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Estórias na Caixa de Pandora

Estórias na Caixa de Pandora

28
Dez15

Conto de natal: ironia natalícia!

Há um ano atrás escrevi este post. Longe de imaginar que um ano depois teria um natal assim.

Ora bem, na semana antes do natal eis que senhora sogra diz ao filho que este ano não está para se chatear no natal, até porque a mãe vai para casa do outro filho (irmão com quem não se dá), o namorado vai para casa da filha mais velha, e ela não está para se chatear e não quer fazer nada.

Eis que rejubilei com a perspectiva de um natal a dois, com quatro gatos, um natal sem fretes, sem hipocrisias, sem merdas (pardon my french), mas, ao mesmo tempo, fiquei com aquela recusa dela, em estar com o filho na noite de natal, entalada, até porque era só mesmo ele (nós) que tinha, curiosamente a mesma (e única) pessoa que tem ao longo do ano para o que precisa e quer. Mas cá se fazem, cá se pagam, e pode ser que agora o filho comece a perceber a mãe egoísta que tem e deixa de estar sempre disponível para as vontades e desígnios de sua majestade. 

Portanto, eu já há muito sou orfã de família viva, ele, que também não tem propriamente uma família unida já que a senhora mãezinha não se dá com ninguém,  este ano viu a mãe bater-lhe com a porta na cara, ficámos os dois num adorável pijama christmas. Preparei a nossa ceia, petiscos vários, e assim estivemos no nosso lar doce lar, em paz e sossego (o sossego só se sentiu quando os gatos adormeceram). Vimos séries, filmes, petiscámos, tirámos sestas, trocámos prendas, acabei de ler um livro que andava a engonhar, e lá se foi o natal, para o ano há mais.

No rescaldo tenho é o homem com um principio de infeção urinária, que me fez cancelar um almoço muito especial que estava marcado para ontem; já foi finalmente ao médico, antibiótico durante cinco dias, uma passagem de ano que se prevê regada a água (deve ser, deve), e assim se volta à vida rotineira depois da pausa natalícia, ainda que a meio balanço para a festa de passagem de ano, e nós, já que tivémos um natal calminho, na passagem de ano vamos em grande grupo de amigos fazer a festa. 

 

23
Dez15

Um doce e feliz Natal!

natal_especial.jpg

Aos amigos, aos leitores, aos que comentam, aos que lêem, aos que aqui gostam de vir, aos que vêm de passagem, aos curiosos, a quem ler isto, desejo-vos um feliz e doce Natal! 

Que o vivam em harmonia, que façam da sua magia a luz que ilumina sonhos e esperanças, que renovem a confiança de que tudo é possível, basta querer muito. Que a vida vos sorria, no Natal e nos restantes dias!

Agora ide lá atacar a mesa dos doces, maldizer as calorias, renovar promessas de regresso ao ginásio e à dieta em janeiro, enquanto lambem os dedos das rabanadas, e ficai felizes com as prendas. 

HO HO HO FELIZ NATAL!!! 

21
Dez15

Fim de semana natalício

Jantar de Natal da empresa. Troca de prendas amigo secreto.

Jantar de Natal com amigos. Troca de prendas com uma das minhas pessoas especiais.

Lanche de Natal, com direito a chocolate quente, com casal amigo. Troca de prendas.

Ora, isto mais parece os casamentos ciganos, que duram vários dias. Quando chegar ao Natal, é só mais um jantar com troca de prendas.

Ah e mostra as prendas, mostra...

Não tirei foto, depois vejo se faço assim um montinho e tiro foto a tudo. Ou não.

Mas eu cá é: recebo prenda, abro prenda. Portanto até agora já recebi uns miminhos bem jeitosos:

  • alfinete: pai natal secreto do blog (já o usei para fechar um casaco de malha sem botões);
  • pulseira de cortiça com pendente metálico (patinha de gato) e contas metálicas: amigo secreto do trabalho;
  • o último livro da minha autora de eleição, um vestido e os melhores jesuítas do mundo: amiga especial;
  • um pacote Lifecooler para uma escapadinha de fim de semana a dois: casal amigo.

Da sogra também recebi uma grande prenda: a possibilidade de finalmente ter o meu Natal feliz, sem fretes, sem hipocrisias, com a minha verdadeira família. Ainda assim, a atitude desprezível dela cá fica guardada, para lhe ser devolvida em igual proporção quando houver oportunidade. Cá se fazem, cá se pagam. E pode ser pouco natalícia esta promessa de retribuir em igual proporção o que ela deu, mas a mim não me fazem de parva nem abusam da minha paciência ou boa vontade. Os meus limites ela já ultrapassou há muito e levou com os devidos cortes de confiança. Ainda assim, continua a fazer do filho palhaço. Mas há-de mudar, oh se há-de, e mais cedo ou mais tarde ela colherá o que tem espalhado estes anos todos.

 

16
Dez15

Perceber, até percebo, mas custa a engolir!

Desde que terminei o curso que já trabalhei em muitos sítios. Pronto, alguns, vários. A recibos verdes, a contratos por empresas de trabalho temporário, e tem sido esta a saga.

Atualmente estou por regime de outsoursing. A alegria de me terem prolongado a estadia depois do termo do contrato nunca é completa, porque é sempre na alçada do serviço externo, prestadora de serviços, blá blá blá. Há anos que digo, meia a brincar, meia a sério, que para trabalhar visto a farda completa, mas para as regalias, não sou da empresa, não posso vestir a camisola. Não tenho direito. O meu vínculo contratual não é na empresa onde pico cartão todos os dias, cumpro horário e funções. 

