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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

03
Jun19

Então, Pandora, já foste à la playa?!

Bué da vezes. Basta abrir o Instagram e em poucos minutos vejo passar diante dos meus olhinhos praias diferentes, piscinas, e todo um desfile de beachwear e corpinhos danone (ou Yes Diet). (qualquer pontinha de inveja não é mera impressão)

Aqui a plebeia esteve a trabalhar, a promover uma iniciativa da empresa num festival que ocorreu na região. É muito giro e divertido e diferente, e gosto muito da interação com o público, mas um dia inteiro em pé, ao calor, é de esgotar qualquer corpinho e alminha.

Portanto hoje, para mim não é segunda. Já vou para aí em quarta. E pior é que o fim da semana ainda vem muito longe para merecido descanso.

 

23
Mai19

Pensamento do dia

Soubessem o que têm sido as minhas últimas semanas, e perceberiam como esta citação assenta que nem uma luva ao meu estado de espírito.

Anda por aqui uma onda de revolta embrulhada em frustração.

Mas sou uma teimosa do caralho, e o que não me mata, torna-me mais persistente e aguerrida.

Foi assim que fui forjada: a ter que contar comigo e só comigo para sobreviver num mundo de egoístas, a ter de provar constantemente a quem só me punha para baixo, me empurrava e enterrava na lama, de que sou capaz, de que tenho o meu valor, de que também mereço respeito e amor.

Nestes dias sinto-me a ficar mais crua, mais fria. Talvez mais egoísta. Ou simplesmente a pôr-me a mim em primeiro lugar, porque mais ninguém o faz. A segurar o meu mundo, em vez de suportar o dos outros e deixar o meu cair. A dar-me importância e valor, porque não posso nem devo esperar que esse reconhecimento venha dos outros. Não vem. Vem de mim. Tem de vir de mim, de dentro de mim. Se isto é ser egoísta, pois que assim seja! 

 

20
Mai19

Dramas de um ordinário* dia

Gaja lava blusa. Gaja estende blusa. Blusa seca. Gaja passa a ferro a blusa "só pra dar ali um jeitinho". Gaja veste blusa de manhã. Gaja sai de casa, entra no carro, põe o cinto, como manda a lei. Gaja, sete minutos depois, chega ao trabalho, estaciona, tira o cinto e sai do carro. Gaja olha para a blusa e... Que pariu estava menos engelhada quando saiu do estendal, antes de passar a ferro.

Moral da estória: se for andar de carro, não passe blusas a ferro.

 

*Ordinário = comum.

 

07
Mai19

...

Há dias em que a vida dá uma bofetada nos teus planos, nas tuas expetativas. Há dias em que percebes que estás simplesmente sozinha, entregue a ti própria. Há dias em que isso é motivo para encher o peito de coragem e orgulho. Há dias em que é um soco no estômago que te põe zonza, com vontade de vomitar uma angústia que se embrulha na garganta. 

Hoje levei esse soco.

É fodido!

 

02
Mai19

Então e esse dia de férias?

Foi bom, foi bom. Acordei cedo, estendi roupa, tratei da gataria, aspirei a cozinha, limpei a areia, tomei o pequeno almoço e fui para a cabeleireira. Tinha ideia que me despachava "cedo" da cabeleireira para ainda passar nos correios e deixar uns quantos casacos de inverno na lavandaria, só que não. Já passava das 13h e às 14h eu tinha de estar na veterinária com o mais velho, que vai ser sujeito a uma cirurgia na próxima semana, para fazer recolha de sangue para análises. De modos que engoli qualquer coisa a fazer que era o almoço, peguei no gato e ala para a veterinária. Depois, com o gato no carro, fiz as voltinhas: correios, lavandaria. Cheguei a casa, lavei a louça do pequeno almoço e do pseudo almoço. Apanhei a roupa. Dobrei a que não é preciso passar. Chega o Gandhe. Ah e tal tenho de passar na minha mãe, parece que lhe assaltaram a lavandaria e os gatos fugiram. Lá vou eu prestar apoio e ajuda. (Um gato já apareceu, a outra piquena provavelmente está enfiada num canto qualquer do carro, mesmo nós tendo revirado tudo, a sacaninha não aparece... tomara que nem sequer tenha saído da lavandaria). Aparentemente não desapareceu nada, foi só mesmo a confusão de estar tudo revirado e os gatos num alvoroço. Eis aqui mais um motivo para sogrinha querida vender o raio da moradia e meter-se num apartamento, que só para ela e para os gatos chega e sobra, sem metade do trabalho e da insegurança por estar isolada. Eram quase 19h. Lembrei-me que estava faminta. Fomos até à pastelaria mais próxima e lanchámos. Cheguei a casa passei o cesto de roupa. Jantar felizmente havia muito por onde escolher no frigorífico. Não era preciso estar a fazer. 

