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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

10
Jul20

Blackout

Olá, olá! Sim, ainda estou viva e de saúde.

Perdi a conta às vezes que abri o editor de texto e fiquei de olhar perdido na tela em branco. O desfecho era sempre o mesmo: fechar e sair.

Nos blogs estou apenas como espetedora, vou lendo, passando os olhos. No Instagram vou espreitando, publiquei uma ou outra coisa e saio de fininho.

Estou numa fase que me sinto esmagada. Os blogs andam um pouco esquecidos (faço parte desse grupo), poucas atualizações. É normal nesta altura de silly season. Até os canais de séries estão naquela altura que repetem pela milionésima vez temporadas e séries, filmes do tempo da Maria Cachucha (e o piadão que é ver um filme de natal em pleno verão, num dia de calor?). No entanto este "abandono" dos blogs vai além da silly season. É também motivado pela forte presença nas redes sociais, Instagram então está em alta. Publicações imediatas, rápidas visualizações sempre a somar, tudo muito rápido e instantâneo, muito mais visível para quem vive deste e neste mundo digital e das visualizações de conteúdos too fast and too furious... porque lá é tudo estupidamente rápido. Fazem exercício um mês e ficam com um six pack quase digno de Carolina Patrocínio. Começam a comer mais couves e espinafres, e a fazer pequenos almoços com as cenas instantâneas da Prozis e pum, esbanjam saúde e bem estar em corpos magros. Os saldos ainda mal começaram já compraram este mundo e o outro. Ainda há pouco se começou a desconfinar e já correram o país de lés a lés, já mostraram não sei quantos alojamentos perfeitos para férias em tempos de Covid, já jantaram em tantos restaurantes mega seguros em tempos de Covid.

Sim, tudo isto me esmaga na minha insignificância de comum e ordinário mortal que trabalha entre 8 a 10 horas por dia, acumula tarefas domésticas, porque se quero comer tenho de cozinhar, se quero casa limpa e arrumada, tenho de tratar disso, se quero roupa lavada para vestir, pois claro que também tenho de providenciar, porque ainda ninguém inventou uma App que faça isto tudo à distância de um click. E fazer contas, eu que detesto matemática, nunca foi a minha área de eleição, e agora conto euros e cêntimos, peço orçamentos e comparo preços, revejo planos e tenho de fazer escolhas e cedências. 

E sim, até sou uma gaja com filtros, que tem perfeita noção que as influencers do Instagram mostram uma realidade cheia de filtros, camadas de filtros, e até sei algumas curiosidades daquelas que me fazem pensar que os cabazes da Prozis e os trapos que recebem das marcas criadas pelas amigas influencers não pagam as contas da água ou luz ou gás, uma vergonha essas empresas de fornecimento de serviços não criarem parcerias

E não obstante os filtros que aplico, e até saber de fonte segura de alguns "podres" escondidos debaixo dos tapetes magníficos destas influencers de vidas perfeitas, sinto-me esmagada quando percorro redes sociais num momento que esperava que fosse de descontração e distração e levo com tanto exibicionismo e montras de vidas absolutamente fantásticas, felizes e perfeitas que ou desligo ou acabo esmagada como uma barata insignificante.

Olho o mundo em volta e acho que isto está em total descontrolo, um comboio de alta velocidade em vias de descarrilar. Subvertem-se valores, erguem-se bandeiras em lutas sociais que de luta social tem muito pouco, tudo é de um extremismo ofensivo que chegamos ao cúmulo de ter de apagar pedaços da história universal porque, nem sei porquê. Se temos muitos períodos da nossa História que, aos olhos de hoje, são vergonhosos? Sim. Mas a isso chama-se evolução. Sabemos o valor da paz depois de passar pela guerra. Sabemos o valor da vida humana depois de termos conhecido o seu total desrespeito (e aqui não faltam exemplos desde a antiguidade até aos dias de hoje). Sobre isto gostei muito do texto da Carmen Garcia no Público, Politicamente correto? Eu saio aqui.

