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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

17
Jun19

Oh vida de pobre

Quando vejo numa montra de uma loja de artigos de dança uns sapatos vermelhos lindos, com padrão polka dots, assim mesmo à pin up girl, e fico ali a babar, o coração a palpitar, borboletas no estomago, qual adolescente apaixonada. 

Depois fico a saber o preço dos ditos, e a baba deixa de escorrer, as borboletas voam para longe e o coração entra em arritmia, tal é o descompasso provocado pela desilusão de ser assim, gosto de rica com carteira de pobre. *da-se!! 

 

29
Mai19

É o chamado dois em um!

Instagram. É a rede social que agora mais espreito. 

Passei por uma postagem da Pipoca onde na mesma publicação tinha uma foto da Yes Diet, que ela tem divulgado constantemente e (supostamente) está a fazer o programa, e duas fotos da Padaria Portuguesa, indicando que nos dias em que não há tempo para fazer jantar, o take away da Padaria Portuguesa é a salvação.

Isto é publicidade pura e dura. Qualquer pessoa entende e vê isso. 

A questão é que houve alguém que comentou, e sem qualquer tipo de falta de respeito, o seguinte:

pipoca.JPG

Ora bem, eu faço esta leitura: a seguidora da Pipoca comenta sobre a incongruência de numa mesma publicação haver referência a dois produtos alimentares opostos - um de dieta, que segundo consta é um programa completo de refeições a seguir, e outro sobre um take away com comida "normal" (não que seja necessariamente não saudável). 

A Pipoca, ainda que eu entenda que também esteja farta de ser atacada por ter cão e por não ter, olha, faz parte da profissão que escolheu, expõe-se assim, é uma influencer, faz publicidade ao que lhe pagam e dão para fazer, e ok, mas responder feita virgem ofendida, com aquela arrogância que lhe é tão própria é, a meu ver, uma falta de respeito para com os seguidores que lhe permitem ter a carreira/vida que tem. Não fosse a cambada de póneis e ela não seria a influencer que é, nem andaria a ser paga para publicitar produtos, quer os use ou não, goste ou não deles. 

Depois, nos muitos comentários aparece uma alminha pseudo-inteligente a dizer que as pessoas não percebem um cu de marketing digital. Eh pá, se calhar não. Mas é preciso ter licenciatura e pós graduação na área para perceber as publicações da Pipoca, é isso?

Foda-se, deixem-se de merdas. Simplesmente é ridículo e absurdo, totalmente incoerente, esta postagem dois em um. É a mesma merda que numa mesma postagem publicitar uma bebida alcóolica ao mesmo tempo que alerta para a condução segura. 

Mas quem sou eu para perceber de influencers, de marketing digital e do universo paralelo dos póneis da Pipoca...

 

16
Mai19

Vou dar uma de indignada, posso?!

Screenshot_20190516-222459_Instagram.jpg

 

O que vêem nesta imagem da campanha publicitária partilhada na rede social Instagram da marca (limitei-me a fazer um screenshot)?

Duas modelos, dois biquínis. Dois corpos diferentes.

E tudo bem, estamos numa época em que nunca se falou tanto disto da diversidade de corpos, e abaixo os estereótipos de beleza, todos os corpos são bonitos, blá blá blá. Discurso muito life coaching para depois ser isto.

E o que é isto?

Então para mim isto é a puta da hipocrisia.

A modelo magra está toda airosa, com o corpo bem visível. A modelo plus size (que é a forma simpática de dizer que é a gorda) tem uma echarpe a envolver-lhe a zona do ventre, e como se não bastasse, as mãos estão estrategicamente colocadas à frente. Portanto, aquele pneu, que 95% das mulheres têm, não é visível na modelo plus size que fotografou com um biquíni da conhecida marca. 

Não alcanço a mensagem publicitária, a sério? Têm ou não têm biquínis para todos os corpos? Um corpo mais curvilíneo, com coxa grossa e barriginha, sem o six pack definido, tem de se esconder numa echarpe? 