Eis que, já estou jantada e com tudo resolvido e feito, vim aqui dar uma vista de olhos no que hoje se passou no mundo virtual. Basicamente same shit of everyday. Ando um bocadinho enjoada disto, confesso.

Ai férias... a única coisa boa das férias é não estar fechada o dia todo no escritório. Porque trabalhar, hoje não faltou o que fazer e voltinhas para tratar de coisas. Mas bom, estas mini mini férias foram tiradas e pensadas em parte para descansar (???) e em parte para tratar de uma série de assuntos que durante os dias normais de trabalho fica difícil. 

Ponto alto do dia foi a confirmação da disponibilidade da casa onde já estivemos a passar férias em Cabanas de Tavira na semana que pretendíamos. Portanto, já estou aqui a salivar pela areia nos pés, o sabor a sal na pele, os grelhados à noite no terraço, o sossego de um Algarve calmo (mesmo em agosto) - agora vão todos para lá 

IMG_20190413_175335.jpg

And I can't wait for it 

Mas enquanto não chegam os dias de chinelo no pé, a notícia menos boa do dia foi que a cirurgia do mais velho foi antecipada, nada mais nada menos do que para o meu dia de anos. WTF?!

 

 

 

23
Abr19

Mixórdia de temáticas*

Eu disse que prometia falhar

Ah e tal, devia estar proibida de comprar livros até ao fim do ano.

Só que não.

A wishlist é extensa e hoje, dia mundial do livro, eu não pude resistir à campanha da WOOK. De maneira que estão dois a caminho 

Entretanto, no mês de abril já li o4º volume da saga Sebastiann Bergman, A Menina Silenciosa, e já estou a meio do 5º volume, O Castigo dos Ignorantes.

A saga é tão viciante, cada livro é melhor que o seu antecessor, que depois é isto: perto de 600 páginas lidas em duas semanas (menos), e quase outro tanto lido em uma semana. Vem aí um feriado... acho que antes do dia 30 de abril tenho o5º volume terminado. 

E depois???!!!!

Depois vou sofrer, como os fãs do Games of Thrones, que ficam numa ânsia angustiante à espera da temporada seguinte. (Só para que conste, não, não vejo a série, mas tenho várias pessoas que vêem e são assim mega fãs que nem preciso ver a dita para saber o que se passa e quem são as personagens e os dragões, e a tia que anda com o sobrinho, que tinha morrido, mas afinal ressuscitou and so on...)

Espero bem que haja um 6º volume e que não demore muito. Está aqui uma fã a entrar em taquicardia.

Pronto, é isto.

Ando meia desaparecida do blog. Confesso-me: estou sem inspiração/vontade/assunto para vir aqui debitar cenas. A vida real tem-me ocupado demasiado tempo e passei por uma fase de enorme desgaste emocional, pelo que, ainda estou no meu momento de retiro para recuperar ânimo e energia. 

A Páscoa já se foi. Até correu bem, teve o seu quê de interessante e divertido à conta das aventuras amorosas da sogra. Eu até estou aqui a magicar propor um reality show à TVI: quem quer casar com a minha sogra? À quantidade de pretendentes que lhe caem aos pés, uma pessoa tem que avaliar os concorrentes 

Por fim, e só porque me apetece, voltar aos treinos depois da Páscoa, quando uma pessoa ainda está em modo rebolation" é assim uma espécie de tortura sadomasoquista. Estava eu nos agachamentos e a profe ao pé de mim. Comenta ela: eh lá, já se notam ali os músculos nas pernas, olha ali? Eu bem que olhei e só via crateras de celulite por baixo dos leggings. Acho que lhe vou oferecer um voucher para ir fazer um check up à vistinha. Já os abdominais continuam numa linha curva, assim tipo amêndoas de chocolate, estão a ver?! Pois. 

Agora, se me permitem, vou ali atirar-me ao livro.

 

*Título do post descaradamente copiado da rubrica do RAP na Rádio Comercial. Não me acusem de plágio, sim?! Estou a admitir o "roubo" e segundo a vox populis, "quem diz a verdade não merece castigo".

 

29
Mar19

Devia ter sido eu...

