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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

15
Abr20

Com pronúncia do norte... e humanidade!

Há muito tempo, long time ago, que este canal não conta com a minha audiência. Mesmo quando faço distraidamente zapping para ver o que está a dar, continuo suficientemente atenta para passar à frente do botão 4. 

Não fiquei muito surpreendida com o sururu que se levantou nas redes sociais a propósito deste "erro grosseiro". Exemplos destes são os que validam a minha opção de nem sequer ver tal canal que prima pelo mau jornalismo, pouco profissionalismo, ética duvidosa e nada nada nada imparcial. Mas já diz o ditado, falem bem ou mal, o importante é que falem. E é assim que este canal anda sempre nas bocas do povo. Lamentável.

Não queria comentar. Queria manter a indiferença que mantenho para com esta estação de televisão, num sentido ato de desprezo. Prefiro ver o trash tv da TLC, a ver o que seria suposto ser um serviço informativo de qualidade. Alguma, pelo menos.

Não queria comentar para não ser mais uma a alimentar este erro de semântica que vem levantar as hostes da secular rivalidade Norte/Sul. 

Portugal é um país geograficamente pequeno, no entanto é rico e denso em diversidade cultural, regional, gastronómica, sem falar dos séculos de história que carregamos no nosso ADN nacional por sermos um dos países mais antigos. (Recorrendo à educação que tive, seria agora o momento de recordar que o berço de Portugal é no norte... deve ser por isso que é só velhos.) Devemos orgulhar-nos desta nossa identidade nacional e cultural, dos séculos de história, das conquistas e descobertas. Que seria o mundo se não tivéssemos partido à descoberta? Seria como o conhecemos hoje? 

Não deixa de ser verdadeiramente triste e lamentável ver num canal de televisão, mais, num serviço de notícias que se quer rigoroso, imparcial e ético, uma frase destas. Não é só um erro grosseiro ou semântico. Não é justificável e tão pouco desculpável. 

A par das vozes do norte que vêm defender a sua honra (e estão no seu direito), vêm outros defender o canal e achar que os do norte são umas virgens ofendidas e, burros, não percebem o lapso jornalístico de uma (única) pessoa, que sozinha não faz a equipa nem o canal (isto é que é trabalho de equipa, exemplar!). Cá está, a eterna rivalidade que divide e reduz o país a Norte e Sul, a Porto e Lisboa (espremidos os argumentos). 

Eu sou Aveiro. Faço parte do Norte. Sou portuguesa. Com muito orgulho. 

Adoro o sul, tenho uma paixão pelo Alentejo e isso não faz de mim menos aveirense, menos nortenha nem menos portuguesa. 

No entanto não gostei de ver aquela infeliz frase que reduz uma boa parte do país a gente sem educação e velhos. Puxando os galardões, a Universidade de Aveiro é uma das melhores do país e está bem posicionada no ranking de universidades mundiais, assim como a Universidade do Porto e a do Minho.  Se isso é sinónimo de educação e cultura, então o Norte não tem de se sentir ofendido com vozes que vêm "de baixo".

A guerra que estamos a viver é mundial. O vírus não distingue nações, línguas, estratos sociais, contas bancárias, graus académicos... pronúncias . Tanto quanto sei e foi notícia no mundo, desde atores de Hollywood, a príncipes europeus e dirigentes políticos, o vírus apanhou de tudo um pouco. Se calhar acaba por ser mais inteligente que nós, porque só "reconhece" seres humanos, enquanto nós andamos aqui a discutir teses verdadeiramente científicas de que o vírus contamina essecialmente pobres e sem educação e velhos isolados no norte... 

O corona vírus veio mostrar-nos a vulnerabilidade do ser humano. Somos todos iguais, apesar do tanto que nos distingue ou que usamos para nos distinguirmos.

Agora, mais do que nunca, é momento para estarmos unidos e solidários com os nossos pares e semelhantes. Em todo o mundo. E por isso alimentar esta rivalidade bairrista é só idiota e completamente ridículo. Numa altura em que enfrentamos o mesmo inimigo, faz-me pensar que afinal a humanidade não está a aprender a lição de vida implícita nesta pandemia.

 

27
Jan20

Agarrada pela curiosidade!

A Máscara, programa da Sic. Quem vê está convidado a deixar aqui bitaites 

Não ligo muito a este tipo de programas, mas vi por acaso o primeiro episódio deste e fiquei rendida. Primeiro porque há duas máscaras cujas vozes me arrebataram logo e me deixaram intrigada sobre a sua identidade. Falo do Corvo e do Leão. Que vozes!!! Fico sempre arrepiada quando os ouço. São fenomenais. 

