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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

01
Out19

Ora, comecei a 24 de setembro, acabei a 30, e pelo meio não lhe peguei durante dois dias!

Portanto foram 5 dias para ler o sexto volume da saga Sebastian Bergman. 528 páginas devoradas em 5 dias 

Acho que vou criar uma tag só para Sebastian Bergman, porque eu estou viciada nesta série. E agora tenho de aguardar pelo próximo (vai haver um próximo volume, TEM de HAVER) numa espera que aumenta as expetativas sobre o que está para vir.

O sexto volume foi muito ansiado e aguardado, dada a forma como termina o volume anterior. E este é uma das características, entre outras, destes autores: conseguem prender-nos até à última página, sendo que essa última página deixa uma espécie de "to be continued" que nos deixa em ânsias. 

Este volume pode, e percebo que assim o seja, desiludir um pouco os fãs, como demonstra esta opinião, que está muito bem fundamentada e portanto não vou acrescentar muito mais. Ainda assim, eu estou crente que este volume é uma espécie de transição para o grande drama que se aproxima e que vai pôr à prova toda a equipa de Torkel. 

Neste volume temos um violador em série, cuja personalidade demonstra ser bastante organizada e perseverante na missão que, na sua própria voz que vai surgindo ao longo da trama, percebemos que há uma vingança que está a levar a cabo, ligando assim as vítimas num mistério pararelo, que vai pôr a equipa da Riskmord, liderada por Torkel, em cheque e às voltas cegas, sem pistas, sem suspeitos, sem apanhar um fio à meada para começar a destrinçar a trama.

Neste livro vemos a atenção mais focada na vida e desenvolvimento pessoal dos nossos protagonistas, as mudanças que a vida operou em cada um, a evolução de uns, a mudança de outros, e vemos um Sebastian que anda mais desconcentrado, distraído, meio perdido no seu drama de querer conquistar a filha que descobriu ter e consertar todos os erros cometidos por ela, revivendo continuamente o trauma da perda da mulher e da filha Sabine no tsunami. Talvez por isso foi ludibriado pelo criminoso (que mais uma vez, ainda que não seja uma mente brilhante do crime, como vilões em casos anteriores, não deixou de ser uma grande surpresa).

Tenho em mim, mera opinião, vale o que vale, que este volume é uma transição, uma preparação para o que aí vem. As expetativas para o sétimo volume estão muito elevadas. A equipa da Riskmord está em vias de sofrer o seu maior desafio, que trará consequências a todos, a nível profissional e pessoal. Resta saber (e esperar) como vão os autores trabalhar este enredo, do qual têm vindo a deixar pistas cada vez mais claras, desde o primeiro volume até ao atual. Sebastian já percebeu que há algo de errado, de muito errado e preocupante. Perceberão os outros? Até onde vão aguentar o golpe que se adivinha?

Expetativas altas. Oh se estão. Enquanto isso, sofre leitora viciada na saga, porque o sexto volume acabou de sair, portanto o sétimo só lá para 2020 ou 2021. 

 

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