E tudo isto, confesso, me tem afastado do blog, de escrever e partilhar fragmentos dos meus dias. Podia escrever sobre o meu regresso ao local de trabalho, da adaptação a esta nova realidade, daquilo a que já muitos de nós vão chamando "novo normal". Podia vir aqui partilhar as leituras ou outras banalidades de uma vida comum. Podia partilhar a experiência de regressar às aulas de dança, ou sobre a continuidade e evolução (gradual, passo a passo, com calma e muita paciência comigo mesma) na prática de yoga e o impacto que vou começando a sentir nos meus dias, na minha forma de estar. Podia... mas estou esmagada por esta wrecking ball chamada plataforma digital. Então anulo a minha presença, espreito fugazmente e viro costas. Vou viver a minha vidinha e está tudo bem assim.

 

29
Mai19

É o chamado dois em um!

Instagram. É a rede social que agora mais espreito. 

Passei por uma postagem da Pipoca onde na mesma publicação tinha uma foto da Yes Diet, que ela tem divulgado constantemente e (supostamente) está a fazer o programa, e duas fotos da Padaria Portuguesa, indicando que nos dias em que não há tempo para fazer jantar, o take away da Padaria Portuguesa é a salvação.

Isto é publicidade pura e dura. Qualquer pessoa entende e vê isso. 

A questão é que houve alguém que comentou, e sem qualquer tipo de falta de respeito, o seguinte:

pipoca.JPG

Ora bem, eu faço esta leitura: a seguidora da Pipoca comenta sobre a incongruência de numa mesma publicação haver referência a dois produtos alimentares opostos - um de dieta, que segundo consta é um programa completo de refeições a seguir, e outro sobre um take away com comida "normal" (não que seja necessariamente não saudável). 

A Pipoca, ainda que eu entenda que também esteja farta de ser atacada por ter cão e por não ter, olha, faz parte da profissão que escolheu, expõe-se assim, é uma influencer, faz publicidade ao que lhe pagam e dão para fazer, e ok, mas responder feita virgem ofendida, com aquela arrogância que lhe é tão própria é, a meu ver, uma falta de respeito para com os seguidores que lhe permitem ter a carreira/vida que tem. Não fosse a cambada de póneis e ela não seria a influencer que é, nem andaria a ser paga para publicitar produtos, quer os use ou não, goste ou não deles. 

Depois, nos muitos comentários aparece uma alminha pseudo-inteligente a dizer que as pessoas não percebem um cu de marketing digital. Eh pá, se calhar não. Mas é preciso ter licenciatura e pós graduação na área para perceber as publicações da Pipoca, é isso?

Foda-se, deixem-se de merdas. Simplesmente é ridículo e absurdo, totalmente incoerente, esta postagem dois em um. É a mesma merda que numa mesma postagem publicitar uma bebida alcóolica ao mesmo tempo que alerta para a condução segura. 

Mas quem sou eu para perceber de influencers, de marketing digital e do universo paralelo dos póneis da Pipoca...

 

01
Abr19

Eu queria mesmo, mesmo, mas mesmo muito ignorar! Só que é mais forte que eu

Falem bem ou falem mal, o que importa é que falem. Este deve ser, sem sombra de dúvida, o lema de vida da Pipoca. E hoje eu vou contribuir para alimentar a sua popularidade, quiçá contribuir para um par de meias, já que a minha opinião não deve chegar para lhe pagar um vestido.

A participação dela ontem no Levanta-te e Ri foi tão somente uma merda. 

Já li os póneis de sua Pipoca insuflados a defenderem a sua deusa, argumentando que as pessoas não entendem o que é sarcasmo.

Ora bem, vamos começar pela definição de sarcasmo:

sar·cas·mo 
(grego sarkasmós-ou)

substantivo masculino

1. Ironia que deixa entender uma crítica dura e mordazpor vezes considerada insultuosa.

2. Atitude ou dito em relação a algo ou alguém que serve para fazer fazer rir ou é assim

 entendido. = ESCÁRNIOMOFATROÇAZOMBARIA


"sarcasmo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/sarcasmo [consultado em 01-04-2019].
 