Depois os outros, uns parecem cantores profissionais (por exemplo a Pantera ou a Borboleta), outros soam-me a artistas que também dão uma perninha na música, como o Pavão. E há máscaras que me quebram a cabeça sobre a possível identidade, ando às voltas e já mudei de ideias umas quantas vezes, como o Cavaleiro ou o Astronauta, sem chegar a conclusão alguma.

O Leão é uma voz fascinante, arrebatadora. Não tinha ideias e quando sugeriram o nome de João Paulo Rodrigues, fui pesquisar e acredito que seja a personalidade por trás da fabulosa máscara. As pistas também levam ao mesmo nome, e portanto desta máscara só aguardo a confirmação do óbvio. Se não for, fica tudo de cara no chão. E aqui está a piada do programa. 

O Corvo, além de ser uma voz que adoro, é quem me tem feito queimar mais os neurónios. Inicialmente achava que era a Vanda Stuart. Isto porque eliminei a possibilidade de ser o Fernando Ribeiro, primeiro nome que me surgiu quando cantou Sweet Dreams. Mas as pistas foram-me conduzindo a outro nome, que faz todo o sentido. Tem amplitude vocal para as performances que temos visto desta máscara, as pistas encaixam, e agora que ouço a atuação onde interpretou The Sound of Silence, ainda mais sentido me faz, pois estou muito convencida de lhe reconhecer a voz... e aposto em Rita Guerra! 

E por aí, alguém a seguir o programa e com apostas sobre as identidades por trás das máscaras?! Contem tudo 

 

23
Nov19

Nem de propósito...

Escrevia eu este texto e foi publicado um artigo de opinião na NiT que vale a pena ler (para quem segue o programa, claro). 

Ora cá estão elencados bons argumentos que justificam o porquê do programa australiano ser muito melhor que o nosso, a começar logo pela própria postura de quem se candidata e vive efetivamente isto como uma experiência social.

Por cá, resta continuar a seguir a saga dos casais, sobre os quais partilho aqui uma fantástica resenha: 

“Casados à Primeira Vista”: alguém percebeu aquela história do Zé Pedreiro e do Anjo?

 

18
Nov19

Casados à primeira vista (ou como as versões portuguesas estragam sempre o fundamento original de determinados programas de sucesso mundial)

Tenho por começar a dizer que já conheço o programa versão australiana bem antes de ter havido a primeira edição em Portugal.

Um dia, a fazer zapping na hora de almoço, parei na SIC Mulher e fiquei meia abismada a olhar para aquilo que me parecia, e se confirmou, ser um programa onde estranhos se conheciam no altar. Lembro-me de ter ficado tão aparvalhada, a pensar "que raio haviam de inventar para programa" que fiquei a ver, como quem esfrega os olhos para ter a certeza que está a ver bem. Resultado? Primeiro estranhei e depois entranhou. Fiquei viciada no programa e segui umas três temporadas seguidas, a última não consegui ver com regularidade, mas fui acompanhando. 

Depois veio o português. E pensei: lá vêm estes estragar tudo. 

Bastou ver o primeiro programa para achar que, efetivamente, o português comparado com o australiano era uma "palhaçada". Pouco vi da 1ª temporada, sendo que o que vi era inevitavelmente o que ia sendo partilhado e comentado nas redes sociais e deu para perceber o fiasco que aquilo foi. Nunca achei que fossem repetir.

Mas eis a segunda temporada e eu estou a acompanhar. Porquê? Ora, porque decidi ver o primeiro episódio só naquela curiosidade de ver os casais e vejo as manas de Aveiro. Atenção, não as conheço, nem me lembro de me ter cruzado com elas. Já falei com quem as conhece e confirmam que são o que mostram na TV, portanto, antipática ou mal educada, brincalhona e boa onda, cada irmã é o que é na TV e na vida do dia a dia.

Continuo a preferir o programa australiano. Parece-me bem mais genuíno. Até os especialistas, o que dizem, como explicam as coisas, o trabalho que desenvolvem com os casais, vê-se ali uma experiência social, mais que um programa de entretenimento ao estilo reality show. Já o português acho que é o oposto: está mais para reality show do que para experiência social. Aliás, só isso pode explicar como é que certas e determinadas pessoas decidem ir para um programa destes com a atitude com que vão. 

Algumas pessoas acham que é noivos/noivas por encomenda: tem de ser assim, e assado, pesar x kgs, ter y idade... foda-se! 