Pois, realmente é por causa destas merdas que eu acabei por ceder à história do fato de banho. Porque sinto essa pressão de que é feio, inestético e "vergonhoso" exibir um pneuzinho a sair da tanga do biquíni na praia. Porque o ano passado dei por mim a ir para uma zona mais afastada da praia para não mostrar o corpo a muita gente. Porque na verdade já tive os meus momentos de nem querer sair de casa no verão, por não saber o que vestir, porque tudo me fazia sentir a gorda que a sociedade, por um lado defende, e por outro espeta a facadinha e olha com desdém.

Já agora, só falta pôr um sinal à entrada da praia: proibida a entrada a mulheres com mais de 50 kg. Ou: se tiver mais de 50 kg, enrole-se na toalha e não saia do meio das dunas.

 

 

12
Abr19

Bipolaridades dos tempos modernos

Recentemente (sei sempre destas coisas quando já têm barbas) falaram-me de uma blogger/instagramer/influencer de Aveiro que tem dado que falar por causa do seu processo de emagrecimento, mudança de vida, uma vida mais saudável, com uma alimentação daquelas que ficam tão bonitas nas fotos do Instagram, mais as fotos dos exercícios físicos, e o discurso positivo do "se eu consegui, vocês também conseguem"; "perdi 20 kg (não sei bem se foi isto) num ano com mudança de hábitos alimentares e um estilo de vida mais ativo e saudável. Nunca me senti tão bem comigo própria". Blá blá blá. 

É mais uma miss fit entre tantas que há no Instagram. Chamou-me a atenção por ser da minha cidade e eu... bem, nunca tinha ouvido falar dela (pronto, eu digo o nome, a moça é mesmo muito conhecida: Vanessa Alfaro). 

Esta semana saiu na capa da revista Cristina uma rapariga de Aveiro que eu conheço (indiretamente). Conheço os pais, já trabalhei com o pai dela, entretanto cruzámo-nos no mundo das danças sociais, e portanto, conheço os pais, a ela conheço de vista e por saber de quem é filha. Não a sigo nas redes sociais, mas sigo os pais (já que os conheço) e foi por aí que vi que há uns meses (o ano passado) ela ganhou um concurso de beleza plus size. Bem, uma coisa é certa: a rapariga é linda e deslumbrante (se vissem a mãe percebiam de onde vem a beleza). O problema, que não é problema, é a Catarina Corujo ser uma rapariga plus size, que durante anos teve vários distúrbios alimentares provenientes da sua não aceitação do corpo que tem, e obviamente muito por culta desta sociedade: "é linda, mas é gorda". Basicamente é isto.

Ora a Catarina está a assumir em Portugal um papel muito semelhante à americana Ashley Graham, uma mulher absolutamente linda, deslumbrante e plus size, que tem sido uma ativa porta-voz e representante nesta questão de derrubar os estereótipos da beleza feminina, de nós mulheres deixarmos de lado os nossos complexos e nos aceitarmos como somos, porque as gordas podem não ser gordas porque passam o tempo sentadas no sofá a comer baldes de pipocas e quilos de frango frito. As gordas não são necessariamente as feias e as magras as bonitas. Ashley Graham tem uma vida de exercício físico bem ativa, e ostenta com muito orgulho o seu corpo curvilíneo, plus size, com celulite, coxas grossas, etc, mesmo treinando e tendo cuidados alimentares.

A capa da revista com a Catarina Corujo está a causar polémica, foi inclusivamente censurada na rede Instragram e já vi notícias de estabelecimentos que se recusam a ter a revista exposta.

Puta de hipocrisia, é o que tenho a dizer. 

As playboys com as loiras cheias de silicone e mamas do tamanho de bolas de basket podem ser vistas e admiradas, a Catarina Corujo é vergonhoso? Ide-vos encher de moscas.

Oh mundo hipócrita este. A sério. 