A Pipoca teve uma prestação abaixo de medíocre no que é suposto ser stand up comedy. A começar pela sua introdução em que, sem qualquer sombra de dúvida, foi insultuosa para com o público que pagou bilhete para ver o espetáculo. Vestiu, e muito bem, o papel que lhe assenta que nem uma luva: a dondoca lisboeta, com aquele arzinho superior de tia de Cascais, cuja visão do horizonte termina ali na ponta do seu nariz.
O resto da sua prestação, quando falou dos episódios da sua vida, da sua separação e reconciliação, da maternidade, aí sim, há sarcasmo, há ironia e há uma tentativa muito forçada de ter piada. Só que não. 
Ah e já agora, aquele final sobre as questões insólitas e absurdas do grupo de mães no Facebook... já há uma outra blogger com uma rubrica semanal sobre o tema. Até lançou um livro. Aposto que a Pipoca foi a esse livro tirar as piadas.
Não morro de simpatia pela Pipoca. "Se não gostas, não leias." - Básico. Mas vou lendo porque lhe reconheço a popularidade e há temas e textos seus que, concordando ou não com os pontos de vista, não deixam de ser interessantes, quanto mais não seja por lançar determinados temas para "discussão", reflexão. Ainda vai havendo conteúdo para além da publicidade e dos trapos. 
Agora cada macaco no seu galho: a Pipoca pode ser uma blogger, influencer, ter ziliões de seguidores. Terá o seu mérito (eu não sei qual, mas deve existir algures).
Agora stand up comedy? Esqueçam. Nem sei quem foram as tristes alminhas que se lembraram de um dia a convidar para isto e terem achado que sim, que vale a pena insistir nesta ideia de merda. 
 
22
Mar19

É sexta feira!

Yeah...

Ora, aqui neste burgo, onde o Sapo é senhor, costuma haver aquela coisa do follow friday. Nunca (que me lembre) participei.

Ovelha negra, esta Pandora, ingrata, que não indica ninguém, não publicita outros blogs, não põe os dedos no trombone e espalha por aí os blogs que lê e gosta e, por isso, recomenda. 

E porquê?!

Basicamente porque me custa recomendar este ou aquele num universo de blogs que leio, e no qual há alguns que gosto mesmo muito, mais ainda porque são bem mais conhecidos na Sapolândia que esta minha modesta, humilde e desconhecida caixa, não precisam da minha publicidade para nada. Aliás, não precisam sequer de publicidade porque são o que são pelo mérito dos seus autores.

Mas hoje é a exceção. E porque é um blog praticamente recém nascido (primeiro post data de 21 de novembro de 2018). Pronto, não é recém nascido mas ainda está em período de licença de maternidade 

O blog é de uma amiga minha. Amiga de carne e osso, na vida real. Já partilhámos muitos momentos juntas, andamos sempre a trocar livros, até porque temos gostos de leitura semelhantes. Tive um prazer enorme de fazer parte e ajudar a organizar esta despedida de solteira épica (ainda há dias falei nesta experiência a uma colega), de estar presente no seu casamento, de a ver grávida, duas vezes... Ganda maluca (e corajosa) em decidir ter assim os filhos seguidinhos. Ora, e o tema central deste fantástico blog é precisamente as (des)aventuras de uma mãe de dois pequenos. A escrita dela é uma revelação para mim, porque não lhe conhecia esta faceta. Escreve muito bem, tem um sentido de humor fantástico (isso já sabia), e tenho-me deliciado (e divertido) com as suas aventuras e peripécias de mãe e mulher. 

Façam o favor de ir lá espreitar e espero que se deliciem tanto como eu. Por trás desse blog está uma pessoa genuína, inteligente, com sentido de humor, muito boa onda e com um coração enorme. 