Depois se vão para uma experiência social que dura umas quantas semanas, mas têm filhos para tomar conta, então para que vão se não podem "estar" no programa quando as câmaras se desligam? Isso não acontece no australiano: os casais estão juntos durante 8 semanas. Não há cá fins de semana separados, ou ir dormir a casa porque os filhos já não estão com o pai, ou porque não é suportável partilhar o mesmo teto com o marido (o que tem solução, é sair e acabou, não é sair com entrelinhas de ficar, então e a parte do insuportável? Ah espera, é só na parte das filmagens que o suporta?! Lá está a subversão total do que é suposto ser a essência do programa enquanto experiência social). 

Já para não falar que, se o objetivo primordial da experiência é encontrar o amor, e passar por todo um processo de auto-conhecimento (fundamental) que implicará sair da sua zona de conforto e dos seus padrões, que pelos vistos têm falhado (já que ao candidatarem-se a um programa destes assumem que sozinhos não conseguem encontrar um amor compatível), confiando nos ditos especialistas, então vão para o programa com relações mal resolvidas e ainda a pensar no ex, ou na morte da bezerra? Ou nos traumas da infância, vidas sofridas (cada um terá a sua, mas hello, supera! Também é para isso que estão lá quatro profissionais especialistas em relações, comportamento e comunicação. Boa pergunta a do outro, "o que tem a história do pai com o eu não fazer a cama ou não saber dobrar a roupa?").

Não quero comentar detalhes, episódios ou participantes em particular, ainda que já tenha deixado aqui umas pinceladas que para quem vê facilmente identifica. Deixo apenas uma visão geral do programa: aquilo que poderia ser uma interessante experiência social transmitida pela TV, e onde todos teríamos muito a aprender, é na verdade um circo de vaidades, um desfile de egos, uma tragicomédia à boa moda tuga. Querem chorar os dramas, é na Fátima Lopes. Querem aparecer na TV? Há uma vasta panóplia de reality shows que servem apenas e só para isso. Aliás, quanto mais polémicas causarem, mais famosos ficam.

E pronto, continuo a preferir a versão australiana, ao menos lá dá para aprender alguma coisa disto das relações, das emoções, da partilha, cedência, compreensão, respeito e, o que parece ser o problema fulcral e universal, comunicação (ou falta dela).

No português continuam a insistir na subversão dos objetivos que fundamentam este programa. Se é um erro de casting? Se são os participantes que, depois de conseguirem passar nos testes e entrarem, mostram outra cara? Por muito mal educada e arrogante e prepotente e teimosa que nem uma mula, pelo menos ninguém pode dizer que a mana bruxa de Aveiro foi falsa ou incoerente... desde o primeiro minuto que foi igual a si própria e, não me admira nada que tenha ficado duas semanas porque a isso foi obrigada. Não há possibilidade de no altar dizer que não aceita? Olhem que isso também deve dar audiências... e não deixa de ser vida real. Se calhar mais real que estas produções fictícias que nos vendem como uma experiência social. Bah

 

 

01
Abr19

Eu queria mesmo, mesmo, mas mesmo muito ignorar! Só que é mais forte que eu

Falem bem ou falem mal, o que importa é que falem. Este deve ser, sem sombra de dúvida, o lema de vida da Pipoca. E hoje eu vou contribuir para alimentar a sua popularidade, quiçá contribuir para um par de meias, já que a minha opinião não deve chegar para lhe pagar um vestido.

A participação dela ontem no Levanta-te e Ri foi tão somente uma merda. 

Já li os póneis de sua Pipoca insuflados a defenderem a sua deusa, argumentando que as pessoas não entendem o que é sarcasmo.

Ora bem, vamos começar pela definição de sarcasmo:

sar·cas·mo 
(grego sarkasmós-ou)

substantivo masculino

1. Ironia que deixa entender uma crítica dura e mordazpor vezes considerada insultuosa.

2. Atitude ou dito em relação a algo ou alguém que serve para fazer fazer rir ou é assim

 entendido. = ESCÁRNIOMOFATROÇAZOMBARIA


"sarcasmo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/sarcasmo [consultado em 01-04-2019].
 