E agora perguntam, porque comecei a falar primeiro da miss fit Vanessa Alfaro? Porque no fundo também ela é uma hipócrita. Para se sentir bem quis emagrecer, tudo bem, é uma escolha dela. Eu própria ando a tentar perder os kgs que, do nada e sem aparente explicação, se colaram a mim e me fizeram não me reconhecer ao espelho, não caber na minha roupa, não me sentir no corpo que levei tempo a também aceitar. Foram mudanças bruscas, que me apanharam desprevenida e que, aqui confesso, não reagi bem e contribuíram para um quadro geral de mal estar. No entanto, nunca fui a "gaja boa" nem o procurei ser. Eu já pesei 45kg e digo-vos, era horrível! Tinha umas perninhas de palitinho e um cu do tamanho de África. Não ando aí a influenciar meio mundo para seguir o exemplo da perda de peso, a maníaca da alimentação saudável, as receitas xpto sem adições de açúcar e mais não sei o quê, nem passo horas (que nem sequer tenho livres, que isto de ter um full time job e ainda ser dona de casa é fodido, e bem sei eu as acrobacias que tenho de fazer na agenda para ir às aulas de dança e cardio fitness) para viver no ginásio a desfilar roupas desportivas sexys e a fazer pandant com os atacadores das sapatilhas da marca Y ou Z, tudo devidamente registado nas redes sociais, com discursos dignos de life coaching... e tudo isto para se poder aceitar a si própria?! Isto não é aceitar-se a si própria. Isto é exatamente o oposto: o árduo sacrifício para se mudar e moldar à imagem que tem como exemplo de beleza não é aceitar-se a si própria. É mudar-se a si própria para (supostamente) se sentir melhor. Gostaria de saber quantas verdadeiramente o conseguem, porque acho que entram numa espiral de nunca estarem satisfeitas, logo nunca estão bem consigo próprias porque continuam no seu árduo esforço de se mudarem e moldarem à imagem que idealizam.

E depois, é essa mesma miss fit que vai apoiar (nas redes sociais) a modelo plus size porque sim senhora, é uma mulher de coragem, que se assume e gosta de si tal como é. Devias seguir-lhe o exemplo, se calhar. 

Portanto, eu sou efetivamente team Catarina Corujo. É linda. É inteligente. E tem uma coragem do tamanho do universo para se expor, tal como é, a esta sociedade que se diz muito mente aberta, mas não passa de um bando de hipócritas.

A saúde, o estilo de vida saudável, a alimentação equilibrada não é necessária e obrigatoriamente para as pessoas serem magras. Ou musculadas. Ou sem celulite. Ou sem dois dedos de testa para pensarem em mais coisas que não só e apenas o culto do corpo. 

 

11
Abr19

Como começar "bem" o dia?!

A ouvir um potente ronco de aspirador às 07:10h vindo do apartamento do vizinho de cima.

Eu já andava a notar que, às quintas, o raio do aspirador dava o ar de sua graça antes das 8h da manhã. Mas vá, 07:45h, 07:50h, tolera-se.

Mas hoje foi uma total falta de bom senso, e um óbvio incumprimento do regulamento geral do condomínio.

Portanto, aqui a Pandora não se fez de esquisita, sobe ao primeiro andar de pijama, roupão, chinelos, cabelo desgrenhado, ar de quem acordou azeda (pudera) e com a folha do regulamento em riste, na qual a primeira alínea que surge é precisamente a de não se poder fazer barulhos que perturbem o descanso dos vizinhos entre as 21h e as 08h. Toco à campainha e, no meu tom mais gélido, digo à senhora que é probibido andar de aspirador ligado antes das 8h da manhã.

- Não sabia!

Espeto-lhe com a folha do regulamento à frente do nariz e aponto a alínea, citando-a, caso ela não percebesse o que estava escrito.

