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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

17
Mai18

Pandora vai à Bershka

E decide ir espreitar as culottes.

A grande vantagem, além de frescas e leves, é que pessoas baixinhas, como aqui o metro e meio de gente, não precisa fazer bainhas às calças. Claro que também não ficam onde era suposto ficarem, mas não faz mal. Eu até gosto mais que me fiquem pela canela e não pela barriga da perna.

Adiante. Aqui o metro e meio de gente achou que experimentar o S numa loja de roupa com tamanhos para adolescentes era boa ideia. As calças até são de elástico na cintura, e são modelo largo, e o tamanho mais pequeno é um XS, claro que o S me serve.

SÓ QUE NÃO!!!!

Desmoralizei e já não me apeteceu experimentar M, L e por aí acima até não haver mais alfabeto. Mas o raio das culottes são giras e o tecido é tão fresco e com um cair tão bom.

Bem, vou mentalizar-me que na BSK passei a vestir um L. Pelo menos... 

 

 

23
Abr18

Não há fome que não dê em fartura

Longe vai o tempo em que as férias de verão eram assim uma eternidade de quase três meses. Uma boa parte desse tempo era passado na praia (vicissitudes de ter praias às portas da cidade). E com tanto tempo disponível para me estender no areal, a verdade é que tinha um biquíni a uso. Chegava ao fim do dia, lavava, punha a secar, na manhã seguinte vestia o mesmo e siga pra praia.

Não havia cá usar diferentes biquínis com diferentes modelos e parecer uma zebra com diferentes marcas de bronzeado. Era um biquíni para o verão todo e guess what? Sobrevivi.

Depois os verões na praia passaram a ser duas semanas de férias (quando as havia) e fins de semana. E foi então que aderi à moda de ter vários biquínis a uso. Um desperdício, verdade seja dita. Porque houve verões que nem meia dúzia de vezes fui à praia, não chegava a usar os biquínis que tinha, ou como no ano passado, fui duas tardes e levei exatamente o mesmo biquíni. Preto. 

Porquê esta conversa?

Ora, porque começo a ser bombardeada pelas novas coleções de banho. E sim, ando a babar por alguns modelitos, daqueles que custam um dedo mindinho. Ou um terço de um rim. E para quê? Para ir meia dúzia de vezes, se tanto, à praia? 

Há dois anos refiz o meu stock de biquínis, até porque o meu corpo sofreu algumas alterações e deixei de me sentir confortável com os modelos triangulares e as tanguinhas de laçarotes que usava. Neste momento tenho três completos: um preto, dois estampados. Tenho ainda uma tanga branca que comprei para poder coordenar com as partes de cima, mas a verdade é que está por estrear. 

Se preciso de outro? Redondo não. Não sei que praia consigo fazer este ano. Como vão estar os ventos por estes lados da costa de prata.

Ainda assim ando neste masoquismo a babar pelos modelos que vão sendo publicados na página da Ros Beachwear, ou a pensar dar um saltinho à Women Secret porque já vi uns modelitos no site que me prenderam o olho.

E isto é estúpido. Não só porque na verdade não preciso gastar dinheiro em mais um biquíni (se bem que ainda não vi como me ficam atualmente os que tenho), como ainda por cima ando numa fase em que me sinto um tanto ou quanto sereia (metade mulher, metade baleia), pelo que seria doloroso enfiar-me num provador a experimentar biquínis.

Posto isto, deixo a reflexão: devemos apostar em quantidade ou qualidade, falando de biquínis. É que por um lado, comprar qualidade significa que um modelito dure uns bons verões, o que justifica por si o preço que custam certas marcas. No entanto, mulher que é mulher já fica difícil ter só um, quanto mais repeti-lo por vários verões. 

Oh dramas de uma pelintra a sonhar com o verão!! 

 

11
Jan18

Fui aos saldos da Zara e sobrevivi

Nas minhas deambulações pelos saldos online, um casaco na Zara chamou-me a atenção. Um casaco curto, de pelo, numa cor neutra, bom preço e que não me fazia lembrar nenhum marreta ou desenho animado peludo (como o famoso casaco de pelo amarelo da Lefties que quando o vi só me veio à mente o Poupas da Rua Sésamo, ou outros que fui vendo e me ia lembrando do Elmo, do Monstro das Bolachas, da ovelha Choné... preciso de psicoterapia, não?!).

Ontem era dia de regressar à nutricionista. Convenhamos que tinha noção que a coisa não ia correr bem. Foram as festas, estive de férias, nas quais vegetei na horizontal no sofá, petisquei tudo o que me apeteceu e... bom, não ia à espera de milagres. Ainda assim não contava com o desastre que aconteceu.