Gosto de ver o Joker na RTP1. Sempre achei piada a este tipo de concursos de perguntas de cultura geral.

Inevitável estar a ver e a "jogar", responder, ter a certeza da resposta, ficar ali na dúvida e dar uma resposta sem certeza, em jeito de parece-me, soa-me, acho que...

Pois que o jogo ontem parecia ter sido feito para mim. É que saía de lá com os 50.000€. Assim na boa. 

Era, não era?!  Pois era... 

 

25
Mar19

Quietude

Há momentos em que a solidão sabe bem. É um estar connosco próprios. Sentarmo-nos, tomarmos um café, pararmos e olharmos o horizonte, num monólogo mudo com os nossos pensamentos. Ou sem monólogo. Só uma silenciosa e ténue mudez.

Foi assim ontem. Ia passar a tarde de domingo sozinha. Podia ter ficado em casa, mas o dia estava magnífico para ficar fechada a olhar para a televisão.

Enfiei o livro na mala, um casaco de malha, e rumei nas calmas até às praias. Uma delas tinha já congestionamento no trânsito. Escolhi a esquerda e fui circulando devagar, até o trânsito diminuir e perceber que era mais uns kms à frente e a praia estaria bem mais sossegada. Não me enganei.

Calcorreei o passadiço, fotografei dunas, mar, ondas, nuvens, horizontes. Sentei-me e vesti o casaco, a brisa era fresca, desgrenhava-me o cabelo e arrepiava-me a pele. Fiquei assim, sentada, a olhar o mar. Esvaziei-me de pensamentos. Esvaziei-me de tudo o que pude. E fiquei leve.

Retomei a caminhada, já no sentido da civilização. Passei por uma esplanada, estava cheia. Voltei atrás e avistei uma que, aparentemente, estava fechada, mas como vi mesas e guarda-sóis expostos, arrisquei. Contornei e sim, estava aberta e, cereja no topo do bolo, deserta. Sentei-me. Um café, uma Frize limão. O livro. O sol. O silêncio. A quietude no meio das dunas, com o som das ondas ao fundo. 

O tempo parou. Ou passou sem que desse conta. 

Sei que acabei por vir embora quando várias pessoas perceberam que aquela esplanada meia escondida, virada para as dunas, estava aberta. Começou a encher. Muitas vozes. Conversas cruzadas. E eu queria silêncio. E solidão.

Regressei a casa. Cabelo desgrenhado, cheiro a mar salgado, o eco das ondas. A alma mais leve. E fiquei, assim, quieta, a aproveitar a pausa que dei a mim mesma... até que a vida chamou. Era hora de fazer o jantar. E a casa, até então quieta, ia voltar à sua vida normal. 

 

 

28
Fev19

Leitura de fevereiro

Há muito tempo que não me acontecia, mas aconteceu. Zero. Não consegui ler o livro que tanto anseio ler. Não consegui ter tempo, tempo físico e tempo emocional. Principalmente emocional.

Fevereiro sugou-me as energias todas. Estou exausta. Se me deixassem, dormia 48h seguidas (ou mais), assim, ao estilo bela adormecida (mas sem a parte do bela). 

Não fosse ir abrir e fechar os estores, já me teria esquecido da cor do meu sofá. Muito tempo fora de casa, muitas preocupações, cuidados, muitas emoções para (di)gerir.

Quando finalmente caio na cama, e nunca é antes da meia noite e tal, uma da manhã, não demoro 3 segundos a adormecer. Aliás, acho que ontem pouco faltou para adormecer na sala de espera do consultório, enquanto esperei cerca de 2h pela porra da consulta que, sim minha gente, estava marcada, e ironia das ironias, recebi três sms e um email a lembrar-me o dia e a HORA da consulta.

Este mês conta-se pelos dedos das mãos (e sobram dedos) os dias que não pus os pés na clínica veterinária. A veterinária é fenomenal. Excelente profissional e uma verdadeira apaixonada pelos animais, não mede esforços para cuidar deles, e sempre muito disponível e preocupada, a fazer ponto de situação para ir orientando os tratamentos, sabendo como estão a reagir, dando dicas. De 1 a 10, nota 100. Quanto a despesas, bem, como temos andado quase todos os dias lá e os tratamentos ainda foram prolongados, ela disse que fazíamos contas no fim. OK, um já teve alta hoje, o outro continua medicado até sábado e será reavaliado. Contando a quantidade de medicação, o internamento, os exames... a conta deve rondar os 300€. E isto porque sei que ela cobra a primeira consulta e as outras, que são reavaliações, não costuma cobrar. Um rombo no orçamento, mas paciência. 