A mulher não sabia onde se enfiar. Pediu desculpa. Fechou a porta e eu estou aqui com uma puta de neura. Porque a bem da verdade, a culpa é do idiota do patrão dela (o meu vizinho) que não informou devidamente a empregada das regras básicas de funcionamento do prédio. 

Ainda assim, não me fodam a cabeça, que isto não é só uma questão de regras devidamente regulamentadas. É uma questão de BOM SENSO!!!! 

É isso e o sacudir tapetes à janela. Para cima dos terraços/varandas dos outros, com janelas abertas ou roupa estendida... 

 

01
Abr19

Eu queria mesmo, mesmo, mas mesmo muito ignorar! Só que é mais forte que eu

Falem bem ou falem mal, o que importa é que falem. Este deve ser, sem sombra de dúvida, o lema de vida da Pipoca. E hoje eu vou contribuir para alimentar a sua popularidade, quiçá contribuir para um par de meias, já que a minha opinião não deve chegar para lhe pagar um vestido.

A participação dela ontem no Levanta-te e Ri foi tão somente uma merda. 

Já li os póneis de sua Pipoca insuflados a defenderem a sua deusa, argumentando que as pessoas não entendem o que é sarcasmo.

Ora bem, vamos começar pela definição de sarcasmo:

sar·cas·mo 
(grego sarkasmós-ou)

substantivo masculino

1. Ironia que deixa entender uma crítica dura e mordazpor vezes considerada insultuosa.

2. Atitude ou dito em relação a algo ou alguém que serve para fazer fazer rir ou é assim

 entendido. = ESCÁRNIOMOFATROÇAZOMBARIA


"sarcasmo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/sarcasmo [consultado em 01-04-2019].
 
A Pipoca teve uma prestação abaixo de medíocre no que é suposto ser stand up comedy. A começar pela sua introdução em que, sem qualquer sombra de dúvida, foi insultuosa para com o público que pagou bilhete para ver o espetáculo. Vestiu, e muito bem, o papel que lhe assenta que nem uma luva: a dondoca lisboeta, com aquele arzinho superior de tia de Cascais, cuja visão do horizonte termina ali na ponta do seu nariz.
O resto da sua prestação, quando falou dos episódios da sua vida, da sua separação e reconciliação, da maternidade, aí sim, há sarcasmo, há ironia e há uma tentativa muito forçada de ter piada. Só que não. 
Ah e já agora, aquele final sobre as questões insólitas e absurdas do grupo de mães no Facebook... já há uma outra blogger com uma rubrica semanal sobre o tema. Até lançou um livro. Aposto que a Pipoca foi a esse livro tirar as piadas.
Não morro de simpatia pela Pipoca. "Se não gostas, não leias." - Básico. Mas vou lendo porque lhe reconheço a popularidade e há temas e textos seus que, concordando ou não com os pontos de vista, não deixam de ser interessantes, quanto mais não seja por lançar determinados temas para "discussão", reflexão. Ainda vai havendo conteúdo para além da publicidade e dos trapos. 
Agora cada macaco no seu galho: a Pipoca pode ser uma blogger, influencer, ter ziliões de seguidores. Terá o seu mérito (eu não sei qual, mas deve existir algures).
Agora stand up comedy? Esqueçam. Nem sei quem foram as tristes alminhas que se lembraram de um dia a convidar para isto e terem achado que sim, que vale a pena insistir nesta ideia de merda. 
 
18
Mar19

E a burra sou eu!!

Ora, o bom de ter um blog é que vamos registando determinadas situações do dia a dia, como esta que por aqui partilhei, corria o ano de 2016.

Mas burra que dói, Pandora na semana passada passou na Tezenis para ver collants agora para a meia estação, já que os opacos, os ultra-opacos e os térmicos já começam a ser demasiado quentes para esta altura em que as temperaturas vão subindo.

Burra que dói achou que devia antes ir à Calzedónia.