A Pipoca teve uma prestação abaixo de medíocre no que é suposto ser stand up comedy. A começar pela sua introdução em que, sem qualquer sombra de dúvida, foi insultuosa para com o público que pagou bilhete para ver o espetáculo. Vestiu, e muito bem, o papel que lhe assenta que nem uma luva: a dondoca lisboeta, com aquele arzinho superior de tia de Cascais, cuja visão do horizonte termina ali na ponta do seu nariz.
O resto da sua prestação, quando falou dos episódios da sua vida, da sua separação e reconciliação, da maternidade, aí sim, há sarcasmo, há ironia e há uma tentativa muito forçada de ter piada. Só que não. 
Ah e já agora, aquele final sobre as questões insólitas e absurdas do grupo de mães no Facebook... já há uma outra blogger com uma rubrica semanal sobre o tema. Até lançou um livro. Aposto que a Pipoca foi a esse livro tirar as piadas.
Não morro de simpatia pela Pipoca. "Se não gostas, não leias." - Básico. Mas vou lendo porque lhe reconheço a popularidade e há temas e textos seus que, concordando ou não com os pontos de vista, não deixam de ser interessantes, quanto mais não seja por lançar determinados temas para "discussão", reflexão. Ainda vai havendo conteúdo para além da publicidade e dos trapos. 
Agora cada macaco no seu galho: a Pipoca pode ser uma blogger, influencer, ter ziliões de seguidores. Terá o seu mérito (eu não sei qual, mas deve existir algures).
Agora stand up comedy? Esqueçam. Nem sei quem foram as tristes alminhas que se lembraram de um dia a convidar para isto e terem achado que sim, que vale a pena insistir nesta ideia de merda. 
 
29
Mar19

Devia ter sido eu...

Gosto de ver o Joker na RTP1. Sempre achei piada a este tipo de concursos de perguntas de cultura geral.

Inevitável estar a ver e a "jogar", responder, ter a certeza da resposta, ficar ali na dúvida e dar uma resposta sem certeza, em jeito de parece-me, soa-me, acho que...

Pois que o jogo ontem parecia ter sido feito para mim. É que saía de lá com os 50.000€. Assim na boa. 

Era, não era?!  Pois era... 

 

11
Mar19

Também vou mandar bitaites sobre o assunto do momento

Não vi nenhuma dos programas, nem o do agricultor que procura com quem casar (a julgar pelos saltos de fazer inveja à Torre Eiffel, quero crer que é equipamento para abrir os buraquinhos na terra para plantar as couves), nem os das mãezinhas que entrevistam as potenciais empregadas dos (inúteis) filhos que criaram. 

E não assisti porque bastou ver os spots publicitários, as imagens de revelavam o que ia ser cada um dos programas, toda a entusiástica publicidade às estreias inéditas, para eu só pensar isto, e tão somente isto:

A minha alma está parva e o meu espírito paralítico. 

Hoje foi o assunto do dia, já li de tudo um pouco nas redes sociais e blogs, e do que li, nenhuma opinião era favorável. Nada tenho de novo a acrescentar ao muito que já foi escrito. Subscrevo a grande maioria das opiniões que li.

Quem concorre a estas merdas é porque quer? Certo... Ninguém os obriga. É o chamado "dar o cuzinho por 5 minutos de (pseudo) fama". 

Questiono-me é quão baixo nível e quão mais profundo vai ser o degredo da programação das televisões nacionais em busca de audiências????

Abençoado AXN, FOX, FOX LIFE, and so on... abençoados livros que há para ler. Ou vá, menos televisão e mais prática do amor, que sinceramente, mais vale ir mandar uma boa queca, do que desperdiçar tempo de vida a ver verdadeira merda televisiva. 

 

28
Nov18

Casados à primeira vista

Só tenho uma pergunta. Só uma. Porque tudo o resto é tão ruim que nem vale a pena questionar o que quer que seja. 

Que raio está ali a fazer a Diana Chaves?

E não pergunto isto por ser a Diana Chaves. Podia ser outra qualquer apresentadora. 

No fundo, a questão é: mas este programa precisa de apresentadora??????

Pronto... já desperdicei três minutos a pensar em coisas parvas. 

05
Abr16

Depois de uma maratona de leitura... as séries!

Sou menina de séries. Já fui mais de ver filmes, mas depois viciei-me nas séries. 

Como o tempo não dá para tudo, há semanas que passam e eu sem acompanhar os episódios. E vão acumulando. Até que lá vem um fim-de-semana de retiro em que ponho as séries em dia. 

Este fim-de-semana foi um desses. Ajudou o Gandhe ter trabalhado no sábado, no domingo o frio e a chuva tiraram a coragem de pôr o nariz fora de portas, então foi abrir o showbox e pôr em dia as últimas temporadas de: 

Castle: 2 episódios;

Gotham: 4 episódios;

Scorpion: 2 episódios;

Mentes Criminosas: 3 episódios.

Uma barrigada. De amêndoas de chocolate branco com coco. 

A leitura está em modo pausa, que depois da empreitada de Zafón, preciso mesmo de uns dias sem livros, como uma espécie de detox literário. Manias. 

 

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