Terminada a consulta, regresso ao carro que estava no centro comercial. Passei pela Zara e lembrei-me do casaco. Sem esperança, entrei, calcorreei a loja em busca do pelinho. E eis que vislumbro o casaco, mas no modelo comprido. Já a esmorecer vou ver se junto desse tinha o que eu queria. E não é que tinha? Um. Umzinho bem lá atrás dos outros todos compridos. Um S. Ora bolas, isto não me vai servir. No entanto, e numa de dar luta, lá fui eu aos provadores experimentar o casaco. E servia. E ficava tão bem. E não me senti a ovelha Choné nem nada parecido.

Enfrentei a fila e trouxe esta fofura comigo.

IMG_20180110_203527.jpg

Daqui 

E nos entretantos, passou-me a vontade de ir comer junk food para o McDonald´s, em jeito de afogar as mágoas que a balança deixou em mim. 

09
Nov17

Pior a emenda que o soneto

Ontem aproveitei que tinha consulta às 18h30 e saí mais cedo. Para quem anda a sair às 20h ou perto disso, ontem saltei fora eram 17h30. E deu-me tempo para andar a bater perna o shopping antes da consulta. Quer dizer, fui a duas lojas. 

Numa de tentar sair da zona de conforto, fui experimentar peças tendência. Calças paperbag, uns calções de cintura subida, um laçarote... Ora pois que é moda e tendência as coleções estão cheias de peças do género, mas não, não é para toda a gente, não fica bem a toda a gente e eu sinceramente acho que estas cinturas altas com folharecos e laçarotes não beneficiam a silhueta feminina. Ou pelo menos a silhueta com curvas, como a minha.

Vai daí, e antes que me sentisse uma gorda infeliz, rumei à minha loja preferida e encontrei a minha zona de conforto, peças básicas, atemporais, que respeitam e valorizam a silhueta curvilínea feminina. Ora pois que agora resta-me suspirar e esperar pelos saldos... ou pelo subsídio de natal. 

 Tudo Mango, pois claro! 

Se o Pai Natal Secreto quiser tirar ideias, sinta-se à vontade 

 

Nota: agora que aprendi a inserir imagens como galeria, é um fartote!! É clicar nas setas laterais, sim?! 

17
Jun17

Menos é mais

 Cansada de andar com uma carteira/porta-moedas tamanho XL para caberem os cartões e documentos e toda a treta que uma pessoa carrega. Cansada de ter de tirar quase tudo da mochila para conseguir tirar a carteira/porta-moedas XL e depois voltar a guardar, exatamente naquele ângulo, senão não cabe mais nada.

Há uns tempos fiz uma boa seleção ao que costumava trazer na bolsinha necessaire, e a verdade é que reduzi consideravelmente o volume de coisas, pelo que agora uma pequena bolsinha (ainda por cima em forma de cabeça de gato, miminho de Natal de uma amiga) chega e sobra para o que é indispensável. 

Agora chegou a vez da carteira/porta-moedas XL. Os cartões são muitos, verdade. Se preciso de todos eles? Uns mais que outros, mas nunca se sabe quando são precisos. Como substituir então a carteira/porta-moedas XL? Primeiro pensei em comprar um porta-cartões, daqueles com bolsinhas plásticas. Daria para os cartões menos usados, e teria uma carteira/porta-moedas tamanho S para os indispensáveis cartões (CC, carta de condução, cartão de seguro de saúde, cartão MB). Mas eu sou bicho que gosta pouco de ter as coisas espalhadas por aqui e por ali, e essa solução implicaria trocar uma carteira/porta-moedas XL por duas pequenas. 

Há meses que não entrava na Parfois. Esta semana, num momento que me permiti desanuviar a cabeça de uma semana complicada, dei de caras com esta carteira/porta-moedas que juntava o melhor dos dois mundos: bolsinhas plásticas porta cartões, divisórias próprias para os cartões mais usados, porta-moedas. Tamanho pocket. Gira. Prática. Gorduchinha, é certo, mas pequena e tão prática para manter tudo à mão em tamanho reduzido.

porta-moedas.JPG

 

E pronto, veio comigo e a minha mochila parece que ganhou muito mais espaço. 

Por falar em mochila, quando começam os saldos? Fiquei pelo beicinho com duas da Parfois: uma branca, perfeita para o verão, e uma num amarelo clarinho tão fofa. 

 Nota-se muito que estou completamente rendida às mochilas? Team mochila!! 

 

 

 

24
Mai17

Digo eu, que não percebo nada de moda!

Isto é tendência? A sério?!

A bem dizer, já vi ao vivo e a cores uns quantos exemplares assim, com a rede de pesca por cima do umbigo, bem visível acima da cintura das calças. A bem dizer quase que tive um torcicolo quando me cruzei com uma destas fashionistas a primeira vez. 

Uma meia de rede a ver-se entre a sapatilha e as calças, acho engraçado. A ver-se pelos rasgões das calças, sim, até tem o seu estilo grunge. Agora a rede a trepar ali barriga acima, eh pá, é só ridículo.

 

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