Vem a assistente da loja toda simpática perguntar se precisava de ajuda, já agora sim, agradeço, procuro collants semi opacos. Cor? Pretos. Ora muito bem, temos estes, em microfibra, 30 DEN, com toque de seda, blá blá blá (abre os collants para que eu visse o efeito na pele). OK, é isso mesmo. Não quer levar mais para aproveitar a nossa campanha... Não. Só esses.

Nem uma semana depois, ah é hoje que visto os collants novos. Sedosos. Confortáveis. Não muito opacos. Não muito quentes. Impecáveis...

Hora de almoço, chego a casa, tiro os sapatos, e... ah foda-se, a sério?!!!!!

Um rasgão desde o dedo até meio do peito do pé.

Ah, foi da unhaca! Não, gente, eu não sou como as meninas da Ribeira do Sado. Cortei as unhinhas ainda este sábado,tá!!!!

Só me apetece pegar nos ditos, no talão de compra e ir à loja reclamar...

Que pariu. Porque não fui aos cheneses?!! 

 

11
Mar19

Também vou mandar bitaites sobre o assunto do momento

Não vi nenhuma dos programas, nem o do agricultor que procura com quem casar (a julgar pelos saltos de fazer inveja à Torre Eiffel, quero crer que é equipamento para abrir os buraquinhos na terra para plantar as couves), nem os das mãezinhas que entrevistam as potenciais empregadas dos (inúteis) filhos que criaram. 

E não assisti porque bastou ver os spots publicitários, as imagens de revelavam o que ia ser cada um dos programas, toda a entusiástica publicidade às estreias inéditas, para eu só pensar isto, e tão somente isto:

A minha alma está parva e o meu espírito paralítico. 

Hoje foi o assunto do dia, já li de tudo um pouco nas redes sociais e blogs, e do que li, nenhuma opinião era favorável. Nada tenho de novo a acrescentar ao muito que já foi escrito. Subscrevo a grande maioria das opiniões que li.

Quem concorre a estas merdas é porque quer? Certo... Ninguém os obriga. É o chamado "dar o cuzinho por 5 minutos de (pseudo) fama". 

Questiono-me é quão baixo nível e quão mais profundo vai ser o degredo da programação das televisões nacionais em busca de audiências????

Abençoado AXN, FOX, FOX LIFE, and so on... abençoados livros que há para ler. Ou vá, menos televisão e mais prática do amor, que sinceramente, mais vale ir mandar uma boa queca, do que desperdiçar tempo de vida a ver verdadeira merda televisiva. 

 

05
Mar19

Passar ou não passar...

Por norma quando compro roupa, antes de a usar, lavo-a. Manias. 

Por norma, a exceção é com casacos, até porque, por norma, não estão em contacto direto com a pele, e, por norma, casacos de inverno, sobretudos, trench coats, anoraque de penas, segue tudo para a lavandaria em final de estação. Assim como assim, também não sou daquelas que tem um arsenal de casacos de todas as cores e feitios.

Ora, semana passada comprei um clássico (dos clássicos) que, pasmem-se as fashionistas, eu não tinha: um trench coat bege. Ou melhor, ter até tenho, mas é um modelo curto, que fica bem com calças e eu ultimamente tenho usado e abusado dos vestidos, pelo que, com a meia estação à porta, senti falta do clássico em tamanho médio. Modelito escolhido, porque sou pelintra, o da Stradivarius, por 29,99€.

trench-coat.jpg

Pois que não o lavei, não senhor, mas passei-o a ferro para lhe dar ali um jeitinho. 

Pior a emenda que o soneto, bastou vesti-lo e sentar-me no carro para ficar com a retaguarda do modelito aos vincos numa questão de minutos.

Ora PQP!! Para isto tinha ficado quietinha com o ferro... 

 

Agora venham-me cá dizer que ah e tal compraste barato agora aguenta. Pois, se a Burburry me patrocinasse um modelito, eu não ia dizer que não. É que o saldo da minha conta bancária dá para ir à Stradivarius, e vamos com sorte. 

 

 

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