Apresento-vos A Galinha da Vizinha

154296940536263157.JPEG

 

 

 

13
Jan19

Mas só agora é que descobriram a "pólvora"? Ou inventaram a roda?

Na sexta à noite, aproveitando o serão solitário em casa, dediquei-me à leitura do Feedly para pôr em dia as leituras dos blogs.

Ora post sim, post não, em múltiplos blogs o tema era o agradecimento do dia. 

Muito bem. Decisão de ano novo, ainda não chegámos ao dia 15 de janeiro, onde por norma se dá uma amnésia das decisões de ano novo, e anda tudo a seguir um desafio de "um agradecimento por dia, não sabe o bem que lhe fazia".

Muito bonito, sim senhor. Palminhas!

Só que esta cena do agradecer todos os dias por algo eu já ouço falar há "colhões" de tempo. Aliás, também eu própria, o ano passado, comecei um bloquinho de agradecimentos e consegui chegar a meados de março (palminhas para mim, ou não)...

Eh pá, a sério... não se julguem inventores da roda. Já foi inventada há alguns milénios atrás

Pronto, era só isto.

 

20
Jul18

É uma questão de humildade (ou total falta de)

O que é Humildade?

Humildade é a qualidade de quem age com simplicidade, uma característica das pessoas que sabem assumir as suas responsabilidades, sem arrogância, prepotência ou soberba.

 

Já ando nisto dos blogs há algum tempo. Tempo suficiente para seguir alguns há anos, para assistir a ascensões e declínios, para largar uns e descobrir outros, para estreitar relações, para assistir de longe ao que cada um decide partilhar. 

E há uma coisa que me custa um bocadinho. Gente anónima, que veio do nada e saltou para a ribalta pelo blog. Sem dúvida tem o seu mérito pelos conteúdos, dedicação e empenho, mas poderiam ter isso e continuariam a ser nada se não tivessem leitores, muitos leitores, milhares de leitores. E o que me custa é perceber que nesse percurso de ascensão a humildade ficou algures numa curva apertada. 

Se alguém cria um blog de economia doméstica, organização, dicas de gestão de tempo, receitas, planeamento, um blog que ao fim de anos mantém cativos milhares de leitores e seguidores e, com todo o mérito, mantém-se em alta pelo interessante e variado conteúdo, cabe ao autor ser humilde para aceitar que vai receber milhentas perguntas e pedidos de ajuda, sobre coisas que provavelmente já perdeu a conta ao número de vezes que escreveu. E mais lhe compete ainda humildade para responder a quem alimenta a sua popularidade e notabilidade.

Portanto, causa-me assim uma azia na bílis quando leio nas redes sociais que estes influencers da vida moderna alimentam a toda a hora do dia (that's their job, I know) as suas reações às questões dos leitores. 

"Perguntam-me como consigo poupar tanto na comida e na conta do supermercado. Há que procurar, ir a superfícies comerciais diferentes e comparar preços, ir a feiras e mercados biológicos, explorar o comércio tradicional. Nunca é boa ideia fazer as compras todas no mesmo sítio. Não têm tempo? Não se pode ter tudo!"

Ora este não se pode ter tudo é, no meu entender, uma grande cuspidela em cima de quem alimenta o ego (e não só) desta criatura. 

Até porque, e vejamos, a criatura é bafejada pela "sorte" de poder ser uma stay home mom. Não tem de picar ponto, aturar patrões, cumprir uma infinidade de tarefas, viver em contrarrelógio para chegar a horas, sair a horas, enfrentar trânsito, filas, etc...

A criatura, nos seus tratados de organização vai expondo as suas rotinas: à sexta lava roupa, que assim na segunda quando a senhora que lhe passa a ferro e limpa a casa for, já tem a roupa seca. Às segundas cozinha para a semana toda. Aos fins de semana leva os filhos a sítios diferentes para eles conhecerem e não se aborrecerem. Acredito que nos restantes dias sobre tempo para uma gincana aos supermercados, feiras e mercados e comércio tradicional. Obviamente tudo documentado em fotos e vídeos para o Instagram e semelhantes. 

