote NOS terminava dia 13 deste mês. Renegociámos contrato, vimos outras propostas na concorrência, e analisadas as várias opções, decidimos mudar de operadora. Para o efeito, assinámos rescisão da NOS, com cancelamento de serviços agendado para o dia 13 de setembro. Atentem nesta data: 13 de setembro.

Pois que os filhos da puta decidiram cortar os serviços ontem, dia 21 de agosto. Três semanas antes do acordado. E nós, sem qualquer comunicação, que remédio senão rumar, numa tarde de domingo solarenga, para uma loja NOS, onde não resolvem merda nenhuma. Primeiro nem sequer sabiam explicar o porquê do cancelamento dos serviços com tanto tempo de antecedência, e guess what? Impossível anular. Para voltarmos a ter serviço teríamos de fazer novo contrato (ide para a rameira que vos pariu) e só ficaria ativo depois de 48h (estão a gozar com as pessoas, certo?). Munidos dos contratos, formulário de cancelamento, com datas e tudo bem explícito, nada mais a fazer que puxar do belo livro de reclamações, mandá-los encherem-se de moscas, e ir à loja da operadora concorrente, com quem já tínhamos assinado contrato, a solicitar antecipação da ativação de serviços. Vão instalar hoje, mas os cartões de telemóvel vão demorar um pouco mais por causa das portabilidades. 

Um domingo fabuloso, não?!

Pois... por acaso até foi, porque no meio disto tudo, acabei o livro de Isabel Allende que me andava a consumir horas preciosas para dormir. Ainda estou em ressaca literária, porque, independentemente de eu ser fã de Isabel Allende, este livro, O Jogo de Ripper, é genial. Surpreendente. Apaixonante. Sei lá, ainda estou a digerir aquele desfecho porque, mesmo eu tendo desconfiado desde cedo de quem seria o vilão, fiquei completamente boquiaberta com o desenrolar dos acontecimentos e o desfecho, com a exposição do assassino e seus motivos. Allende não é escritora de policiais, nem pretendeu que este livro fosse um policial, mas caramba, já li policiais sem metade da qualidade narrativa, das peripécias, do suspense, da trama bem intrincada, sem qualquer preocupação pela psicologia forense. Ainda estou alucinada com o livro. Allende no seu melhor, sempre a surpreender. 

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