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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

26
Jan19

Já está disponível!!!!

Já tenho o meu. Com o enorme privilégio de me ter sido enviado pelo próprio autor e com uma dedicatória que me deixou de coração aconchegado. 

Chegou à WOOK. Também chegou à Bertrand

Orgulho enorme de ver este companheiro de escrita nas grandes livrarias do país. 

Orgulho imenso pela sua coragem, persistência e luta.

«Há uma pessoa - e um escritor - de verdade nestas palavras.»
Pedro Chagas Freitas

Acrescento às palavras do nosso mentor (mestre) que há neste ser humano uma verdadeira inspiração de vida. 

 

09
Jan19

Não há palavras que consigam descrever este momento...

Carlos Musga.jpg

Estupidamente comovida com a dedicatória. Absurdamente orgulhosa de já ter nas minhas mãos o livro do meu colega e parceiro na aventura da escrita

Ansiosa por ler, sôfrega, cada palavra, cada história, conhecer as tuas personagens. Vai já para a minha mesa de cabeceira, fazer-me companhia. 

Parabéns pela tua coragem de continuares a investir e insistir neste dom que descobriste no nosso primeiro curso online de escrita. Parabéns pelo percurso formativo que fizeste, que tanto te enriqueceu e te tornou maior.

E mais do que o orgulho de ver nascer um grande escritor, é o privilégio de ter conhecido e privado com uma pessoa extraordinária. Hei-de agradecer sempre que os nossos caminhos se tenham cruzado.

És uma - verdadeira - inspiração! Obrigada. 

 

08
Jan19

O privilégio de conhecer pessoas verdadeiramente inspiradoras

Agradeço, muitas vezes, o privilégio de me ter cruzado na vida com pessoas verdadeiramente inspiradoras. Deve ser uma forma de a vida ou o universo me compensar pela "família" em que calhei nascer e crescer. 

Nos sítios mais improváveis conheci pessoas verdadeiramente inspiradoras. Pela sua sensibilidade, pela sua alma gentil, pela bondade do seu coração, por qualquer dom que transmitiram e despertaram em mim uma empatia especial. Pelos valores que me passaram. Pela coragem que demonstraram. Pela sua vivência e luta. Pelo exemplo bom que deram e me inspiraram a ser melhor. Pelo carinho que partilharam. 

No curso (online) de escrita criativa que fiz entre abril e outubro de 2013, altura em que estava desempregada e dediquei o muito tempo livre que tinha a investir em mim e nas minhas paixões, conheci (uma forma de dizer, porque acabei por não poder ir ao almoço convívio que organizaram em Lisboa e, portanto, fisicamente não os conheci, não os abracei) pessoas diferentes, com diferentes estilos, de diferentes áreas, com diferentes objetivos, mas que partilhavam um objetivo: explorar a capacidade de escrever. 

Como é natural, criei mais afinidade com uns do que com outros. Tal como uma turma de 18 ou 20 alunos. Entre tantas personalidades diferentes, as afinidades surgem mais com uns do que com outros. Entre os 18 elementos da "turma", senti-me mais próxima de três pessoas, em especial.

Uma delas é uma verdadeira fonte de coragem e inspiração de vida, de luta, de resiliência. Criou um blog, e para quem quiser visitar, aqui fica o link: Viver a Flutuar. Deixo aqui um grande beijinho para ela, sei que me lê, assim como a leio. Ainda que nem sempre a troca de palavras seja assídua, sabemos que estamos uma de cada lado, unidas por uma qualquer força que nos atrai. Quando quiseres, sabes onde me encontrar!

A outra, era uma mulher tão doce e delicada, com um sentido maternal enorme que me emocionou particularmente. De uma extrema simpatia e gentileza, aquilo a que comummente se chama "coração de ouro". Fomos mantendo contacto pelas redes sociais, mas entretanto perdi-lhe o rasto. Ana Diniz, se me lês, dá notícias, porque ainda me lembro bem de ti e tenho saudades das nossas conversas.

E por fim, um verdadeiro senhor. Das pessoas do grupo foi, para mim, o que mais evolui na escrita. Foi arrebatador ver como evoluía e crescia no seu talento até então adormecido. Como se foi tornando maior a cada desafio semanal de escrita que tínhamos. O último e derradeiro desafio de escrita do curso venceu-o com maioria absoluta de votos, e foi bem merecido! Foi magnífico. 