Só assim, efetivamente, consegue reunir todo o material e informação necessária para os seus posts de economia doméstica, dicas de organização, planeamento, receitas, todo um material que mantém um vasto público interessado e ligado aos seus canais de comunicação. Right, that's her job. And that's okay!! 

Mas por favor, esse tipo de respostas a quem pede ajuda porque almeja ser como a mestre, mas está a anos luz de ter as mesmas condições de vida que a mestre tem, é só de uma falta de respeito e consideração para quem a idolatra e lhe alimenta o ego (e não só). 

Humildade. É apenas o que tenho a dizer. 

 

29
Mai18

Apanhada de surpresa!

Ontem a Genny, a minha doce Genny, amiga da blogosfera de há anos, ainda antes de ser Pandora, quando eu tinha outro nome, outro blog. Genny, que nos conhecemos num almoço convívio com outros bloggers, e depois nos encontrámos quando trabalhei em Coimbra. Genny, doce Genny, de quem não perco o rumo, mesmo que haja períodos de silêncio, há ali um carinho que nos une e que é tão bom e faz isto da blogosfera valer tão a pena. 

Então a Genny surpreendeu-me com umas sugestões para novo header do blog. Embeveceu-me o carinho e dedicação. Do que ela se havia de lembrar. Mas o que me deixou completamente derretida foi a seguinte imagem:

perfil.JPG

E até posso não mexer no header do blog, mas esta ruiva rodeada de gatos já está como imagem de perfil, oh se está!!! 

Obrigada boa amiga!  

07
Nov16

Sobre o fim de semana

Pois que ele devia ser multado por excesso de velocidade. Tenho para mim que o fim de semana é um modelo de carro conduzido pelo Vin Diesel num qualquer filme da saga Velocidade Furiosa.

Mas, este fim de semana tem dois acontecimentos dignos de registar.

Conheci uma menina deste bairro dos blogs Sapo. E gostei muito. Muito simpática, sorriso doce, uma mulher de garra, apesar de tantas dificuldades que tem tido, e lhe continuam a surgir. A vida não é nada fácil, mas há que ser persistente, manter a esperança e acreditar que tudo vai correr bem. E é por isto que vale a pena ter um blog: conhecer assim pessoas inspiradoras, que de outra forma os nossos caminhos jamais se cruzariam. Aquilo que seria um simples café, acabou a ser um passeio pelos arredores de Aveiro, para ela conhecer um pouco, e acabou em jantar numa das pizzarias emblemáticas da cidade. Também conheci o filhote dela, miúdo esperto, cheio de energia. Muito divertido. E parece-me que estava a adorar o fim de semana diferente com a mãe. Tenho a certeza que são estes momentos que ele guardará na memória. 

E depois de um sábado tão bom, eis que no domingo acordo com todos os sintomas de uma gripe. As dores de corpo e cabeça já por aqui andavam desde quinta. Associei ao trabalho que andei a fazer no arquivo. Afinal já deviam ser sinais de prenúncio. E aqui estou, toda entupida, ranhosa, nariz a escorrer, mal estar geral. Ontem emborquei antigripe e estive no ninho, murchinha e sem apetite para nada,  a beber chá de limão com mel como se a minha sobrevivência dependesse dele. E hoje os kleenex são os meus aliados. Ainda por cima com o AC do gabinete, o meu nariz abriu as comportas e vai de escorrer. Tá bonito. 

E pronto, eis a primeira gripe da temporada outono/inverno 2016/2017.

 

25
Out16

Pandora sugere

Já que se fazem dias mundiais para tudo e mais um par de botas, sugiro que haja um dia mundial como forma de homenagear a paciência santa, digna de um monge budista, daqueles namorados / maridos que passam a vida a fotografar as suas mais que tudo bloggers fashion. A eles um profundo e sentido: Deus vos abençoe pela paciência, amém!

 

 

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