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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

22
Jan14

Apresentação

Pandora.

Não sou nova na blogosfera. Já tive um blog. Outro nome. Ainda os tenho. Pensei privatizar, fechar, exportar. Deixar estar como está e continuar a escrever por lá. Ainda não me decidi ao que farei do blog, apenas que não é lá que continuarei a escrever.

Vandalizaram-no. Usaram com muito má fé o que escrevi. Ofenderam-me, em praça pública, gratuita e covardemente. Quando a incapacidade de compreender o que se escreve é ilimitada, quando se lê com palas nos olhos e se ficam apenas em algumas expressões, quando a estupidez é ilimitada, nada mais apetece escrever, porque a mais pura banalidade vai parecer algo medonho. Não me sinto mais com a mesma segurança em escrever naquele espaço tão meu, um pedaço da minha alma, da minha pele.

Dói-me. 

Para trás deixo um blog que me é muito querido. Uma casa da minha alma, do meu coração. É hora de mudar de casa. Pensei trazer tudo atrás de mim, mas estaria a arriscar a que encontrassem a minha nova casa. Não me escondo das pessoas. Tenho a consciência tranquila. Não consigo é escrever com a mesma liberdade, sem medo de que usem o que escrevo de forma deturpada, deformada, de má fé. 

Mudo de casa, mudo o nome, não mudo a alma. Porque é impossível ser outra quando escrevo com a alma e o coração. Encaremos assim: mudei de casa. Ou dei por terminado um primeiro livro e inicio novo, como se fosse o segundo volume. Recomeço de novo do ponto onde parei. Não é um recomeço, é uma continuação. 

Farei os possíveis para avisar os amigos próximos da blogosfera. Para que me continuem a acompanhar. Outros ficarão pelo caminho, não por mal, apenas porque não terei como avisar todos, nem sei ao certo quantos me lêem por bem. Infelizmente a anterior casa foi encerrada sem aviso. Optei por não avisar. Por motivos óbvios. Se quero que algumas pessoas me percam o rasto, não posso deixar pistas.

Pandora.

Nome sugestivo e ilustrativo do que vivo neste momento: todos os males foram libertados. Comigo ficou a esperança. E é ela que trago para esta nova casa. 

 

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