Em fevereiro houve carro que levou uma bateria nova, um frigorífico que precisou de assistência técnica (desentupir um cano de refrigeração), dois gatos doentes, dois falecimentos... poucas horas de descanso e muito, muito, muito cansaço. Físico e emocional.

Estou desejosa do fim de semana prolongado. Quero verdadeiramente desligar a ficha. Encerrar o mês e lá deixar tudo o que de mau aconteceu. 
Começar março com repouso (merecido) e energias recuperadas. A primavera já dá sinais, nas árvores despontam flores, os dias estão maiores, tem-se sentido mais sol e o frio a dar tréguas. Quero respirar e inspirar bem fundo este renovar de estação, para me renovar também. 

E que março seja mais próspero em leituras e outros pequenos deleites que têm ficado em lista de espera. 

 

Venha a bonança, que a tempestade já vai longa... 

25
Fev19

Resumo da última semana

Se a semana anterior tinha sido isto, esta semana teve:

- dois falecimentos (no mesmo dia, um de manhã, outro à tarde);

- um funeral;

- dramas de uma família de candeias às avessas;

- uma gripe;

- um gato em tratamento, outro fica doente, pior que o primeiro (mais velho (geriátrico, diz a veterinária... é o meu bebé, um dos), mais peso, mais tempo de incubação do vírus;

- todos os dias idas à veterinária, análises, injeções, medicação, até direito a uma noite de internamento houve para ficar a soro e sob vigilância;

- ah domingo descanso... só que não! Há todo um leque de tarefas domésticas a tratar, até porque a semana que passou foi o que foi e a que chega já vem com mais consultas marcadas (para mim incluída); ao fim da tarde novamente veterinária para mais uma dose de medicação e soro, e mais medicação para fazer em casa para evitar outra noite de internamento...

Sinto-me exausta. Fisica e emocionalmente. E por me sentir assim, tão sem energia, completamente esvaziada de ânimo, reagi de forma um tanto ou quanto apática a um convite que, não, não estava nada à espera, não imaginava sequer, e fiquei completamente sem palavras e sem reação. Não sei bem dizer que cara terei feito, mas espero que não tenha assustado. Quem levou com uma grande surpresa inesperada fui eu, no meio do turbilhão que tem sido estas semanas, e desde já peço desculpa se não foi uma reação de pura euforia. Mas fiquei estupidamente estupefacta, incrédula, sem palavras... e quando me caiu a ficha senti vontade de chorar. Pela prova de carinho, amizade e amor.

Fui convidada para madrinha do bebé de uma amiga  ... aquela amiga que tantas vezes sinto como a minha irmã mais nova, e tantas vezes é ela que me dá na cabeça, me mostra outras perspetivas, me ajuda a respirar e a relativizar. 

Nunca recebi tal convite. Nunca ninguém pensou em mim para tal honra. Já achava que nunca teria essa oportunidade, essa honra. Não sou madrinha de nenhuma criança. Só de animais  e não me tenho saído mal. Vamos ver como me vou sair como madrinha de uma criança!

Espero estar à altura das expetativas. As minhas próprias são sempre muito altas. E se já amava incondicionalmente esse bebé, mais agora por que me dará o privilégio de ser a sua madrinha. Grata. Muito grata. 

Numa fase de tantas perdas, imprevistos e problemas, é esta lufada de ar fresco, esta vida que se está a gerar e da qual farei parte, que me dá coragem para seguir esta jornada que é a vida.

E isto lembra-me o vídeo que esta mesma amiga partilhou recentemente, até porque foi ela a pessoa que perdeu um importante membro da família no mesmo dia que nós. E tanto que eu quis ir nesse mesmo dia ter com ela para lhe dar um abraço, mas tinha em mãos também uma perda familiar. A avó do Gandhe não era minha avó de sangue, mas acolheu-me como se o fosse. E senti da parte dela, nestes quase 15 anos de vida com ele, mais carinho do que algum dia senti por parte da minha própria avó materna, que nunca me considerou ou tratou como neta. Mulher muito justa e altruísta. Dava o que tinha e podia, ajudava toda a gente, e fazia tanta questão de ter a família reunida. Graças a ela conheci parte dos primos do Gandhe, e os tios e tias. Será lembrada com carinho. Na sua bondade e na sua teimosia. Na sua coragem e força, e pelo enorme coração que tinha.

Partilho o vídeo... partilho a lição que a vida me relembrou nestes últimos dias. 

 

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