Depois deste curso, foi este senhor que vi continuar a investir na escrita. Mais formações. Participações em desafios de escrita. Microcontos, e sei lá que mais. Era com orgulho que ia lendo o que ele ia escrevendo e partilhando, que rejubilava quando ele vencia um qualquer desafio de escrita. Pensava com os meus botões que se alguém devia mesmo escrever um livro e merecia publicá-lo era ele. E caramba, que privilégio tê-lo visto "nascer" como escritor.

É com um imensurável orgulho que anuncio que acabei de comprar o livro dele. Não sei quantos exemplares editou. Sei que divulgou no nosso grupo de escrita, já pouco ativo, um tanto ou quanto abandonado. Sei que está a reunir esforços para os distribuir a quem esteja interessado. E, infelizmente, sei que está numa luta cruel com uma doença grave, e passo a citar as palavras do próprio: "daquelas doenças em que agradeço todos os dias acordar bem".

E é fodido! Sim, é fodido. Porque estas merdas acontecem a boas pessoas, a pessoas especiais, a pessoas que têm tanto de bom para dar aos outros e ao mundo. E se fiquei imensamente orgulhosa por ver que ele publicou o seu livro, foi um murro no estômago saber a situação delicada e frágil em que se encontra.

Por isso agradeço. Agradeço muito ter-te conhecido, ter visto nascer esse escritor adormecido dentro de ti. Ter-te visto evoluir e ser maior. Agradeço que os nossos caminhos se tenham cruzado. E é com ansiedade que espero que me chegue às mãos o teu livro. Que guardarei como tesouro. Porque és tu em palavras, as tuas palavras. E nunca serás esquecido, porque as palavras que deixas escritas e partilhadas são eternas.

De coração, espero que continues esta luta contra a doença com toda a coragem e resiliência. Espero que tenhas muitos dias em que agradeças acordar bem. E nos quais possas escrever. Porque a tua escrita é extraordinária! 

 

29
Mai18

Apanhada de surpresa!

Ontem a Genny, a minha doce Genny, amiga da blogosfera de há anos, ainda antes de ser Pandora, quando eu tinha outro nome, outro blog. Genny, que nos conhecemos num almoço convívio com outros bloggers, e depois nos encontrámos quando trabalhei em Coimbra. Genny, doce Genny, de quem não perco o rumo, mesmo que haja períodos de silêncio, há ali um carinho que nos une e que é tão bom e faz isto da blogosfera valer tão a pena. 

Então a Genny surpreendeu-me com umas sugestões para novo header do blog. Embeveceu-me o carinho e dedicação. Do que ela se havia de lembrar. Mas o que me deixou completamente derretida foi a seguinte imagem:

perfil.JPG

E até posso não mexer no header do blog, mas esta ruiva rodeada de gatos já está como imagem de perfil, oh se está!!! 

Obrigada boa amiga!  

17
Jan18

Gerir expectativas

 

 

O problema não são os outros. Sou eu. E a expetativa que crio em relação a eles. Esta mania de me entregar e dar(-me) tanto que depois quando eu preciso de ajuda, de apoio, de cinco minutos do seu tempo, está tudo concentrado nas suas vidas, extremamente ocupados sem espaço e vontade para a minha pessoa.

É fodido, mas é a vida. Aceito. Tenho de aprender, de uma vez por todas, a não criar expetativas em relação aos outros e muito menos esperar que um dia retribuam, nem que seja uma ínfima parte, o que já lhes dei. Tenho de aprender a ser ainda mais egoísta com o meu tempo e a minha energia, a saber que só posso contar comigo e comigo mesma, e que mesmo eu própria posso não estar à altura das expetativas.

E quando tiver definitivamente aprendido essa lição, não terei de lidar com as desilusões amargas que me assaltam nos meus momentos de fragilidade.

 

28
Nov17

Registo para a posteridade

- Se eu fosse rica, fazia como a outra. Ia a Itália enfardar, ia à Índia meditar e encontrar o meu lado zen, ia às ilhas gregas, enfim, viajava. Assim como não sou rica, tenho contas para pagar, resta-me enfiar a cabeça na areia e fingir uma normalidade que não sinto. (Pandora dixit)

- Isso seria fugir da realidade, não significa que fosses mais feliz. (Amiga de Pandora dixit)

- Ora foda-se, mas é todo um outro nível chorar num cruzeiro pelas ilhas gregas. (Pandora remata)

 Vale o teu sentido de humor. (Amiga de Pandora conclui)

 