Portanto ao longo dos anos foi-se tornando banal aquela coisa de só haver formações para colaboradores, os externos não podem. Cabazes de natal, jantares de natal, só para colaboradores, externos não são da empresa. 

Foi com grande surpresa que, quando entrei na atual empresa onde trabalho, vi que os temporários e externos eram convidados para a festa de natal, para o dia de aniversário da empresa, e levavam cabazes de natal iguais aos de todos os colaboradores. Fiquei deveras surpreendida. Nunca tinha tido esse direito antes.

Mas eis que este ano a política mudou, e volto a ser a prestadora de serviços externa que não tem direito a cabaz de natal.

Nada que já não tivesse vivido antes. Nada que não entenda, porque entendo: estas coisas são da empresa para os colaboradores, eu e outros colegas somos externos, o nosso vínculo contratual é com outra empresa.

Mas caramba, estou a sentir-me a criança a quem deram um doce e agora o arrancam das mãos.

Mais uma para a minha "coleção especial" de Natal: Christmas fucks

 

 

14
Dez15

O meu Pai Natal Secreto chegou!

Sexta feira, entre sair do trabalho, passar na lavandaria, ir para casa, arrumar umas coisas e voltar a sair, eis que o Gandhe vai à caixa de correio e traz-me um envelope. Estávamos a sair de casa, apressados, enfiei o envelope na mala e siga. 

Só mais tarde, finalmente em casa, me lembrei do envelope e abri. Era do meu pai natal secreto deste ano. Obrigada Pingo de Mel. Achei piada aos docinhos, e vai ser uma experiência nova, já que nunca provei aquele tipo de guloseima natalícia. E a prendinha é uma delícia. Como é que adivinhaste que eu sou um desastre com lenços e echarpes, e nem os cachecóis às vezes se aguentam no sítio? Um alfinete destes dá-me sempre jeito, e adorei este, que é tão simples e na cor que gosto. 

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 E foi mais uma edição do Pai Natal Secreto da Cindy. Para o ano haverá mais, espero, que isto já faz parte das minhas tradições natalícias. Obrigada ao meu Pai Natal Secreto deste ano pelo miminho enviado. 

06
Dez15

Finalmente, o Natal chegou à humilde casa de Pandora!

É sabido que sou uma espécie de mistura entre Grinch e Mr. Scruge no que ao espírito natalício diz respeito. Os fantasmas dos natais passados pesam-me na memória e nos natais que vou somando na minha vida.

Ainda assim, tento viver esta época imbuída desse dito espírito natalício mágico, que desperta o melhor de nós. Nada melhor do que vestir o lar doce lar com artigos próprios da época. Sou contida. Não gosto de exageros nem exuberâncias. E das múltiplas decorações e estilos decorativos do Natal, gosto do tradicional vermelho, gosto do estilo mais natural, a lembrar as decorações nórdicas.

Levo-vos numa pequena tour pela decoração natalícia do meu lar doce lar.

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 Velas natalícias, primeiro porque adoro velas, e segundo, porque não podem faltar na decoração de Natal.

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 A minha árvore. Farfalhuda, com pequenas pinhas, e os ramos pintalgados de branco a lembrar a neve. Bolas vermelhas e prateadas, as luzes este ano são a novidade e a única compra decorativa deste ano: leds.

Simples, sem exageros. Como eu gosto.

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 Mais velas. Não especificamente natalícias, porque estão ali o ano todo, variando a cor. Agora, vermelho Natal. E uma mini árvore de natal prateada.

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 Cá está ela, mais perto.

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As minhas jarras redondas do móvel da TV. Vou variando a decoração ao longo do ano, essa é a versatilidade dos vidros. Agora a mais pequena tem bolas vermelhas e prata, a grande ficou com umas fitas vermelhas com estrelinhas. 

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Centro de mesa. 

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 Coroa da porta de entrada. 

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 Pai Natal sentado no módulo de parede.

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 E até os gatos do hall de entrada se vestem a rigor.

 

 

01
Dez15

A árvore de natal por fazer

Era a minha tradição no dia 1 de Dezembro fazer a árvore de natal. Era. Nos idos tempos em que 1 de Dezembro era um feriado que me sabia, quase, a Natal antecipado. Ou pelo menos para lhe começar a sentir o gostinho e me deixar embalar pelo espírito do mesmo.

Mas agora é dia de trabalho, e tempo e paciência para armar a barraca na sala e montar a árvore de natal é uma cena que não me assiste.

Mas, tradição é tradição, e não há árvore de natal, mas há miminhos natalícios que vão seguir por correio devidamente embrulhados, os respetivos postais escritos. Agora preciso é de tempo para ir aos correios. Isso é outro assunto, no qual não quero pensar agora.

Não tenho árvore de natal feita. Mas já tenho prendinhas prontas a seguir para os seus destinos. 

E assim me embrulho no espírito natalício. 

 

01
Dez15

Pai Natal Secreto

A propósito de mais uma edição do Pai Natal Secreto dinamizado pela Cindy, este fim de semana tirei um bocadinho para ir escolher o miminho para o meu amigo secreto, versão blog. Evidente que não vou dar pistas nem mostrar nada, só queria partilhar que às vezes saímos de casa com uma ideia, e pelo caminho vemos tantas coisas até que uma, que nada tem a ver com a nossa ideia original, nos salta à vista.

Estou com algumas dúvidas sobre o presente escolhido. Adoro-o, acho-o super fofo, eu adoraria receber um. Mas estou aqui na dúvida se vou conseguir agradar e surpreender o amigo que me calhou na rifa. 

Mas descansem. Não comprei meias.

 

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