 

Até os heróis caem. E somos humanas, a nossa força também falha, também quebra. Mas somos feitas desse material que quebra e cola-se. Fomos forjadas numa vida de dificuldades. Somos sobreviventes. E podemos cair, quebrar, chorar, sangrar. Só que há-de chegar aquele momento em que cuspimos nas feridas, sacudimos o pó, juntamos os cacos e seguimos caminho. (Pandora)

 

Trechos de uma conversa muito terapêutica. Uma conversa que destrancou a porta do quarto escuro onde me refugiei nas últimas semanas. Uma conversa que me pôs a expulsar os demónios e soltar angústias. Uma conversa onde falei e ouvi, compreendi e aceitei. E o compromisso mútuo: no meio disto tudo, temos de ser nós, por nós.  

 
16
Jun17

Se tivesse de resumir a semana numa palavra...

... seria morte.

Dramático? Forte? Sem dúvida. Mas real.

Na quarta começo o dia com a notícia da morte da avó de uma grande amiga. Um aperto no peito, uma sensação amarga por estar a centenas de kms e não lhe poder dar um abraço.

Horas depois, no mesmo dia, soube da morte do pai de um amigo. Murro no estômago. Ninguém contava, foi tão repentino, tão inesperado, tão chocante. 

Por fim, uma amiga que no fim de semana tinha resgatado dois gatinhos recém nascidos abandonados à sua sorte, uma lutadora que tudo fez para tratar deles e eu, em socorro, recorri a pessoas conhecidas dos meus tempos de associação para ver se arranjava uma gata que estivesse a amamentar e pudesse adoptar aqueles pequenotes. Depois de muitos contactos trocados, palavra passa palavra e eis que uma mamã adotiva aparece. A felicidade e o alívio. Logo toldados por um internamento repentino dos pequenos bebés. Um deles teve alta no próprio dia e seguiu para a mamã adotiva, que o recebeu muito bem. O outro permaneceu internado e não sobreviveu. 

Mais um murro no estômago. No mesmo dia. Assim, notícia atrás de notícia. Morte atrás de morte.

O meu feriado não foi na praia, nem numa esplanada. O meu feriado foi juntar-me a um grupo de pessoas, algumas amigas, outras conhecidas, outras desconhecidas, mas todas com uma missão: ir confortar o amigo que acabara de perder o pai. Uma hora de viagem até à serra, meios perdidos nas curvas e contracurvas, moídos pelo calor, com um sentimento a pesar cá dentro, mas chegámos ao destino, e juntámo-nos todos em redor do nosso amigo, em múltiplos abraços, apertos de mão, palavras de apoio. A presença que conforta num momento de grande dor. 

Vim tarde para casa. Esgotada emocionalmente. Com um vazio cá dentro. Com a cabeça perdida e vaga, alheia.

Hoje foi dia de trabalho mas passei as horas apática, desconcentrada, sem ponta de energia. 

Agora é respirar fundo, aproveitar a fim de semana para ver se reanimo e melhores dias virão. Para todos. 

 

17
Abr17

Podia ser feriado...

Impressão minha ou pertenço a uma minoria para quem hoje é uma comum segunda feira de trabalho?

Nas ruas não há trânsito, já no estacionamento do prédio, tudo cheio, tudo em casa, janelas abertas, tv's em alto som, estendais cheios de roupa a esvoaçar ao sol. Na empresa tudo a meio gás, nem chefias tenho para validar ou assinar o que quer que seja para despachar serviço. É estar a trabalhar para aquecer, como se fosse preciso que felizmente o tempo está muito agradável. 

O fim de semana prolongado não teve descanso, como eu previa, mas encheu bem o coração e a alma. É um cansaço bom que sinto hoje. Ainda que perfeito era ter tido o dia livre para estender o fim de semana. Recebi visita dos meus amigos alentejanos e foi muito bom estar com eles, matar saudades, e levá-los a explorar a cidade daquela forma que só se faz quando se é turista. Fui a sítios onde raramente vou, voltei a sítios onde gosto de ir de vez em quando, fui turista e guia turístico na minha cidade. Comemos muito peixe, já que é o que não falta numa cidade à beira mar plantada. Apanhámos sol numa esplanada na praia. E tentei esquecer as rotinas, os horários doidos que tenho tido, esta sensação frustrante de sentir a vida suspensa em tantos aspetos, sem saber o que fazer, o que decidir, sem tempo para o que quer que seja, inclusivamente assentar ideias e tomar decisões.

Receber os meus amigos foi uma pausa que tentei aproveitar ao máximo, embora tenha noção que não consegui de todo desligar-me. Pensar na semana que aí vinha, o trabalho, a agenda, com reuniões, formações, as coisas a que já sei que vou ter de faltar, e as outras que não sei se consigo ir porque sei a que horas entro e nunca sei a que horas saio, o que tenho de fazer, deixar de fazer, quando fazer. E só apetece bater-me por não conseguir desligar totalmente destes stresses que vão oscilando o meu humor, a minha disposição, a minha energia. Quando estava a contemplar o mar e tentava absorver a paz que o horizonte de água salgada traz, sentindo o sol na pele, o cheio a maresia, debatia-me por dentro com o que tanto me tem causado ansiedade e stress e dúvidas, com o que me tem tirado a paz de espírito e o sono reparador à noite.

Não foi um fim de semana de Páscoa, com amêndoas e ovos de chocolate e cabrito na mesa e outras iguarias típicas desta festividade. Foi um fim de semana muito mais doce que toneladas de amêndoas e ovos de chocolate, muito mais aconchegante que aletria morninha, muito mais saciante que qualquer mesa de banquete repleta de deliciosas iguarias. E mea culpa por agora estar com esta sensação de não ter aproveitado em pleno, porque não consegui desligar, alhear-me desta realidade que tanto me tem absorvido e engolido. 

Não descansei, mas certamente se eles não tivessem vindo eu teria passado grande parte do tempo afundada no sofá, sempre com as ideias a fugirem para os mesmos sítios que tanto me sufocam nos últimos tempos, sem energia ou disposição para meter o nariz fora de casa e ir apanhar sol e vento marítimo nas trombas a ver se acordava para a vida. Hoje estaria, com toda a certeza, mais cansada e frustrada. Assim estou com um misto de cansaço físico e rejuvenescimento mental e emocional. E repetiria tudo outra vez só pelo prazer de estar com as pessoas que me são tão queridas e tanto me enchem o coração. 

 

 

18
Jun16

Quando as palavras falham

Ainda que já tenha estado naquela situação, passado pelos mesmos sentimentos, ver alguém de quem gosto a passar por isso deixa-me assim, sem chão, meia aturdida, sem saber que dizer para confortar. Talvez porque saiba que, no fundo, pouco ou nada conforta nessas horas.

Esta semana uma amiga, que conheci no atual emprego, recebeu a carta de rescisão de contrato. Deixou-me surpresa. Não esperava. Sei que ela não se sente bem e anda a definhar a cada dia que passa. A chefia deixa muito a desejar, o ambiente da equipa onde está inserida é um pouco de cortar à faca, as funções que ela tem não fazem justiça às capacidades e competências dela, e sei que ela merece melhor e procura por melhor. Ainda assim, receber uma carta e um telefonema da empresa de outsoursing a comunicar que termina funções a 30 deste mês é um murro no estômago. É um tirar do tapete debaixo dos pés, mesmo para quem vai trabalhar apenas para ter uns trocados ao fim do mês.

Eu já tive assim uma experiência. Quando me disseram, num emprego anterior, que o contrato não seria renovado fiquei simultaneamente aliviada, por me ver livre daquilo, e angustiada pelo desemprego que se seguia, sem perspetivas de nada, com a exata noção de como o mercado de trabalho está difícil.

Hoje comprei um livro para lhe oferecer como um pequeno mimo, não como despedida, mas um carinho num momento mais complicado. No ano passado ela deu-me a conhecer o autor Joël Dicker, quando me emprestou o livro A verdade sobre o caso Harry Quebert. Depois de ler a boa crítica da Magda sobre o seu mais recente trabalho, hoje, na ida ao supermercado, decidi comprar O Livro dos Baltimore. Escrevi uma pequena cartinha, em jeito de dedicatória, de apoio, mas como nestes momentos as palavras embrulham-se na ponta dos dedos, atordoadas pelas emoções, deixei-lhe estas palavras de Pessoa...

 

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,

Mas não esqueço de que minha vida

É a maior empresa do mundo…

E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver

Apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e

Se tornar um autor da própria história…

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar

Um oásis no recôndito da sua alma…

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “Não”!!!

É ter segurança para receber uma crítica,

Mesmo que injusta…

 

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo…

 

 E estou aqui, de coração pequenino... Estas merdas custam!!!

 

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